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Misturar bebidas energéticas com álcool é tão prejudicial como cocaína

Misturar bebidas energéticas com álcool é tão prejudicial como cocaína

Estudo alerta que consumir bebidas alcoólicas com muita cafeína afeta tanto o cérebro como consumir cocaína.

Misturar bebidas alcoólicas e energéticas é uma prática muito comum em espaços noturnos e agrada especialmente a adolescentes. Mas além de prejudicial para o coração, esta mistura pode mesmo provocar alterações no cérebro.

Consumir bebidas alcoólicas com muita cafeína – como o resultado de misturar bebidas energéticas com álcool – provoca alterações no cérebro de adolescentes semelhantes às da cocaína.

Esta é a conclusão de um estudo recente realizado pela Universidade Purdue que descobriu ainda que as consequências se mantêm até à idade adulta, alterando a capacidade de lidar com substâncias gratificantes.

Como reporta o site da universidade, para este estudo os investigadores realizaram testes em ratos.

Verificaram que esta mistura tinha efeitos muito semelhantes aos da cocaína na massa encefálica dos ratos e que os cérebros apresentavam uma grande quantidade de uma proteína, semelhante ao que ocorre em quem consome cocaína ou morfina.

LIFESTYLE ESTUDO

Misturar bebidas energéticas com álcool é tão prejudicial como cocaína

Nova tecnologia online ajuda a detectar mutações cancerígenas

Pesquisadores espanhois desenvolveram uma ferramenta tecnológica online aberta à toda a comunidade científica para ajudar a detectar mutações cancerígenas.

O grupo de pesquisa em Genômica Biomédica da Universidade Pompeu Fabra (UPF), na Espanha, desenvolveu uma ferramenta tecnológica online, um site aberto a toda a comunidade científica, para ajudar a detectar mutações cancerígenas.

A nova ferramenta se chama OncoPad, e desenha painéis de sequenciamento genético para o câncer.

Busca no DNA

Abel González-Pérez e Núria López-Bigas, do Instituto de Pesquisa Biomédica (IRB) de Barcelona, destacaram que o correto tratamento e diagnóstico do câncerdependem cada vez mais da análise genética dos pacientes.

Na análise com o OncoPad, os médicos buscam alterações no DNA do tumor, as chamadas mutações, que podem ter valor diagnóstico, de previsão ou terapêutico para a doença.

Para poder identificar estas mutações, os biólogos têm que sequenciar o DNA do tumor, seja abrangendo todo seu genoma, seu exoma (ou seja, a parte funcional do genoma) ou somente certos genes ou regiões genéticas, para incluí-los nesses painéis.

Mais precisão, melhor custo-benefício

Segundo os pesquisadores, a sequenciamento mediante painéis apresenta vantagens em relação à de todo o genoma ou exoma porquê, além de contar com um coeficiente de custo-benefício melhor, os painéis detectam menos falsos positivos graças a sua maior sensibilidade.

Atualmente há painéis de sequenciamento pré-desenhados e comercializados por várias empresas, mas normalmente são painéis inespecíficos, já que estão pensados para sequenciar qualquer tipo de tumor.

A relação custo-benefício para responder a perguntas específicas, como o diagnóstico precoce de um tipo de tumor concreto, costuma ser baixa porque a maioria das regiões genômicas incluídas são irrelevantes.

Por isso, pesquisadores ou clínicos, cada vez mais, preferem desenhar painéis específicos adaptados à pergunta específica que tentam responder.

Para confeccionar a lista dos genes ou das regiões genéticas adequadas a incluir no painel (ou seja, para desenhá-lo) os pesquisadores precisam realizar uma busca exaustiva em estudos científicos anteriores e integrar informação de bases de dados que estão dispersas na internet.

Além disso, é difícil estimar antecipadamente o coeficiente de custo-benefício do painel projetado no grupo de pacientes com o tipo de câncer de interesse.

Para resolver estes problemas, o grupo de Genômica Biomédica do Programa de Pesquisa em Informática Biomédica (GRIB), conjunto entre a Universidade Pompeu Fabra (UPF) e o Instituto Hospital do Mar de Pesquisas Médicas (IMIM), criaram o OncoPaD.

Ferramenta aberta

Trata-se, segundo os pesquisadores, da primeira ferramenta web aberta a toda a comunidade científica para desenhar painéis de sequenciamento para o câncer que levam em conta o conhecimento anterior relevante ao tipo de tumor de interesse e o custo-benefício estimado que pode ser ajustado pelos pesquisadores.

“Através de uma interface simples e intuitiva, o OncoPaD identifica quais genes e regiões são os melhores candidatos para o projeto de um painel específico, baseando-se na associação conhecida dos genes com mecanismos de desenvolvimento do câncer ou resposta a fármacos contra ele e maximizando seu coeficiente de custo-benefício”, explicou Carlota Rubio-Pérez, autora do estudo, publicado na revista Genome Medicine.

Misturar bebidas energéticas com álcool é tão prejudicial como cocaína

Os erros mais comuns na dieta

Hábitos e alimentos errados podem levar a objetivos indesejados.

Está a ter imensos cuidados e/ou a privar-se de muitos alimentos/hábitos, e não vê resultados? Provavelmente comete erros na sua dieta e não sabe quais. Veja conosco.

Todos cometemos erros, principalmente quem tenta fazer dieta por conta própria.

Efetivamente há melhorias sob o ponto de vista nutricional, no entanto não há diminuição da ingestão calórica, para quem quer emagrecer, por exemplo.

São vários os erros mais comuns na dieta, apesar de muitas vezes parecerem inocentes ou até nem os classificar como tal.

Para emagrecer ou aumentar de peso de forma saudável é necessário que o organismo receba os nutrientes necessários para o seu bom funcionamento, isso é certo!

No entanto, muitas das vezes não há resultados depois de tanta privação ou alteração de hábitos. E porquê?

Porque provavelmente está a cometer algum dos “erros mais comuns na dieta”, descritos abaixo.

OS 10 ERROS MAIS COMUNS NA DIETA


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São várias as pessoas que começam a fazer dieta por conta própria, sem ajuda de um profissional de saúde, neste caso um nutricionista.

Estão no seu direito, no entanto é extremamente importante que fiquem atentos à lista dos erros mais comuns na dieta, para conseguirem melhores resultados.

1. ESTABELECER METAS IRREALISTAS

Perder ou aumentar peso é uma tarefa que requer um pouco de disciplina, força de vontade e paciência.

Não estabeleça metas irrealistas, como aumentar ou perder 10Kg em semanas, para além de ser quase impraticável não é saudável para si, para o seu organismo.

Comece por obejtivos mais pequenos e vai ver que a motivação se irá manter ou até elevar com os resultados que vai tendo.

2. OPTAR POR PRODUTOS LIGHT

É sim verdade que estes produtos alimentares tem menos calorias, mas geralmente estão carregados de açúcar ou de sódio (que poderá provocar retenção ode líquidos).

Um exemplo muito comum é a compra de iogurtes com a designação “magro” ou “light“, são os iogurtes. Menor teor de gordura é muitas vezes compensada pelo aumento da adição de açúcar.

Por vezes a gordura e o total de calorias mantém-se em comparação a um produto normal, o que reduz é a quantidade de açúcar, porém ao analisarmos a lista de ingredientes percebemos que afinal o produto tem açúcar.

Os nomes mais utilizados para mascarar o termo “açúcar” são: sacarose, glucose ou glicose, frutose, dextrose, maltose, lactose, açúcar invertido, mel, xarope de glicose ou goma xantana.

 

3. NÃO LER O RÓTULO DOS ALIMENTOS

Indo de encontro ao ponto anterior, habitue-se à leitura dos rótulos dos alimentos, como a tabela nutricional e a lista de ingredientes!

É importante que observe com atenção todos os produtos alimentares que compra para não se enganar e optar por um produto que apesar de menos calorias tem mais uma série de componentes que para além de lhe fazerem mal à saude, fazem mal à dieta e aos seus objetivos.

Concentre-se nos nutrientes que devem ser reduzidos em qualquer dieta, seja qual for o objetivo: gorduras trans, calorias, sódio e açúcar. Segundo o Regulamento 1169/2011, de 25 de outubro, a partir de dezembro de 2016 será obrigatório a presença de declaração nutricional em todos os produtos alimentares existentes à venda, no mercado.

Assim sendo, crie o hábito de fazer uma leitura cuidada e atenta dos rótulos, para escolhas mais saudáveis.

 

4. FAZER COMPRAS COM FOME

Dos erros mais comuns na dieta e que menos nos apercebemos!

Quando fica muito tempo sem comer, o seu organismo pede energia. Ir às compras nesse momento é muito má opção, pois inconscientemente irá procurar por alimentos com maior índice energético, que na maioria das vezes são alimentos gordurosos ou açucarados.

Para solucinar este problema e, não cair na tentação, opte por fazer compras após uma refeição; comer algo saudável antes de ir às compras, caso vá noutro horário; fazer uma lista de compras e comprar somente o que está nessa lista.

 

5. NÃO BEBER ÁGUA

A água desempenha funções essenciais na nossa vida, pois é fundamental para os processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção; para o transporte de nutrientes para as células e para regular a temperatura corporal.

Assim sendo, é importante que diariamente haja uma ingestão de, pelo menos, 1,5L de água.

 

6. NÃO PRATICAR EXERCÍCIO FÍSICO

Para uma perda ou aumento de peso de forma mais saudável é importante que haja prática de exercício físico.

A motivação será também maior quando vir que os resultados estão mais rapidamente à vista. Se não for amante de ginásio, não há problema.

Tente fazer uma longa caminhada todos os dias e acelere o passo. Pode também optar pela bicicleta e opte pelas escadas em vez do elevador ou das escadas rolantes.

 

7. PASSAR GRANDES PERÍODOS SEM COMER

O nosso organismo é muito adaptável, ou seja, a única coisa que acontecerá ao nosso organismo, quando passamos longos períodos sem comer, será o metabolismo ficar mais lento.

Perder peso de forma saudável, significa reduzir a gordura corporal sem se desidratar ou perder massa muscular e isto não implica passar horas sem comer. Aliás, passar fome causa irritação, mal funcionamento do metabolismo, mau hálito, cefaleia e mal estar.

Além disso, passar longos perídos sem comer, faz com que o organismo, mal receba alimento o armazene rapidamente ao invés de o gastar.

 

8. EXAGERAR NO FIM DE SEMANA

O famoso dia do lixo, que muitos aguardam ansiosos é, como o próprio nome indica “dia…”, apenas um dia, não o fim de semana inteiro.

É importante ter consciência disso! Privar-se de muita coisa durante a semana, fazer sacrifícios e deitar tudo por água abaixo no fim de semana, não é de todo a opção mais sensata.

 

9. COMER RÁPIDO

A forma de comer influencia o organismo, pois permite alcançar a saciedade, melhorar a digestão e evitar o inchaço.

É importante que se alimente com calma, almoço e jantar são refeições importantíssimas, concentre-se na refeição que tem à sua frente e mastigue bem os alimentos.

Quanto mais mastigado for o alimento, mais enzimas digestivas atuarão na digestão tornando-a mais fácil e rápida, por outro lado, se a mastigação for rápida e o alimento for logo engolido, as enzimas perdem a função e o organismo ficará sobrecarregado porque recebeu o alimento, praticamente, inteiro.

A má mastigação causa riscos para a absorção dos nutrientes pois o organismo elimina o alimento que não foi bem mastigado, sem absorver substâncias que podem ser importantes para a saúde.

Além disso, se comer rápido sentir-se-à com mais vontade de comer, uma vez que o cérebro não teve tempo de perceber se já está satisfeito.

 

10. ELIMINAR TOTALMENTE OS HIDRATOS DE CARBONO

Se eliminar os hidratos de carbono da alimentação, vê realmente o seu peso baixar drasticamente, contudo também verá o seu humor alterado, menos energia e mais cansaço.

Sendo assim, é importante comer de tudo mas fazendo escolhas e opções mais saudáveis, como substituir a farinha branca por farinha integral, consumir quinoa, arroz integral, massa integral, batata doce.

Em suma, não exclua nenhum grupo alimentar.

MÁXIMA A RETER


É importante que procure um nutricionista para o levar a atingir os seus objetivos mais facilmente, no entanto, se optar por fazer dieta sozinho, sem nenhuma ajuda, altere os seus comportamentos caso perceba que se revê na lista dos erros mais comuns na dieta.

por Ângela Fiúza da Rocha

vida-ativa

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A Traição é “Genérica”?

O comportamento humano em relações amorosas tem sido um dos temas mais estudados pela ciência e as conclusões que vão surgindo são tudo menos previsíveis.

O mais recente estudo sobre relações amorosas foi feito na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e revela que os humanos estão geneticamente programados para dar uma ‘facadinha’ no compromisso quando este está prestes a falhar ou é já dado como um caso perdido. E é no sexo feminino que este ‘instinto natural’ é mais notório, lê-se no site do jornal britânico The Times.

De acordo com os investigadores, a monogamia pode ir contra a natureza humana e, por isso, os casos de traições e affairs tendem a multiplicar-se, uma vez que os humanos estão constantemente (de forma consciente ou não) a testar as suas próprias relações e a analisar se há ou não melhores opções a longo prazo.

E para David Buss, autor principal do estudo, a justificação é simples: “Acabar com uma relação e acasalar com outro parceiro pode caraterizar com mais precisão o comum”, uma vez que, salienta, “a monogamia ao longo da vida não carateriza os padrões de acasalamento primários dos seres humanos”.

No ano passado, um estudo da Universidade de Binghamton detetou também que a propensão para se ser infiel pode estar no ADN das pessoas, mais concretamente devido ao gene DRD4, associado à procura de prazer.

Mas não é apenas a genética que dita a probabilidade de uma pessoa ser infiel ou não. Um estudo da Universidade de Oxford, citado pelo Independent, indica que “o comportamento humano é influenciado por muitos fatores, como o ambiente e a experiência de vida”.

Também o aborrecimento e a necessidade de apoio emocional podem estar na origem de um romance extraconjugal, como indica Pepper Schwartz, professor da Universidade de Washington.

NM/LFM

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Ingrediente comum nas comidas processadas ligado ao câncer

Estudo concluiu que há um ingrediente artificial comum nas comidas processadas que pode provocar câncer do intestino.

O que é bom para manter os produtos alimentares estáveis e seguros nas prateleiras do supermercado e dos seus armários pode afinal não ser saudável para o corpo.

Um grupo de investigadores da Universidade do Estado da Geórgia concluiu nos resultados do seu estudo publicados na revista científica Cancer Research que os emulsionantes criam as condições ideais para espoletar câncer em ratos.

Os emulsionantes são químicos que são adicionados à mistura de ingredientes oleosos e à base de água em alimentos processados para mantê-los consistentemente misturados para que não se separem.

Como reporta a revista Time, as regulamentações alimentares limitam a quantidade de cada emulsionante presente num produto alimentar particular a 1% a 2%, mas não restringem o número de emulsionantes permitidos.

Emilie Viennois, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade do Estado da Geórgia e investigadora que liderou este estudo, mostrou em trabalhos anteriores que os emulsionantes mudaram as bactérias boas que vivem no intestino dos ratos. Essas mudanças promovem a síndrome metabólica, que é um fator de risco para certas doenças crônicas como diabetes, obesidade e doenças cardíacas e inflamação – problemas de saúde que têm sido ligados à doença inflamatória intestinal. Sendo que em alguns casos de doença inflamatória intestinal se podem desencadear tumores em crescimento.

Neste último estudo a investigadora focou-se em analisar se os emulsionantes afetavam o risco de câncer, especialmente de câncer do intestino. Depois de três meses a alimentar e a dar água com emulsionantes a ratos de laboratório, descobriu que os que consumiram os emulsionantes mostraram mudanças nos micróbios do intestino que eram consistentes como a promoção do crescimento de tumores.

Concluiu que altos níveis de inflamação criados pelas mudanças microbianas formam o ambiente perfeito para o desenvolvimento de câncer.

Apesar de o teste ter sido realizado em ratos e não em humanos a investigadora deixa o conselho: “cozinhem em vez de usar produtos da indústria alimentar” e, acrescenta, “nas refeições, misture alimentos processados como alguns alimentos caseiros para não ter uma exposição tão grande aos emulsionantes em apenas uma refeição.”

por VÂNIA MARINHO

LIFESTYLE ESTUDO

O Câncer morre quando você come estes 10 alimentos. Consuma-os sempre!

Não é segredo para ninguém que o que comemos reflete na saúde do nosso corpo.

Por isso, para evitar toxinas e se prevenir contra o câncer, é muito importante uma dieta saudável.

Estamos falando de frutas, verduras, legumes, proteínas magras e temperos naturais – o oposto da típica alimentação ocidental.

E é bom você saber: existem alimentos naturais que são diferenciados quando o assunto é prevenção do câncer.

Esses alimentos são diferenciados porque têm a capacidade de destruir células cancerosas.

Veja uma lista com os dez mais poderosos alimentos para prevenção e combate ao câncer:

Cenoura

Vegetais escuros

Alho

Gengibre

Chá Verde

Linhaça

Romã

Algas

Cúrcuma (açafrão-da-terra)

Vitamina D

1.Cenoura

Ela é composta por betacaroteno, um antioxidante capaz de retardar o crescimento das células cancerosas e proteger o corpo das toxinas, já que atua nas membranas celulares.

A cenoura também pode fornecer antioxidantes que combatem o HPV, além de agir no tratamento de leucemia.


2.Vegetais crucíferos

A couve, o brócolis, o repolho e couve-flor têm sulforafano e indol-3-carbinol.

Sabe o que isso significa?

Que eles podem combater as toxinas e as células que podem se transformar em tumores malignos.

O interessante é que estudos feitos revelaram que todos esses vegetais são mais atuantes contra os cânceres de boca, esôfago e estômago.


3.Alho

Não é uma boa ideia desejar que o alho não tenha cheiro forte.

Na verdade, é justamente seu odor, formado de compostos de enxofre, que dá o poder de parar o câncer, acelerar o reparo de DNA e matar células cancerosas.

O alho é ótimo para prevenir o câncer de próstata, de cólon, da mama e pulmão.

A cebola também.


4.Gengibre

Ele tem propriedades anti-inflamatórias que retardam o crescimento do câncer.

E, se estamos falando de câncer no ovário, saiba que a raiz se sai melhor do que a quimioterapia.

Quer mais?

O gengibre alivia enxaqueca, náuseas dores musculares e de artrite.


5.Chá verde

Ele é rico em polifenóis e catequinas, que são super-resistentes às células cancerosas.

Além de retardar o crescimento do câncer, também ajuda a desintoxicar o fígado.

Pode confiar: as catequinas do chá-verde são fortes protetoras contra tumores.


6.Linhaça

Rica em óleos insaturados e fibras, a linhaça contém diversos componentes anticancerígenos, como a lignina, razão pela qual previne e combate a formação de tumores.

Consuma todos os dias de 1 a 2 colheres (sopa) de sementes de linhaça trituradas na hora.


7.Romã

Se o problema são células cancerosas na próstata, pode apostar na romã, que ela diminui significativamente, de acordo com pesquisas.

A fruta é antioxidante e anti-inflamatória.


8.Algas comestíveis

Quem come comida japonesa está bem familiarizado com wakame, kombu, hijiki e nori.

Elas são algas marinhas cheias de vitaminas e minerais como o iodo.

Todas ajudam a remover metais pesados do corpo.


9.Cúrcuma (açafrão-da-terra)

Tem propriedades antioxidante e anti-inflamatória.

Por conseguir matar inúmeras células cancerosas, tem sido alvo de muitos estudos.


10.Vitamina D

Sabemos que não é um alimento, é claro.

Mas a vitamina D é perfeita para reduzir o risco de vários tipos de câncer, como o de mama e o de cólon.

Além disso, aumenta as chances de sobrevivência de quem já está com um tumor maligno.


E PARE DE CONSUMIR O GRANDE INIMIGO!

A prevenção e o combate ao câncer ficarão muito fortalecidos se você, além de comer estes alimentos frequentemente, deixar de consumir o maior vilão da história: o açúcar branco.

O açúcar refinado está fortemente ligado ao câncer, não apenas como uma causa dele, mas também como algo que alimenta as células cancerosas quando uma pessoa tem a doença.


* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Cura Pela Natureza 31 de outubro de 2016

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Cinco pilares para se relacionar bem com chefes e colegas de trabalho

Falar de relacionamento interpessoal inclui tanto a vida pessoal quanto a profissional

Falar de relacionamento interpessoal inclui tanto a vida pessoal quanto a profissional. Neste segundo âmbito, a situação se torna mais complicada, porque não escolhemos as pessoas com quem vamos trabalhar, seja um chefe, um parceiro, um cliente e até mesmo aqueles que são liderados.

E mesmo que haja uma afinidade com as pessoas do ambiente profissional, é preciso que todos estejam alinhados para um bom trabalho em equipe. Para a Master Coach Silvia Bez, esta relação em particular pode se tornar ainda mais delicada.

“A convivência entre os colaboradores, às vezes, não é tão simples, devido à existência de diversas opiniões, crenças, valores e culturas com as quais precisamos lidar”, afirma a especialista. E para que este relacionamento se torne mais leve e viável, Silvia apresenta cinco pilares essenciais para manter a paz no convívio profissional:

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Autoconhecimento: esse pilar é um dos principais diferenciais nas relações, pois conhecer a si é o primeiro passo para lidar com questões emocionais que comprometem os relacionamentos interpessoais. “O autoconhecimento nos permite analisar o impacto que causamos nos outros, além de termos claro quais são as características que nos incomodam e, assim, possibilitar nos preparamos para lidar com elas”, afirma a Master Coach.

O autoconhecimento permite mediar com maior assertividade os possíveis conflitos de personalidades nos relacionamentos com os membros da equipe.

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Empatia: é a arte de analisar determinada situação pelo mesmo ângulo de outra pessoa que também esteja envolvida.

Mais do que a preocupação ou a conscientização da necessidade de se identificar com o outro, está relacionada com a comunicação assertiva e a compreensão das motivações dos outros.

“A pessoa empática está conectada com quem ela se comunica. Ela capta informações que vão muito além do que é falado e identifica emoções e expressões corporais significativas em seu interlocutor”, explica Silvia.

Ser empático é, antes de tudo, ser um bom ouvinte, excelente observador e ter um interesse legítimo em ajudar o outro.

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Assertividade: assertividade é a habilidade de uma comunicação clara, franca e respeitosa.

“Com ela é possível construir relacionamentos saudáveis, mas é preciso ouvir, falar, expressar vontades, opiniões e dificuldades de maneira que não seja agressiva com o próximo.”

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Ética: é o conjunto de princípios e valores morais que conduzem o comportamento humano dentro da sociedade.

Empresas seguem os padrões éticos sociais, aplicando-os em suas regras internas, visando o bom andamento dos processos de trabalho, o alcance de metas, objetivos e para criar bons relacionamentos interpessoais.

Um bom profissional deve seguir tanto os padrões éticos da sociedade quanto as normas e regimentos internos da organização em que trabalha.

A ética profissional proporciona ao indivíduo um exercício diário e produtivo de honestidade, comprometimento, confiabilidade, entre tantos outros valores, que balizam o seu comportamento e as tomadas de decisões em suas atividades.

“A grande recompensa por se ético é ser reconhecido, não só pelo seu trabalho, mas também por sua conduta”, completa Silvia.

Pode-se ter muito autoconhecimento, ser altamente empático, assertivo e cordial.  Mas, se não há ética, não é possível manter relacionamentos equilibrados.

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Cordialidade: ser gentil, simpático e solicito é ser cordial com as pessoas. É demonstrar consideração pelo próximo, pela equipe e com quem se relaciona.

“Cordialidade é aquele ‘bom dia’ entusiasmado e sincero de quando chegamos ao trabalho, é abrir uma porta para um colega com as mãos ocupadas, é dizer ‘obrigado’ olhando nos olhos das pessoas. São as pequenas gentilezas do dia a dia que farão a nossa companhia pessoal ser desejada e tornarão a nossa presença agradável para os que nos cercam”, finaliza a Master Coach.

A cordialidade desinteressada, que se oferece por iniciativa própria, sem esperar nada em troca, é um facilitador do bom relacionamento no ambiente de trabalho.

Estes cinco pilares no dia a dia trazem melhorias nos relacionamentos, não apenas profissionais, mas em todos os âmbitos da vida. Passe a praticá-los e veja a diferença que fará nos ambientes que frequenta. Estes são elementos fundamentais para criar relações valiosas.

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Silvia Bez

Redação iBahia

Misturar bebidas energéticas com álcool é tão prejudicial como cocaína

Agência da ONU lança espaço virtual para troca de informações sobre alimentação e nutrição

Atualmente, a RedeNutri tem mais de 35 mil usuários

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) lançou, em 29 de outubro, em Porto Alegre um espaço virtual (clique aqui) para a troca de informações e experiências sobre alimentação e nutrição.

Resultado de uma parceria entre OPAS/OMS, Ministério da Saúde e o Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição (da Universidade de Brasília), o portfólio da Rede de Alimentação e Nutrição do Sistema Único de Saúde (RedeNutri) foi apresentado durante o 24º Congresso Brasileiro de Nutrição (Cobran). O material faz parte da Biblioteca Virtual de Saúde, operada pelo Centro Latino Americano de Informação em Ciências da Saúde (Bireme).

Atualmente, a RedeNutri tem mais de 35 mil usuários, entre nutricionistas, estudantes, pesquisadores, professores, gestores e diversos outros profissionais do setor público e privado, além de organizações não governamentais.

A variedade de participantes tem qualificado debates e proposições da rede. Professores podem utilizar o espaço para indicar cursos on-line, exibir vídeos, analisar casos didáticos, enquanto os alunos têm acesso a diversas publicações recentes e gratuitas. Os gestores e outros profissionais também podem utilizar os recursos da RedeNutri para formação, atualização e educação permanente.

De acordo com a consultora de nutrição da Opas/OMS no Brasil, Alice Medeiros, a participação é aberta, sendo necessário apenas um cadastro on-line. “Todos os participantes podem contribuir com a rede, compartilhando suas ideias por meio de textos, notícias, vídeos, relatos de experiências, fóruns, entre outras atividades. Uma equipe de moderação busca garantir que o debate seja sempre respeitoso, democrático e ético”, explicou Alice.

Acesse abaixo as publicações apresentadas pela Opas/OMS durante o 24º Congresso Brasileiro de Nutrição:

equipe eCycle

Fonte: ONUBr

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