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Batimentos cardíacos podem enganar percepções

Batimentos cardíacos podem enganar percepções

Pessoas muito sensíveis a seus estados internos, como a consciência da pulsação do próprio sangue, tendem a ser mais propensas a transtornos de ansiedade e pânico

Você sente seu coração batendo? A maior parte das pessoas não consegue, a menos que estejam agitadas ou com medo. Isso ocorre porque, em condições normais, o cérebro disfarça essa percepção para garantir um equilíbrio delicado e necessário: precisamos ser capazes de sentir o músculo cardíaco disparar ocasionalmente para reconhecer o medo ou a excitação. Porém, perceber o ritmo constante na maior parte do tempo nos distrairia demais ou até nos enlouqueceria.

Atualmente, várias pesquisas sugerem, no entanto, que, devido à forma como o cérebro compensa (e disfarça) nossos batimentos, ele poderia estar vulnerável a ilusões sensoriais. Cientistas de uma equipe do Instituto de Tecnologia Federal Suíço, em Lausanne, conduziram uma série de estudos com 143 participantes e constataram que os voluntários levavam mais tempo para identificar um objeto que “aparecia e sumia” quando surgia em sincronia com seus batimentos cardíacos. Utilizando uma ressonância magnética funcional, os especialistas notaram também que a atividade na ínsula, uma área cerebral associada à autopercepção, era suprimida quando as pessoas viam essas imagens sincronizadas.

Os pesquisadores que conduziram o estudo, publicado em maio de 2016 no Journal of Neuroscience, sugerem que o objeto era suprimido pelo cérebro, pois se “misturava” com todas as outras alterações do corpo que ocorrem com cada batimento cardíaco, das quais não nos damos conta: os olhos fazem movimentos minúsculos, a pressão ocular muda ligeiramente, o tórax se expande e se contrai. “O cérebro ‘sabe’ que o batimento é proveniente da própria pessoa, por isso é como se não se incomodasse com as consequências sensoriais desses sinais”, diz Roy Salomon, um dos autores do estudo.

Outra pesquisa já havia mostrado que as pessoas percebem mais prontamente que um órgão ou membro de realidade virtual é realmente o seu próprio quando surge junto a um estímulo que “aparece e some” em sincronia com seus batimentos cardíacos. Na extremidade oposta do espectro estão resultados de estudos que revelam que as sensações cardíacas podem intensificar o processo de identificação de ameaças. Indivíduos detectam com mais facilidade imagens assustadoras que aparecem ao mesmo tempo que os batimentos cardíacos e as consideram mais intensas. Talvez em razão de um batimento cardíaco perceptível estar frequentemente associado ao medo e à ansiedade, o cérebro tende a confundir o estímulo sincronizado, como se estivesse associado à reação de estresse que nos impulsiona a lutar ou fugir.

A descoberta ajuda a explicar por que as pessoas muito sensíveis a seus estados internos, incluindo a consciência de seus batimentos cardíacos, tendem a ser mais propensas a transtornos de ansiedade e pânico. Para a maioria de nós, porém, o coração continua sua labuta sem ser notado – e pode ser que as peculiaridades perceptuais relacionadas também não estejam sendo notadas.

Esta matéria foi publicada originalmente na edição de abril da Mente e Cérebro, disponível na Loja Segmento: http://bit.ly/2okoyWj 

Batimentos cardíacos podem enganar percepções

Artigo da ‘Science’ analisa as causas e formas da mentira

A revista Science publicou nesta quarta-feira (4) um estudo sobre a mentira, no qual aborda seus propósitos, técnicas, meios e consequências. O objetivo é explorar as muitas dimensões da mentira e por que as pessoas mentem, assim como entender se a tecnologia mudou nossas idéias ou opiniões sobre mentir. Esta lição faz parte de um grupo de lições que se concentram nas ciências sociais, comportamentais e econômicas, desenvolvidas pela Associação Americana para o Avanço da Ciência, e são financiadas pela National Science Foundation. Nesta lição, os alunos aprendem sobre os diferentes aspectos da mentira – o que é, por que o fazemos e como o fazemos. Eles também exploram se o advento da tecnologia mudou nossas idéias ou opiniões sobre mentir.

É importante considerar fatores ambientais e de desenvolvimento ao estudar a mentira. As crianças nascem em um ambiente social e cultural que afeta como aprendem a pensar e a se comportar, por meio da instrução, do exemplo, das recompensas e do castigo. Eles também são influenciados por amigos, pessoas próximas, parentes e pelos meios de comunicação. Como os indivíduos vão responder a todas essas influências tende a ser imprevisível. Há, no entanto, alguma semelhança substancial na forma como os indivíduos respondem ao mesmo padrão de influências – isto é, de serem criados na mesma cultura. Além disso, os padrões de comportamento induzidos culturalmente, como os padrões de fala, a linguagem corporal e até mesmo a mentira, ficam tão profundamente inseridos na mente humana que operam com frequência sem que os próprios indivíduos sejam plenamente conscientes deles. Pode se dizer que a mentira é um subproduto natural dessas influências.

Cada cultura inclui uma teia um pouco diferente de padrões e expectativas de comportamentos que são aceitáveis ou não. Comportamentos incomuns podem ser considerados meramente divertidos, desagradáveis ou punitivamente criminosos. As consequências sociais consideradas apropriadas para comportamentos inaceitáveis também variam amplamente entre si e de acordo com diferentes sociedades. Na área da mentira, os estudos giram em torno da compreensão de como as conseqüências sociais afetam a probabilidade e a natureza de mentir. O estudo científico da mentira é bastante complexo e difícil de se estudar.

Os alunos descobrem nesta lição que a tecnologia há muito tempo desempenha um papel no comportamento humano, mesmo na área da mentira. Na verdade, o crescimento tecnológico continua a influenciar e perpetuar o tipo, grau e frequência com que contamos mentiras. O advento dos telefones celulares e da Internet deu às pessoas mais meios e oportunidades através das quais podem contar mentiras, muitas vezes com mais segurança do que se estivessem mentindo pessoalmente. Por outro lado, observamos que os esforços da aplicação da lei ao longo dos anos para encontrar melhores meios tecnológicos para detectar a verdade da mentira. Tal como acontece com os seres humanos, estes esforços até agora têm sido pouco expressivos.

Os estudos sobre a mentira consideram as consequências pessoais e sociais de escolhas individuais em muitas áreas da vida. Eles precisam avaliar também acontecimentos que ocorrem na vida de seus amigos (ou seus próprios) e oferecem apenas escolhas indesejadas. Desta forma começamos a estudar os custos sociais da mentira e os benefícios de ser verdadeiro, que a maioria das pessoas aprende à medida que envelhece.

Existem muitos fatores sobre a mentira que não podem ser unicamente examinados de forma científica. Da mesma forma, existem crenças que – por sua própria natureza – não podem ser provadas ou refutadas. O esforço científico nessas áreas pode, no entanto, contribuir para a discussão de questões como a mentira, identificando as prováveis consequências de ações particulares, o que pode ser útil para avaliar alternativas.

Um equívoco para se manter em mente durante o estudo sobre a mentira é o de não perceber que  valores, crenças e atitudes podem diferir de cultura para cultura ou que as pessoas de outras culturas têm idéias diferentes porque suas situações são diferentes.

A ciência da mentira é um aspecto muito complexo, embora comum da vida. Devemos considerar as seguintes questões:

1. Que tipos de pessoas mentem?

2. Que habilidade única da comunicação humana torna a mentira possível?

3. Qual é a diferença entre mentir e se enganar, como forma de se defender?

4. Quais são alguns efeitos negativos da mentira na sociedade?

5. Por que é difícil para as pessoas reconhecer um mentirosos?

6. O que acontece às pessoas fisicamente quando mentem?

7. Por que os resultados de um teste de polígrafo não podem ser precisos?

8. Que outros métodos são usados para detectar a mentira?

9. Em que áreas você deve se concentrar na tentativa de detectar um mentiroso?

10. Quais são alguns sinais da mentira?

11. O que são “verdadeiras mentiras” e por que fazem a compreensão e a detecção de mentir tão difíceis?

Questões básicas da mentira verdadeira

Como é a sensação de mentir? E de falar a verdade?

Que tipo de preço os mentirosos pagam nessas situações?

Esta atividade fez de você um melhor detector de mentiras?

E se essa pessoa lhe dissesse a mesma história por e-mail? Você seria capaz de detectar se ele ou ela estava mentindo?

(Aceite todas as respostas razoáveis. Incentive os alunos a elaborarem suas respostas.)

Você também pode querer apontar as diferenças culturais na aceitabilidade de mentir. Em vendas, por exemplo, o exagero de reivindicações de produtos é bem conhecido, levando ao aviso, “Deixe o comprador tomar cuidado.” Além disso, em nossa cultura, é geralmente mais aceitável para as pessoas no poder, como os políticos, mentir para o Público, para os homens a mentir para as mulheres, e para os pais a mentir para as crianças.

Ao longo das últimas décadas, a mentira se manteve no mesmo ritmo que o avanço da tecnologia. Conclui-se que as pessoas não se limitam a mentir pessoalmente, mas utilizam o telefone, por fala ou através de mensagens de texto, por e-mail, posts, blogs, sites e salas de bate-papo pela Internet.

Batimentos cardíacos podem enganar percepções

De 7 Em 7 Anos a sua vida muda completamente: Você precisa conhecer essa teoria

A teoria dos setênios é um dos pilares da antroposofia, linha de pensamento criada pelo filósofo Rudolf Steiner que estabelece uma espécie de “pedagogia do viver” do ser humano, interagindo com todo o universo.

Dentro desse pensamento filosófico há a ideia de ver a vida de forma cíclica, a partir da observação dos ritmos da natureza, divididos em fases de sete anos.

O que são os setênios

O número 7 é, por natureza, um número místico dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas. Dessa forma, os ciclos da natureza também respeitam uma subdivisão possível de múltiplos de 7.

Nos três primeiros ciclos, que compreendem dos 0 a 21 anos, chamados “setênios do corpo”, é quando se amadurece o corpo físico e também acontece a formação da personalidade.

Os três ciclos seguintes, dos 21 aos 42 anos, são conhecidos como “setênios da alma”. É a fase em que, superadas as experiências básicas da vida, a pessoa se insere na sociedade e faz as escolhas.

Só a partir dos 42 anos, nos últimos setênios, há usufruto da vida com maturidade, profundidade e espiritualidade.

No caso das mulheres, a divisão por setênios ajuda a entender os processos do feminino, que vão do amadurecimento à capacidade reprodutiva até a menopausa, quando as forças da reprodução se transformam em força do pensar mais ligadas à introspecção, possibilitando uma ampla visão de vida.

A seguir, conheça um pouco das características de cada setênio.

Dos 0 as 7 anos de idade: ninho

Interação entre o individual (adormecido) e o hereditário. Há ainda o encontro entre a parte espiritual da individualidade e a parte biológica, preparada após a fecundação no ventre materno.

A hereditariedade está bem marcada nas células do corpo no 1º setenio, pela ação das forças herdadas, e são armazenadas nos rins para a vida inteira. Nessa idade, porém, a presença da mãe é fundamental, até que aos sete anos a criança se torne autônoma

Dos 7 aos 14 anos: troca

Começam a surgir os dentes permanentes e os órgãos do sistema rítmico, aqueles contidos na caixa torácica (coração e pulmão), amadurecem.

É nesta fase que o mundo externo aparece e, se descobre como se manifestar nesse mundo. Esquematizando de forma gráfica este movimento, há forças entrando e forças saindo. A característica desse setênio é a troca.

Dos 14 aos 21 anos: puberdade/adolescência e crise de identidade

A mulher começa a menstruar e o homem se torna fértil.

Essa é a fase onde o ser humano sai do mundo mais paradisíaco e cósmico da infância e entra no mundo terreno. Ele se torna cidadão terrestre, coparticipante da cidadania, de seu lugar, sociedade, e do mundo.

Dos 21 aos 28 anos: limites

Músculos e ossos estão fortes e homem e mulher atingem o ápice da fertilidade.

Como se inicia a fase da alma, surge a emoção e dúvidas como: “Escolhi a profissão certa? Quais talentos e aptidões eu deixei para trás? Consegui uma boa relação com o mundo, com o trabalho, com a família e comigo mesma?”

Dos 28 aos 35 anos: fase organizacional

O baço-pâncreas não sustenta mais a carne e o rosto começa a enrugar.

Nesta fase vem a crise do talento: “Será que estou no caminho? Qual o caminho a seguir?” Também há questões sobre intelecto e índole próprios: “Ocorreu alguma mudança importante na minha vida nos últimos tempos?”

Dos 35 aos 42 anos: crise de autenticidade

O fígado perde metade de suas funções e o cabelo começa a cair e esbranquecer.

É a fase da alma e da consciência. As perguntas são: “O que farei daqui pra frente, agora que já passou metade da vida? Acrescentei novos valores à minha vida? Encontrei minha missão?”

Dos 42 aos 49 anos: altruísmo x manter a fase expansiva

Os pulmões perdem mais capacidade de oxigenar o sangue, o rosto se torna descolado, a andropausa e a menopausa chegam nesse setênio.

“Estou desenvolvendo alguma criatividade nova? Como está meu casamento? E meus relacionamentos, a relação com meus filhos? Estou procurando ou já encontrei um novo lazer para esta fase?”

Dos 49 aos 56 anos: ouvir o mundo

A vitalidade declina, a energia dos rins e do fígado está mais fraca e surge a incapacidade de eliminar mais toxinas.

Vem a fase inspirativa ou moral, e com isso, as perguntas: “Consegui encontrar um novo ritmo de vida? Como está meu ritmo anual, mensal, semanal e diário?”

Dos 56 aos 63 anos: abnegação

Os dentes começam a cair, a visão e a audição se tornam mais fracos, os reflexos e a mobilidade passam a sofrer alterações em razão do declínio energético dos órgãos sólidos (coração, baço-pâncreas, fígado e rins).

É a etapa mística ou intuitiva: “O que eu consegui realizar? Como estou cuidando do corpo, da memória, dos órgãos dos sentidos? Como estão meus bens e aposentadoria?”

Dos 63 aos 70 anos: sabedoria

É a ‘fase do mestre’.

A criança tem em volta de si uma aura e luz, pois ainda não está totalmente encarnada.

Nessa fase no 10º setênio, essa aura está interiorizada e luminosa por dentro, desde que a pessoa não esteja doente.

Se tiver respeitado o ritmo de cada fase, sua luz interior também brilhará.

(Autora: Camila Silva )
(Fonte: vix.com )

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Ano novo, conhecimento novo

A investigação científica e tecnológica produz conhecimento novo todos os anos. Todas as áreas do conhecimento científico avançam, umas mais, outras menos, mas todas progridem no sentido de nos apresentarem uma melhor compreensão do Universo. Alguns avanços são, contudo, mais mediáticos, pois colocam em causa, ou melhoram, as teorias até aí estabelecidas e aceites pela comunidade científica internacional.

Neste contexto, no novo ano de 2017 poderemos testemunhar algumas descobertas científicas que serão notícia nos órgãos de comunicação social. E quais serão elas? As revistas Science e Nature todos os anos exercitam previsões de quais serão. Apresento de seguida algumas delas.

Muito da evolução científica das últimas décadas deve-se ao papel desempenhado pelo uso de computadores cada vez mais potentes, que permitem cálculos e tratamentos de dados colossais antes impossíveis.

Assim, as investigações sobre o desenvolvimento de computadores quânticos, em que os chips são “substituídos” por átomos, aumentando consideravelmente a capacidade de cálculo, continuarão a ser notícia durante este ano que agora começa.

Em Abril próximo, astrônomos usarão nove telescópios localizados em vários locais do globo terrestre para formar um grande observatório planetário. Um dos objetivos será o de tentar conseguir obter a primeira “fotografia” da região que limita exteriormente um buraco negro. O escolhido é um buraco negro super massivo situado no centro da Via Láctea.

A teoria da relatividade de Einstein continuará a ser testada e confrontada com novos dados experimentais, aliás como todas as teorias o são, eventualmente provenientes dos observatórios LIGO e VIGO, situados respectivamente nos Estados Unidos e em Itália, centrados na detecção de novas ondas gravitacionais.

A imunooncologia, uma nova estratégia na luta contra o cancro, que tem vindo a ser desenvolvida nos últimos três anos, na qual as células do nosso sistema imunitário são “instruídas” para detetar e destruir as células cancerosas, é uma área da biomedicina que estará na mira do nosso maior interesse.

O avanço nas técnicas de sequenciação de genomas, que as torna cada vez mais rápidas e baratas, permitirá que, em 2017, se publiquem muitos estudos sobre os genomas de seres vivos ainda não sequenciados.

Com particular destaque estará a compreensão que daí advirá para a interação entre os microrganismos que vivem no nosso corpo (o nosso microbioma) e a sua influência sobre o nosso estado de saúde. Entre outros, o Projeto do Microbioma Humano, a decorrer nos Estados Unidos, trará muitas novidades nos próximos meses.

Termino esta breve e obviamente incompleta lista (imposta pela limitação de espaço para esta cronica) sublinhando as grandes expectativas que existem com o desenvolvimento e aplicação de técnicas de edição do genoma, principalmente com a designada genericamente por CRISPR. A possibilidade de corrigir “letra a letra” genes que possam estar envolvidos em doenças, para além de levantar várias questões éticas, potencia uma nova revolução na investigação biomédica e tratamento de doenças.

Que 2017 nos traga o melhor da Humanidade!

Autor: Antonio Piedade é Bioquímico e Comunicador de Ciência. Publicou mais 500 artigos e crónicas de divulgação científica na imprensa portuguesa e 20 artigos em revistas científicas internacionais. É autor de seis livros de divulgação de ciência: “Íris Científica” (Mar da Palavra, 2005 – Plano Nacional de Leitura),”Caminhos de Ciência” (Imprensa Universidade de Coimbra, 2011), “Silêncio Prodigioso” (Ed. autor, 2012), “Íris Científica 2” (Ed. autor, 2014), “Diálogos com Ciência” (Ed. autor, 2015) prefaciado por Carlos Fiolhais, “Íris Cientìifca 3” (Ed. autor, 2016).

Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva

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Estudo Francês diz que o sutiã atrapalha mais do que ajuda

Um estudo francês aponta para o facto de o sutiã não trazer qualquer benefício às mulheres, antes pelo contrário. As participantes na investigação que não usavam sutiã por vontade própria registraram uma elevação nos mamilos de sete milímetros.

De acordo com um estudo conduzido por Jean-Denis Roullion, investigador de ciência desportiva do Centro Hospitalar Universitário de Besancon, em França, sutiãs não oferecem nenhum benefício em termos de apoio à mama.Os resultados da pesquisa mostram na verdade o oposto: havia uma elevação de sete milímetros nos mamilos das mulheres que não usavam sutiãs. Segundo o cientista, os sutiãs podem reduzir a circulação e o tom da mama ao longo do tempo.“Os nossos primeiros dados confirmam a hipótese de que o sutiã é uma falsa necessidade“, disse Rouillon ao portal France Info.“Medicamente, fisiologicamente, anatomicamente, o peito não beneficia de ser privado de gravidade, em vez disso, enfraquece”, explica.O estudo teve uma duração de 15 anos e contou com a participação de 330 voluntárias com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos. A equipa não só mediu o peito de cada uma como registrou ainda todas as alterações ao longo desse período.

As mulheres que não usavam sutiã tinham uma vantagem de sete milímetros. Além disso, os seus seios também eram mais firmes e as marcas de estrias desapareceram. Também não houve sinais de que os sutiãs ajudassem a atenuar as dor nas costas.

Os investigadores acreditam que usar sutiãs impediu o crescimento do tecido mamário, o que levou à deterioração dos músculos que suportam os seios.

No entanto, isso não significa que agora todas as mulheres do mundo deveriam simplesmente deitar os seus sutiãs fora. Roullion afirma que uma mãe de 45 anos, por exemplo, pode não ver nenhum benefício em parar de usar agora, até porque o estudo não envolveu mulheres mais velhas do que 35 anos.

As mulheres que apresentaram melhoria na elevação do mamilo foram as mulheres que escolheram, por vontade própria, não usar sutiã, e não porque foram forçadas a fazer isso pelo estudo.

Outro médico, que não fazia parte da investigação, afirma que a remoção do sutiã também pode aumentar a produção de colagénio e a elasticidade.

Os cientistas consideram que esta é uma pesquisa muito interessante mas alertam para o facto de estes resultados serem preliminares e a amostra ser pequena. Por isso, são necessárias mais pesquisas para tirar mais conclusões sobre o tema.

ZAP / HypeScience

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NUMEROLOGIA PARA 2017 – PREVISÕES PARA O ANO

Você sabe o que os números preveem para o ano de 2017? Confira abaixo!
Se você ainda não sabe qual é o seu número pessoal segundo a data de nascimento, descubra já AQUI.

NUMEROLOGIA 2017 – ANO DE ENERGIA 1

O ano de 2017 é um ano de energia 1, o início de um ciclo que começa agora e só termina em 2025. É um ano 1 pois resulta da soma de seus algarismos: 2017 = 2+0+1+7 = 10 = 1+0=1. O antigo ciclo já passou, 2016 era um ano novo, do fim de um ciclo que começou em 2008, portanto neste 2017 os velhos problemas devem se resolver, desaparecer ou se apresentar com uma nova e positiva perspectiva. É um ano de movimento, de escolhas, de reflexões e gratidão da vida para os planos de um futuro melhor.

TRABALHOS E PROJETOS

Este ano irá favorecer as descobertas e aplicação de métodos inovadores. Tudo aquilo que é novo, inédito, original tem chances de ser bem sucedido, o mundo está pedindo por isso nesse novo ciclo. A atmosfera de início de ciclo incentiva a criatividade, os projetos ousados e te dará ideias de meios e ferramentas para alcançá-los. É ano de começar a construir, de plantio, para colher frutos nos próximos anos que virão. O ano de 2017 deverá favorecer especialmente aqueles que têm cargos de responsabilidade, como empreendedores, professores, autoridades, pesquisadores e inventores.

LADO HUMANO E PESSOAL

Depois de um ano de encerramento de ciclo conturbado e cheio de discórdias, a energia do 1 irá valorizar o lado humano das pessoas. A proteção de si mesmo, da sua privacidade e da sua paz vão estar em alta, para isso é preciso analisar bem as pessoas ao redor e se conhecer melhor. A generosidade está em alta e deverá ser valorizada, desperte a sua sensibilidade em ajudar e ela será bem vista e bem recompensada.

NO AMOR

O início de ciclo traz a alegria do começo dos romances, das aventuras juntos, do frio na barriga pelo próximo passo. Portanto, é um ano propício para se apaixonar, casar, morar junto, pensar em filhos, em uma vida a dois. Mas é preciso saber que o ano 2017 também tem a energia do inovador, do original e do diferente, portanto o casal deve manter a sua liberdade individual, sendo cada um responsável por si mesmo e autônomo. Com liberdade e amor a tendência será construir relacionamentos fortes e duradouros, verdadeiros companheiros.

A INFLUÊNCIA DA NUMEROLOGIA NA MINHA VIDA PARTICULAR EM 2017

As previsões acima são gerais, é a imposição da energia do número 1 sobre todas as pessoas. Quer saber a previsão da numerologia para o seu dia em específico? É muito simples. Você deve primeiro descobrir qual é o número que representa a sua personalidade pela data de nascimento. Para isso, deve somar todos os algarismos do dia que você nasceu.

Por exemplo, se você nasceu em 31 de março de 1989, deve somar:

Cálculo de dia e mês: 31+3 = 34 = 3+4 = 7

Cálculo do ano: 1989 = 1+9+8+9 = 27 = 2+7= 9

Cálculo final: 7 (dia e mês) + 9 (ano) = 16 = 1+6 = 7

Para a numerologia, você tem a personalidade número 7.

Lembre-se sempre de reduzir o número até um algarismo entre 1 e 9, exceto quando o número final for 11 ou 22, que são números mestres e não devem ser reduzidos.

Pronto, agora que você já sabe qual é o seu número de personalidade pode conferir abaixo quais são as previsões da numerologia 2017 em amor, trabalho, saúde e dinheiro especialmente para você!

As previsões para o número 1
As previsões para o número 2
As previsões para o número 3
As previsões para o número 4
As previsões para o número 5
As previsões para o número 6
As previsões para o número 7
As previsões para o número 8
As previsões para o número 9
As previsões para o número 11
As previsões para o número 22
Quer entender melhor o que significa ser representado por um número? Confira aqui o significado do número resultante da data de nascimento e tenha maior compreensão da numerologia e do que ela é capaz.

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Sabia que uma vida sexual ativa melhora a memória feminina?

O sexo pode ajudá-lo a manter-se mais elegante, feliz e saudável e, segundo um novo estudo, também pode melhorar a memória.

De acordo com o ‘Daily Mail’, do Reino Unido, uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade McGill, localizada no Canadá, indicou que mulheres que apresentam uma vida amorosa ativa possuem uma memória melhor do que aquelas que não praticam atividades sexuais regularmente.

O estudo foi conduzido por três pesquisadores – dois do quais eram mulheres –, e envolveu a participação de 78 voluntárias heterossexuais, com idades entre 18 e 29 anos. Antes de passar por uma série de testes de memória, essas mulheres tiveram que responder a questões sobre as suas vidas sexuais.

Os testes envolveram, numa primeira fase, a visualização de um conjunto composto por 60 rostos e palavras. Depois, as participantes do estudo tiveram que se concentrar num conjunto ainda maior, formado por 90 itens diferentes, além daqueles rostos e palavras que se encontravam na primeira série observada.

A ideia dos cientistas era avaliar a chamada “memória a curto prazo”, também conhecida como memória primária ou ativa, que é a capacidade que o cérebro tem de reter uma informação por um curto período de tempo.

Os resultados do estudo foram publicados no jornal científico ‘Archives of Sexual Behavior’ e revelaram que aquelas mulheres que praticam sexo com mais frequência registraram as maiores pontuações nos testes de memória.

No entanto, segundo os pesquisadores, o efeito de memorizar foi bem mais perceptível quando se tratava de lembrar palavras e não rostos, e isso foi atribuído ao fato de a memória de palavras a curto prazo ser controlada pela região cerebral conhecida como hipocampo, enquanto que a memória facial é processada por outras estruturas cerebrais.

Os cientistas afirmaram que tal constatação dá suporte à teoria de que a prática sexual reforça os neurônios na região do hipocampo, ao estimular um processo chamado neurogenese, que consiste no crescimento de novas células e tecidos nesta região cerebral, fortemente envolvida no controlo da memória.

Ainda de acordo com o ‘Daily Mail’, apesar do recente estudo ter envolvido apenas mulheres, pesquisas anteriores apontam que o cérebro masculino não se beneficia tanto quanto o feminino do estímulo da memória desencadeado pela atividade sexual regular.

por, Redação

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Cérebro responde à religião do mesmo jeito que ao sexo

À primeira vista, experiências espirituais ou religiosas não têm muito em comum com relacionamentos amorosos, música e drogas. Mas um novo estudo da Escola de Medicina da Universidade de Utah, nos EUA, publicada ontem na revista “Social Neuroscience”, afirma que a crença no contato com o divino é capaz de ativar os circuitos de recompensa e prazer no cérebro da mesma forma.

A pesquisa foi feita com um grupo de 19 ex-missionários mórmons, como são conhecidos os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Estes fiéis se assemelham aos cristãos, mas, além de seguirem a Bíblia, adotam os ensinamentos do “Livro de Mórmon” como base de sua doutrina. Para eles, “sentir o espírito” no dia a dia é muito importante, porque as decisões que eles tomam são, em geral, baseadas nesse sentimento.

Os voluntários passaram por exames de ressonância magnética enquanto recebiam estímulos com a intenção de evocar sensações transcendentais: ouviram citações de líderes religiosos mundiais e de Mórmon — considerado por eles como o primeiro profeta da nova era —, passagens familiares do “Livro de Mórmon” e assistiram a um vídeo com cenas bíblicas. Depois de cada citação, os participantes tiveram que responder à pergunta “Você está sentindo o espírito?”. As alternativas iam desde “não sinto” até “sinto muito fortemente”. Praticamente todos relataram as intensidades mais fortes e descreveram, ainda, sentimentos de paz e sensações de calor. Muitos chegaram ao final do exame em lágrimas.

— Quando os participantes foram instruídos a pensar sobre um salvador, sobre estar com suas famílias durante a eternidade e sobre suas recompensas celestiais, seus cérebros e corpos responderam fisicamente — conta o bioengenheiro e autor principal do estudo, Michael Ferguson.

Ele e sua equipe descobriram que, durante as experiências espirituais, foi ativado no cérebro o núcleo accumbens, que atua na via de recompensa gerando prazer, impulsividade e comportamento maternal, por exemplo. Essa parte do cérebro recebe informações do córtex pré-frontal, que, por sua vez, é ativado por tarefas envolvendo julgamento e raciocínio moral. Os pesquisadores ainda não sabem se pessoas de outras religiões se comportam da mesma maneira, mas tendem a acreditar que apenas algumas religiões orientais, com práticas meditativas e contemplativas, levem o cérebro a uma resposta diferente.

— A experiência religiosa é talvez a que mais influencie o modo como as pessoas tomam decisões, para o bem e para o mal — destaca Jeff Anderson, neurorradiologista e autor sênior da pesquisa.

O estudo faz parte do Projeto do Cérebro Religioso, criado na Universidade de Utah em 2014.

POSTADO EM 30/11/2016 ÀS 3H49 AGÊNCIA O GLOBO – / PORTAL DO HOLANDA

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