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Nutricionista explica a importância de aliar sabor e nutrição à mesa

Nutricionista explica a importância de aliar sabor e nutrição à mesa

A alimentação só é considerada balanceada quando contém quantidades adequadas de vitaminas, proteínas, carboidratos e minerais para que o organismo e a mente trabalhem melhor e mantenham a saúde sempre em dia. Mas desenvolver bons hábitos alimentares não significa comer sem prazer.

A alimentação só é considerada balanceada quando contém quantidades adequadas de vitaminas, proteínas, carboidratos e minerais para que o organismo e a mente trabalhem melhor e mantenham a saúde sempre em dia. Mas desenvolver bons hábitos alimentares não significa comer sem prazer.

De acordo com Vanderli Marchiori, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias do Trigo (ABITRIGO), a hora da refeição deve ser um momento de calma, amor e satisfação. “A ausência de prazer durante a alimentação pode ser o grande gatilho para o aparecimento de compulsões e transtornos psiquiátricos, como anorexia, bulimia, entre outros”, explica.

Com a facilidade ao acesso e troca de informações por meio da internet, dicas e mitos sobre cardápios restritivos são veiculados na mídia e em blogs por pessoas não especializadas e sem a menor responsabilidade pelo impacto das mensagens transmitidas. Com tanta “desinformação” e modismos, muitas vezes a tarefa de montar um prato saudável pode parecer difícil. “A busca pelo corpo ideal em tempo recorde leva homens e mulheres a dietas malucas que certamente prejudicam em curto ou médio prazo a saúde. Por isso, apresentar um comportamento de inclusão dos alimentos e fazer com que isso vire hábito é muito importante”, conclui Vanderli.

Por fim, a nutricionista explica que seguir uma dieta indicada por algum familiar, amigo ou por blogueiros e celebridades pode ser muito prejudicial à saúde. “O ideal é procurar um profissional de nutrição para que as orientações sejam feitas de acordo com as necessidades e objetivos de cada paciente, sem deixar de lado a prática de atividades físicas, que aliada à alimentação garante resultados satisfatórios”, conclui.

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa

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5 inovações tecnológicas que monitoram a saúde

A tecnologia e a medicina caminham lado a lado de forma a proporcionar um monitoramento mais eficaz do estado de saúde dos indivíduos. Seja para uso em casa, seja na aplicação em consultórios e clínicas, pequenos aparelhos são capazes de fornecer resultados bastante precisos e adiantar diagnósticos, auxiliando no tratamento.

No caso de equipamentos que podem ser utilizados pelo próprio paciente é importante estar atento a algumas questões. Sempre verifique se o aparelho tem uso permitido no Brasil, consulte o médico caso algum resultado apresente anormalidades, e jamais faça automedicação. O uso destes aparelhos não substitui os exames de rotina.

Selecionamos, entre muitas, cinco inovações que facilitam a vida de médicos e demais profissionais de saúde e também de pacientes e seus familiares. Confira!

Monitores arteriais digitais

No lugar dos clássicos aparelhos de pressão que são inflados e apresentam leitura analógica, os mais modernos monitores arteriais digitais pedem apenas que um botão seja pressionado e pronto: dados como pressão e batimentos cardíacos são mostrados aos pacientes. Alguns modelos mais avançados podem ser conectados ao smartphone e oferecem um monitoramento detalhado por meio de aplicativos específicos.

Balanças inteligentes

Já existem modelos de balanças que fazem muito mais do que apenas indicar qual é o seu peso atual. Alguns equipamentos se conectam à internet e fornecem dados precisos sobre as medidas individuais, oferecendo inclusive gráficos de evolução de perda ou ganho de peso.

Ultrassom portátil

Com uso indicado em clínicas, consultórios, unidades móveis de atenção à saúde, veterinários e outros centros especializados, o aparelho de ultrassom portátil é ideal para fornecer resultados rápidos e proporcionar atendimento ágil nas mais diversas situações.

Impressoras 3D

As impressoras 3D cada vez mais desempenham um papel importante no meio médico. De exoesqueletos a cartilagens, de próteses a vértebras, a impressora certamente ainda tem muito a trazer para a área da saúde.

Aplicativos de saúde

Aqui a lista é bem ampla, e atende as mais diversas necessidades. Em um mundo cada vez mais conectado, não faltam aplicativos para desktop ou smartphone que monitoram os mais diversos aspectos da nossa saúde, do ciclo menstrual à detecção de pintas suspeitas na pele.

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Neuromarketing: entendendo o cérebro do consumidor

Unindo marketing e ciência, o neuromarketing nos ajuda a entender as decisões dos consumidores.

Entender e conhecer o consumidor não são tarefas fáceis. Se você pensa que questioná-lo sobre seus sentimentos e desejos é o suficiente, está na hora de rever seus conceitos. Diversos estudos já comprovaram que o cérebro é um dos principais responsáveis pelas escolhas das pessoas. E é claro que isso também se reflete no seu comportamento de compra.

Sabemos que de uns tempos para cá nossa sociedade tem mudado e uma nova consciência de consumo aparecido. Mais do que nunca, precisamos entender melhor um conceito importante no processo de conhecimento real do cliente: o neuromarketing. Pode parecer besteira, mas a neurociência explica, e muito, o motivo de diversas decisões, inclusive na hora da compra.

Por muitas vezes ouvi falar sobre esse tema e sempre pensava: “cara, isso não faz sentido”. Porém, com o tempo e a necessidade de me reinventar, resolvi estudar um pouco mais o conceito. A primeira coisa que fiz quando comecei minha empreitada foi me colocar no lugar do consumidor. Comecei a “racionalizar” o que de fato me fazia preferir um produto ou outro. A conclusão que cheguei? É que o neuromarketing faz toda a diferença na estratégia de uma empresa, principalmente na sua comunicação com o cliente. Afinal de contas, é aí que você mostra quem é e ao que veio. Então, vamos nessa aprender um pouco mais sobre isso?

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Mas, afinal, o que é o neuromarketing?

O termo se refere a um dos temas mais recentes estudado pelos profissionais de Marketing. Sua essência vem da união da neurociência com a pesquisa do comportamento do consumidor. Em resumo, a neurociência estuda como o cérebro e o sistema nervoso influenciam as decisões das pessoas. O Marketing, com base nessas informações, tenta entender de que forma isso pode ser aplicado em suas ações.

Ao unir Marketing e Ciência, fica mais fácil compreender a lógica de consumo, ou seja, o que leva as pessoas a terem interesse por um determinado produto. Os estudos levam em consideração as reações cerebrais aos estímulos externos e já comprovaram que as decisões de consumo são oriundas do subconsciente. As análises dessas reações geralmente são feitas por exames como a ressonância magnética funcional e o eletroencefalograma, que captam as atividades neurológicas.

Parece muito blá blá blá, né? Mas pesquisas realizadas por especialistas no assunto comprovaram que estimular memórias, emoções e experiências positivas é o que faz um cliente se lembrar e se afeiçoar a uma determinada marca. Essas informações são poderosas quando se quer atingir em cheio o coração dos nossos consumidores. As técnicas de Marketing, com base nesses estudos, podem ser aplicadas em qualquer material publicitário, seja online ou físico.

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Toda essa história de neuromarketing teve dois precursores: um professor de Marketing da Holanda, chamado Ale Smidts, e o médico-pesquisador norte-americano de Harvard, Gerald Zaltman. Os estudos tomaram forma a partir de 1990 e os benefícios que eles podem trazer aos empresários, entre outros, envolvem:

– Criação de campanhas mais focadas nas respostas do subconsciente dos consumidores;

– Entender as reações dos clientes a itens como cor, som, cheiro, textura, formato, sabor, entre outras características do produto;

– Entender as reações dos clientes previamente à finalização de campanhas publicitárias;

– Aplicação de pesquisas de desenvolvimento de produtos ou campanhas com resultados mais próximos à realidade.

E como posso aplicar isso à minha realidade?

Bom, nem sempre é fácil aplicar os conceitos de neuromarketing no seu negócio. Aqui, tentaremos dar uma ideia de como isso pode ser feito. Existem algumas técnicas que você pode aplicar na sua comunicação com o cliente que ajudam a “atingir o cérebro do consumidor”. Pela minha experiência como jornalista e empreendedora, essas dicas são super úteis a partir do momento em que você conhece bem o seu consumidor e sabe como e para quem está falando. Sem isso, elas podem acabar sendo mais um “tiro no pé”. Por isso, recomendo que antes de colocá-las em prática você avalie quais são as principais “dores” dos seus clientes. Vamos lá?

1) Mostre ao consumidor que ele não pode viver sem o seu produto! Em outras palavras, aproveite situações corriqueiras do dia a dia do seu consumidor para mostrar para ele como tudo pode ser mais fácil ao adquirir seu produto ou serviço. As relações custo x benefício e vantagens x desvantagens podem ajudar nesse processo de comunicação com o consumidor. Use-as principalmente nas campanhas publicitárias e peças gráficas que produzir. Também vale para suas publicações nas redes sociais.

2) Use linguagem simples, direta e familiar. Vai falar com o cliente? Aplique essa técnica. Vai produzir uma campanha? Faça o mesmo. Ou seja, em qualquer ponto de contato com o seu cliente essa é a melhor forma de atingir o “coração” e, consequentemente, o “cérebro” dele. Conhecendo bem o seu público, não há erro na definição dessa “voz”.

3) Mais é menos. Não adianta você acertar na “voz” e na construção de sua campanha se você “falar demais”. É comprovado cientificamente que a atenção e o foco são mantidos durante um período aproximado de três minutos. Portanto, seja objetivo. “Mais do mesmo” e “encher linguiça” não vão criar reações positivas nos seus clientes.

4) Estimule o visual e a emoção. O cérebro se apega a cores, sons, texturas, cheiros e tudo que gere de alguma forma sentimentos e emoções. Portanto, use isso a seu favor. Se você se colocar no lugar do consumidor, como seu produto atua nesse sentido? Ele tem uma cor ou embalagem que é só dele, como a Coca-Cola, por exemplo? Tem um cheiro próprio, como o das lojas Subway? Que sentimentos você passa para seus clientes através do seu produto ou serviço? Como o cérebro toma as suas decisões de forma inconsciente, estimular esses sentidos faz toda a diferença na hora do seu consumidor definir sua compra.

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Para aprofundar o conhecimento

Agora que você já sabe um pouco melhor o conceito e como pode usá-lo, queremos deixar algumas dicas de como se aprofundar no neuromarketing:

1) Leia o livro “A lógica do consumo”de Martin Lindstrom. Com casos reais ligados ao tema, o autor mostra as reações neurológicas a campanhas publicitárias e explica os fatores de sucesso de um produto com base na ciência.

2) Pesquise sobre a Psicologia do Consumo. Esse é outro campo de estudo bem interessante para entender melhor os sentimentos e emoções que envolvem o consumidor no processo de compra.

3) Entenda um pouco melhor o conceito de persona ou avatar. Nem tudo que vai servir para um grupo de consumidores, servirá para outro. Temos reações, emoções e sentimentos que variam de acordo com cada situação. O mesmo acontece com os produtos e serviços.

4) Se aprofunde nos conceitos de Neurociência do Consumidor e Neuroeconomia. Basicamente, o primeiro trata da aplicação de métodos científicos em pesquisas de mercado. O segundo refere-se ao estudo das reações neurológicas aos fatores econômicos.

5) Exercite o neuromarketing em você. Você também é consumidor, certo? Um bom teste é analisar as campanhas e produtos friamente. Sinta o que uma determinada peça publicitária te trás de sentimentos. Como você se sente ao consumir aquele produto? Essas sensações te ajudarão a achar o melhor caminho para o seu negócio.

Com um pouco de estudo e dedicação sem dúvida você estará preparado para encontrar o melhor caminho para incluir os conceitos e técnicas de neuromarketing nas suas interações com os consumidores. Eles serão essenciais, principalmente na definição de como você vai falar com ele. Já pensou o quão eficiente a sua comunicação pode se tornar se você o conhecer de forma tão profunda? E os lucros e benefícios que isso pode te trazer, então, nem se fala!

por, Ana Quintela Precci

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Descoberto um gene que causa a depressão

Cientistas russos identificaram um dos genes que causa a depressão, ao cabo de anos de uma procura que ainda não terminou, pois pode haver ainda dezenas por descobrir.

“Até agora não se tinha encontrado um único gene que fosse catalisador da depressão”, afirmou à agência Efe a bióloga Tatiana Axenovitch, professora no Instituto de Citologia e Genética de Novosibirsk, na Sibéria.

A procura pelos genes da depressão fez-se com computadores e modelos matemáticos de análise genética, usando dados estatísticos compilados pelo Centro Erasmo de Roterdão, que se dedica a estudar a doença, e pode ajudar a criar medicamentos mais eficazes.

Tatiana Axenovitch acrescentou que “foi muito difícil localizar o gene, porque não existe só um, ninguém sabe exatamente quantos são, mas podem ser dezenas”.

Com um gene identificado, poderão ser criados medicamentos novos contra uma doença que se tornou um problema de saúde pública e que depende em 40% de fatores genéticos e 60% de fatores ambientais.

“Por exemplo, com a ajuda do gene poder-se-á investigar mais profundamente o mecanismo que faz aparecer os sintomas depressivos”, destacou.

A investigadora afirmou que “as circunstâncias da vida e o stress a que se está sujeito são fatores decisivos” e salientou a dificuldade de fazer um diagnóstico, porque a doença se manifesta com gravidade, intensidade, duração e frequência diferentes.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, um dos principais obstáculos para curar a depressão é o diagnóstico errado, já que há pessoas que sofrem da doença e nunca são tratadas, enquanto, por outro lado, se receitam antidepressivos com demasiada ligeireza.

Os números da organização apontam para 350 milhões de pessoas afetadas pela depressão, a principal causa de incapacidade laboral no mundo.

Afeta mais mulheres que homens e estima-se que entre 08 a 15% das pessoas sofre de depressão durante a sua vida.

 

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O cérebro adapta-se à desonestidade

Afinal, a quem mente muito não custa mentir. Aliás, quanto mais mentem, mais facilidade têm em ser desonestos, permitindo que o que começou por uma pequena transgressão se transforme numa aldrabice gigante, sem que se sintam mal por isso.

E eu que andava aqui cheia de pena do pobre Centeno, imaginando-o num sofrimento indizível sempre que repete que a dívida está controlada, condoída pela agonia de António Costa a jurar que a austeridade acabou com a mesma cara com que anuncia novos impostos, já para não falar nos que nos asseguraram um crescimento fantástico e mais investimento, para agora nos virem dizer que tanto faz.

Como tive a ingenuidade de acreditar que aqueles senhores que andaram a fazer campanha pelo Brexit, anunciando poupanças incalculáveis com a saída da Europa, andassem agora por aí de mão no estômago, à conta da úlcera.

 

Mas, afinal, andei a sofrer em vão. Pelo menos é o que indica a investigação levada a cabo por uma equipa da University College of London, publicada na Nature Neuroscience com o título de “O cérebro adapta-se à desonestidade” (que plagiei para título desta crônica). A experiência foi conduzida em 80 voluntários, dos 18 aos 65 anos, que deixaram que os seus cérebros fossem “fotografados” por ressonância magnética funcional (fMRI), enquanto se envolviam num sofisticado “jogo” que incluía enganar (ou não) um parceiro de equipa.

Ao que parece, o incômodo desagradável que a mentira provoca traduz-se numa ativação da amígdala (estrutura do cérebro), mas a novidade é que esse impacto se vai desvanecendo com a repetição, mesmo quando a cada conto se lhe acrescenta um ponto. Ou seja, o cérebro habitua-se, facilitando a mentira. Mais ainda, o limiar varia de pessoa para pessoa, e a partir da forma drástica com que baixa a atividade na área, ou seja, através da análise do historial do comportamento mentiroso, será possível prever a magnitude da desonestidade seguinte.

 

Orgulham-se os investigadores de terem revelado o mecanismo biológico que suporta o “slipery slope” – a escalada de pequenas desonestidades a transgressões maiores – atribuindo-o a um processo de “adaptação emocional”.

 

Mas se a todas as mentiras está subjacente a ideia de ganho – neste caso um ganho material -, pelos vistos aldraba-se com menos escrúpulos quando se imagina que os proventos beneficiarão também terceiros. Como se o “altruísmo” justificasse a desonestidade.

 

O que explicaria também, digo eu, a aparente à vontade com que muitos políticos mentem, certos de estarem assim a ajudar o governo de que fazem parte, o partido em que militam, ou até o bom povo que só ganha em ser mantido na ignorância.

 

Contudo, se o estudo conclui que a repetição é o segredo do mentiroso, dessensitizando-o, houve quem viesse avisar contra o perigo de generalizar o resultado de uma experiência de laboratório. Sem porem em causa o resultado, afirmam que no dia a dia não há oportunidade de mentir àquela velocidade, impedindo um desgaste tão rápido do incómodo provocado pela desonestidade. Seguramente estão certos, mas será que têm ligado a televisão ultimamente?

por, Isabel Stilwell (Jornalista e Escritora)

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Os perigos escondidos das lâmpadas LED revelados por um especialista em fotobiologia!

A lâmpada LED é muito recomendada porque é ecologicamente correta. No entanto, seus malefícios à saúde são inúmeros. Infelizmente, ela foi imposta ao consumidor sem que seus danos fossem levados em consideração.

A lâmpada LED é muito recomendada porque é ecologicamente correta.

No entanto, seus malefícios à saúde são inúmeros.

Infelizmente, ela foi imposta ao consumidor sem que seus danos fossem levados em consideração.

De acordo com o dr. Alexander Wunsch, um especialista de nível internacional em fotobiologia, se o consumidor pudesse escolher, valeria muito mais a pena pagar a conta de energia mais cara usando lâmpada incandescente, que não faz mal à saúde, do que economizar na LED e sofrer alguns danos.

Lógico que em relação à  eficiência econômica, a LED é a preferida.

Não há dúvidas quanto a isso.

A luz de LED é eficaz, reduzindo o consumo em até 95% em comparação com lâmpadas incandescentes que liberam calor.

No entanto, o calor gerado pelas lâmpadas incandescentes, que é radiação infravermelha, é benéfico para a saúde e, portanto, vale a pena o custo extra.

No quesito saúde, existem grandes desvantagens nas lâmpadas de LED, pois elas emitem bastante radiação eletromagnética, um tipo de radiação nocivo.

Você não quer saber disso?

Prefere ignorar?

Pois saiba que, se ignorar esse fato, você pode ter consequências muito graves a longo prazo.

Uma das consequências do uso da lâmpada LED é, segundo o dr. Alexander Wunsch, o aumento dos casos degeneração macular relacionada com a idade (DMRI), que é a principal causa de cegueira nos Estados Unidos e em muitos países países.

Outros problemas de saúde enraizados na disfunção mitocondrial também podem ser exacerbados, e estes vão desde a desordem metabólica ao câncer.

Infelizmente as lâmpadas incandescentes, estão proibidas em muitos países, principalmente os desenvolvidos.

Elas consomem muito mais energia – não foi à toa que não demorou haver a substituição pela LED.

Infelizmente a lâmpada LED causa uma série de problemas de saúde devido à radiação eletromagnética.

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Veja alguns:

– Degeneração macular

– Desordem no metabolismo

– Câncer

– Lesões neurológicas

– Doenças renais

– Problemas na pele

– Hipertensão

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De acordo com o dr. Wunsch, do ponto de vista da saúde, a tecnologia LED é uma ideia muito ruim.

“Eu chamo a LED de cavalo de Tróia porque ela parece tão prática para nós,  aparentando ter tantas vantagens.

Ela economiza energia, é muito resistente, tem alta durabilidade.

Assim, é convidativo tê-las em nossa casa.

Mas não estamos cientes de que ela tem muitas desvantagens.

Ela é prejudicial à saúde física, mental, prejudicial à saúde da retina e também prejudicial para os hormônios”, diz ele.

Infelizmente, o uso da lâmpada  LED passou a ser prioridade nos EUA, no Brasil e na Europa, em uma tentativa de economizar energia.

Embora indiscutivelmente eficaz quanto à questão econômica, o impacto biológico dessa lâmpada foi completamente ignorado.

Houve muito pressa e nenhum aprofundamento em relação aos riscos.

O preço por isso – em termos de saúde – será muito alto, acredita o dr. Wunsch.

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Fonte: artigo How LED Lighting May Compromise Your Health

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Os perigos que a Inteligência Artificial trará à humanidade

Inteligência do bem ou do mal

Hoje estamos publicando dois artigos com diferentes abordagens sobre a Inteligência Artificial: um otimista e entusiasmado, quase ufanista, e outro mais cauteloso, preocupado, quase pessimista. É comum que os apaixonados por tecnologia identifiquem-se quase naturalmente com o primeiro enfoque, mas é importante não perder de vista as responsabilidades e os novos desafios que todos os progressos trazem. O ideal é que a abordagem responsável não iniba os sonhos da visão apaixonada e que o ideal de um futuro mais promissor não se esqueça de que, para deixarem de ser meras fantasias, os sonhos precisam firmar resolutamente os pés no solo da realidade.


Os perigos que a Inteligência Artificial trará à humanidade

“Fico hesitante em dizer que devemos acelerar nosso desenvolvimento tecnológico,” ponderou o professor Frank Allgöwer. [Imagem: Cortesia Stuttgarter-Zeitung/Reiner Pfisterer]

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Perdendo o controle da tecnologia

De veículos autônomos a fábricas e cidades inteligentes, a humanidade está construindo sistemas computacionais dinâmicos cada vez mais complexos, que trabalham em rede com alto grau de automação e de autonomia.

O grande medo é que, nesse grande mundo interconectado que se avizinha, os humanos tornem-se meros usuários desses sistemas dinâmicos complexos, e não mais a força que os controla.

Para o professor Frank Allgöwer, da Universidade de Stuttgart, na Alemanha, somente com um grande esforço em pesquisa básica, particularmente na área de engenharia cibernética, será possível desenvolver mecanismos de controle para garantir que tudo funcione de maneira adequada – e, sobretudo, que nada saia do controle humano.

“Ainda não entendemos muito bem como esses sistemas funcionam, como interagem e se organizam, mas ainda assim os estamos construindo. Embora pense que os efeitos positivos devem superar os negativos, fico hesitante em dizer que devemos acelerar nosso desenvolvimento tecnológico. Creio que este seria o momento de fazer a pesquisa básica alcançar as inovações tecnológicas que estão surgindo para que possamos realmente entender o que está acontecendo”, ponderou Allgöwer durante uma palestra em São Paulo, promovida pela Fapesp.

Engenharia cibernética

De acordo com o pesquisador alemão, a autonomia crescente e a estrutura em rede são as características-chave das inovações tecnológicas atuais. E a engenharia cibernética é a ciência básica que está no centro desse processo, possibilitando, por meio de métodos matemáticos e teoremas, prever o funcionamento desses sistemas complexos e influenciar seu comportamento.

“Controlar um sistema dinâmico – como por exemplo um carro autônomo – é uma tarefa difícil, nada trivial. Requer, portanto, uma boa base teórica. Mas esse não é o fim da linha. No futuro, haverá muitos carros autônomos e eles terão de se organizar e conversar entre si, de modo a otimizar o trânsito, poupar energia, tempo e evitar acidentes. Essa rede terá de ser operada por controladores cibernéticos, pois nenhum humano consegue reagir rápido o suficiente para gerir uma rede tão complexa e da qual muitas vidas dependem,” exemplificou Allgöwer.

Os perigos que a Inteligência Artificial trará à humanidade

O sonho da inteligência artificial continua cada vez mais vivo, mas um número cada vez maior de especialistas teme uma revolução das máquinas. [Imagem: Jared C. Benedict/MIT Media Lab]

Do mesmo modo, nesse futuro a geração de energia não será mais concentrada em grandes usinas, e sim distribuída em pequenas unidades individuais e até domésticas, formadas por geradores eólicos ou solares interconectados. Essas unidades terão de se organizar de modo a enviar energia onde há demanda, evitando falhas e interrupções no fornecimento.

Já nas fábricas, as linhas de montagem introduzidas na segunda revolução industrial estão dando lugar a estações de manufatura estruturadas em redes. “Na indústria 4.0, se o robô de uma determinada estação quebrar ou estiver sobrecarregado, outro assume sua função e, nesse sistema interconectado, é possível produzir mercadorias de forma mais barata e eficiente,” disse.

Papel das ciências humanas

Para Allgöwer, a crescente autonomia dos sistemas dinâmicos é, em princípio, algo positivo, devendo beneficiar a economia, os meios de trabalho, aumentar a qualidade de vida e a eficiência no uso de recursos, tornando as atividades humanas mais sustentáveis.

Porém, pode haver perigos associados.

“Esses sistemas são tão complexos que os seres humanos não têm como acompanhar tudo o que está acontecendo. Os robôs terão todo o conhecimento sobre nós e vão influenciar tudo o que fazemos. Poderiam essas máquinas assumir o controle da sociedade?”, indagou.

Para responder a questões como essa, segundo Allgöwer, além de pesquisas em engenharia cibernética também serão necessários estudos em áreas como filosofia e ciências sociais.

“É preciso que pesquisadores da área de humanas supervisionem o que os engenheiros estão construindo”, recomendou ele.

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Veja lista de alimentos que te deixam bem humorado

Banana, aveia, pimenta… alimentos podem regular seu humor

O nutrólogo Roberto Navarro e a culinarista funcional Malu Lobo prepararam uma lista com 17 alimentos que contribuem para que você fique de bom humor . Veja os detalhes:

Aliados da serotonina

A serotonina é um hormônio que ajuda a regular o lado comportamental e, com isso influencia do humor de cada  um. Estudos já mostraram que quando se tem fome ou está estressado, os níveis desse hormônio variam. Isso é uma explicação para o motivo de pessoas com fome ficarem bravas ou irritadas.

Segundo Roberto, alguns alimento são ricos em triptofano, um composto que ajuda a estimular a produção de serotonina. Com esse neurotransmissor em dia e em boa quantidade, a tendência e se sentir mais feliz.

Estão nesse grupo alimentos fáceis de serem encontrados em qualquer feira ou mercado, como banana , abacate , folhas verdes (espinafre, rúcula e agrião) e oleaginosas como castanha e avelãs . Você ainda pode apostar em grãos como arroz integral , aveia e grão de bico . Lembre-se também de gema de ovo e iogurte . Diversos desses alimentos podem ser combinados para aquele café da manhã “da felicidade”.

Aliados da dopamina

Outro neurotransmissor que está ligado ao humor é a dopamina. Ele é conhecido por ativar o chamado sistema de recompensa do cérebro, responsável, por exemplo, pela sensação de prazer. Assim como no caso da serotonina, também há uma lista de alimentos que estimulam a produção dessa substância. São eles frutas como limão e laranja ; temperos, como cúrcuma e pimenta vermelha e também o cacau .

Para acalmar

Estar mais calmo e tranquilo também pode significar se sentir mais feliz. Pensando nisso, a indicação do nutrólogo é talo de alface , rico em lactucina, substância que tem efeito calmante.

Intestino funcionando em dia

Outro aspecto que está relacionado ao humor é o funcionamento do intestino. Roberto brinca e diz que esse órgão é o segundo cérebro. Para melhorar a flora intestinal a indicação é biomassa de banana verde .

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Fonte: iG

por Marcos Moraes – Jornalista

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