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5 dicas eficazes para exterminar a preguiça de sua vida (incluindo uma dica extra)

5 dicas eficazes para exterminar a preguiça de sua vida (incluindo uma dica extra)

A preguiça anda tão devagar, que a pobreza facilmente a alcança. (Benjamin Franklin)

Você sabia que a preguiça é uma arte? Sim. A arte de tornar tudo mais difícil. Talvez você conheça alguém (ou até mesmo se enquadre no perfil) que encontra dificuldade em fazer desde as coisas mais simples, como levantar da cama, até as mais ousadas, como a realização de seus sonhos (se é que existem) ou, ao menos, a busca por melhores condições de vida.

O desânimo, a morosidade, a falta de vontade são suas características mais marcantes. Pessoas que se permitem dominar pela preguiça são, geralmente, parasitas de algum sistema que as mantém vivas. Pode ser a família, instituições, um emprego que detestam ou até mesmo programas sociais. Se receberem as migalhas diárias que as mantenham respirando, está tudo bem.

O preguiçoso é um ser sem inciativa para desenvolver algo relevante e, comumente, carrega consigo um sentimento de frustração que, no entanto, não é forte suficiente para fazê-lo mudar de atitude. Em sua mente, não resta a menor dúvida: melhor frustrado do que cansado.

A frase que abre este texto, foi proferida por um dos homens mais ativos e criativos da história, e resume muito bem o destino amargo de quem se deixa dominar por este lastimável comportamento. A pobreza citada por Ben Franklin não é apenas uma condição material. É muito mais emocional e espiritual.

Mas antes de começar, pergunto: quem nunca sentiu preguiça na vida? Quero deixar bem claro que este texto não condena, de forma alguma, a preguiça eventual, daquela do tipo domingo vou dormir até o meio dia. Todos nós temos direito a uma relaxada de vez em quando. É natural e até salutar para “recarregar a bateria”.

É muito importante frisar que as paradas estratégicas são necessárias tanto para pôr os pensamentos em ordem, quanto para desenvolver e estimular a criatividade. É mais ou menos o que o sociólogo italiano Domenico De Masi classificou de Ócio Criativo.

O perigo exposto aqui é sobre a preguiça que causa danos ao corpo e à mente, que transforma um ser humano cheio de possibilidades em um vegetal quase inanimado.

Preguiça versus depressão

Durante minhas constantes e incansáveis pesquisas sobre a mente e comportamento humano, cheguei à conclusão que a preguiça é tão ou até mais danosa que doenças como a depressão. Pode parecer exagerada a afirmação, por isso peço licença para explicar.

A depressão, de uma forma (bem) genérica, tem como alguns dos sintomas, cansaço exagerado, falta de energia e interesse em atividades até então prazerosas, dificuldade de concentração, sono excessivo, dentre outros. Naturalmente, são apenas alguns exemplos dentro de uma enorme variedade, amplamente estudada e documentada pela Psicologia tradicional.

Quando alguém se descobre ou é diagnosticado com depressão, a primeira medida é (pensar em) procurar tratamento especializado. É preocupante saber que uma pessoa querida sofre deste mal.

Existem muitos exemplos de indivíduos que foram às últimas consequências e praticaram atos extremos, como automutilação ou suicídio. Não há dúvidas que situações desta natureza, merecem toda atenção dos familiares e amigos.

Passemos agora à preguiça. Seria tolice afirmar que ela tem como (muitos) sintomas, os mesmos descritos dois parágrafos acima? E como reagimos quando somos informados que alguém que conhecemos está sofrendo de preguiça? Preocupação? Tenho quase certeza que não. O máximo que podemos expressar é um risinho no canto da boca e um pensamento do tipo esse fulano não tem jeito mesmo. Ou seja, ninguém se importa com os preguiçosos.

Pois bem, após este simplório paralelo, que pode ter aborrecido algumas pessoas com mais conhecimento no assunto, passo a alguns danos causados pela preguiça, direta ou indiretamente.

Os danos visíveis e invisíveis

De uma forma ampla, a preguiça gera o sedentarismo (e vice-versa), e causa estragos – tanto fisicamente quanto mentalmente – em pessoas que adotam alguns comportamentos padrões, como os citados abaixo:

Tem uma extrema aversão de mover-se de um ponto a outro, quando o caminho a ser percorrido excede os dez metros;
Prefere o confortável abraço da morte a se exercitar;
Se morar sozinho, corre o risco de ser devorado por ratos, já que não há disposição para retirar o lixo e fazer uma simples faxina na casa;
Prefere pedir comida por telefone a cozinhar algo saudável;
Passa horas na frente da TV (desde que o controle remoto funcione);
Adora consumir conteúdos irrelevantes e pobres na internet, tanto no computador quanto no smartphone;
Em seu “tempo livre”, se entrega a longas horas nos braços de Morfeus (o deus dos sonhos, na mitologia grega).

Infelizmente, esta estereotipada figura não é a única vítima. É preciso entender que a preguiça mental está fortemente presente em nossa sociedade, repleta de facilidades.

Acredito que sete em cada dez pessoas do mundo moderno, sofram deste mal (essa afirmação não é baseada em dados científicos nem é resultado de pesquisas. Trata-se de um mero palpite).

Conheço gente que só de olhar para um livro com mais de duzentas páginas, já mostra a característica expressão facial que significa Deus me livre. As mídias digitais, antenadas nas tendências, criam meios para deixar os conteúdos mais “dinâmicos”.

Se você prestar atenção, as formas de comunicação estão cada vez mais curtas, especialmente nas crescentes redes sociais, que limitam a quantidade de caracteres. Em breve, nos comunicaremos apenas com símbolos, como faziam nossos primitivos antepassados.

Dos efeitos do sedentarismo, consequência da preguiça, temos uma lista contendo velhos conhecidos dos hospitais e necrotérios:

Diabetes – acúmulo de gordura, aumenta o risco de resistência à insulina;
Hipertensão – coração que não é exercitado, se esforça mais para o sangue circular;
Osteoporose – exercícios ajudam na formação da massa óssea;
Câncer – especialmente o de próstata e de mama, que estão ligados com o controle de peso;
Obesidade – precisa explicar?
Espere um pouco. Essas doenças podem ser adquiridas devido à falta de exercício, alimentação ruim (fast foods, gorduras saturadas, açúcar, carne vermelha, etc.) e excesso de peso. Qual a relação com a preguiça? Se você não percebeu, deve estar com preguiça de raciocinar.

Outros efeitos são menos percebidos e comentados, porque não existe a manifestação física, pelo menos não explicitamente. Consegue imaginar quanta gente já enterrou seus sonhos e se condenou a uma vida medíocre e sem perspectiva?

Claro que existem outros fatores, mas você não precisa se esforçar muito para encontrar pessoas que estão onde estão por pura preguiça de aprender, de ler, de estudar, de sair de casa, de procurar oportunidades, de viver. Acreditam que dá muito trabalho e preferem viver de migalhas.

Como combater esse mal?

Chega de falar dos efeitos, que são bem mais abrangentes do que a breve amostra contida neste texto. Se você chegou até aqui, deve querer algumas dicas para vencer esse pecado capital, termo citado sem nenhuma conotação religiosa, somente porque cabe no contexto.

Em qualquer das atividades sugeridas abaixo, será necessária uma dose de esforço inicial. Se comprometa a reservar um tempo para cada uma. Considere este tempo sagrado, ou seja, não faça mais nada em paralelo (então, desligue o famigerado telefone celular).

E é de fundamental importância não se cobrar por resultados imediatos. Viva um dia de cada vez.

Dicas para combater a preguiça física e mental

1- Leia um livro. Escolha um que contenha assuntos que lhe interessam e leia duas páginas por dia, pelo menos. Alguns livros são monótonos no início, mas se tornam irresistíveis a ponto de você não querer largá-lo até concluir o capítulo. Lute contra a tentação de desistir. Por isso, vá devagar

2 – Saia para caminhar todos os dias. Não precisa ser uma volta ao mundo. Caminhe um quarteirão e volte para casa. Se tiver disposição, vá mais além. No início, lute contra a vontade de ficar em casa e assistir TV. Depois de um tempo, o que era um tormento se torna prazeroso. Mas não force a barra. Vá devagar.

3 – No trabalho, faça um pouco a mais que o seu serviço rotineiro. Muita gente acha que fazer algo além do seu trabalho normal é um ato de ingenuidade ou puxa-saquismo. Não caia nessa. Ajude quem precisa. Lembro que na minha antiga empresa, eu costumava ajudar uma senhora na limpeza do setor. O mais legal é que outras pessoas passaram a fazer o mesmo (a melhor forma de educar é dando exemplo). A dica vale – também – para quem não exerce atividade remunerada. Ajudar ao próximo é um ato nobre e atos nobres são sempre benvindos em qualquer circunstância.

Nota: nesta dica, que parece estar deslocada do assunto, poderiam ser mencionados termos como atitude, solidariedade ou pró-atividade. Sem dúvida, a ausência destes comportamentos pode ser o efeito de uma característica de personalidade ou caráter, mas também da preguiça em ajudar. Infelizmente, já tive o desprazer de presenciar algumas vezes.

4 – Limite o tempo para TV ou outras distrações (vídeo game, bobagens da web e rede sociais). Você pode estipular algo em torno de uma hora por dia. Longas jornadas na frente da TV ou similares, moldam a mente, tornando-a dependente e preguiçosa para atividades construtivas e enriquecedoras.

5 – Durante um mês, escreva um diário, registrando as atividades que realizou. Talvez essa seja a dica mais complicada de executar, simplesmente porque muita gente desaprendeu a usar papel e caneta. Pode ser no computador? Não, tem que ser no velho estilo. Não precisa ser algo longo, cheio de devaneios. Escreva tópicos curtos: hoje eu caminhei até a praça do bairro, li dois capítulos do livro, não assisti TV, ajudei a dona Marta a fazer um bolo. Pronto. Se quiser escrever mais, ótimo. Mas vá devagar.

Dica Extra: na medida do possível, procure acordar cedo. A sensação de levantar da cama no início do amanhecer é reconfortante, justamente pelo fato de estarmos despertos, aproveitando uma fatia maior do tempo disponível no dia. Acordar tarde traz consigo uma sensação de improdutividade, reforçada pela incômoda constatação de que o mundo inteiro acordou e você continuou dormindo (contrariando a letra da canção Pro Dia Nascer Feliz, escrita por Cazuza e lançada pelo Barão Vermelho).

Atenção: esqueça o mito de que são necessárias oito horas de sono diários. Essa teoria está ultrapassada há tempos, assim como muitas outras que nos condicionam a fazer coisas somente porque um suposto especialista disse que é assim, porque sim. Dá uma olhada no artigo O Mito das 8 Horas de Sono para entender melhor.

Percebeu que são coisas perfeitamente possíveis de executar? O sentimento de dificuldade surge a partir das limitações que criamos em nossas mentes. Se você quiser sair da inércia, se esforce para dar esses primeiros, pequenos e fundamentais passos.

Propositalmente, eu finalizei algumas dicas com a frase vá devagar, apenas para que fique bem claro que não se adquire bons hábitos de um dia para outro. É preciso manter a frequência, a continuidade. Quando você menos perceber, só vai usar a palavra preguiça para mencionar aquele bichinho adorável, com olhar doce, encontrado nas matas da América do Sul.

Quer se aprofundar um pouco mais? Dá uma olhada na pesquisa, publicada na revista Exame, mostrando as 20 coisas que os cientistas já descobriram sobre a preguiça.

por Marco Ribeiro

5 dicas eficazes para exterminar a preguiça de sua vida (incluindo uma dica extra)

Ciência revela que a chave para a riqueza está no cérebro

Ficar rico” é uma expressão que indica prosperidade, condições materiais para desfrutar de melhores condições de vida e muitos livros já foram escritos com o propósito de ensinar as pessoas como prosperar e eles ficaram muito em voga. Os livros sobre “A Força Mágica do Pensamento Positivo” e “A Lei do Triunfo” Sem dúvida fizeram muito sucesso e ainda hoje ocupam lugar de destaque nas estantes das casas, mas os estudos e pesquisas sobre neurociências mostraram aspectos da maior importância para trazer mais eficácia além do pensamento positivo e da lei do triunfo.

Mas, na medida em que a ciência evolui, no caso, em especial as neurociências é natural que acrescentemos novos elementos aos conhecimentos já existentes. A evolução do pensamento científico é constante e precisamos adicionar os novos conhecimentos ao que já sabíamos.
Com os novos estudos de neurociências, e os conhecimentos trazidos pela Emotologia ficou evidenciado que o pensamento positivo pode não funcionar, uma vez que não é o pensamento que traz resultados e sim a imaginação emotizada, os quadros mentais com significado emocional. Por esta mesma razão, a lei do triunfo pode dar em fracasso, pois o que realmente conduz aos melhores resultados depende do conteúdo emocional. Que acrescentamos aos nossos objetivos.

“A Força Mágica do Pensamento Positivo”, da mesma forma que “A Lei do Triunfo” foram substituídas pelas Leis da Emotologia a fim de garantir resultados. Descobriu-se que o que leva as pessoas a realizarem seus sonhos e objetivos não é o pensamento, mas sim a imaginação condicionada, os quadros mentais emotizados, isto é, revestidos de emoções. O pensamento positivo pode falhar. Os quadros mentais emotizados jamais.

Como o maior objetivo da Natureza é a preservação das espécies, Ela dotou os seres de mecanismos para cumprirem sua destinação biológica. Nos seres humanos, há o SAPE (Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie) que normalmente é para a garantia de resultados. Se hoje sabemos como nos comunicar com esse mecanismo está revelado o que sempre se procurou como o Grande Segredo. O meio de nos comunicarmos com o SAPE é pelas imagens mentais emotizadas, isto é, revestidas de fortes emoções.

Nossa mente é a grande fonte de riquezas se soubermos comunicar a ela os nossos objetivos por meio da imaginação emotizada.

5 dicas eficazes para exterminar a preguiça de sua vida (incluindo uma dica extra)

Molhos e Condimentos São Ricos em Açúcar!

Grande parte das pessoas adora saborear batatas fritas com seus meus molhos favoritos. Muitos sabem que, embora não seja uma alternativa saudável, não sabem o quão perigoso eles podem ser para a nossa saúde. Por isso, vamos informar seis dos molhos e condimentos mais perigosos para a sua saúde. Saiba que existem outras alternativas mais saudáveis para deixar suas refeições saborosas.

1. Catchup

molhos prontos com açúcar

O catchup é o campeão indiscutível dos molhos, não é mesmo? É praticamente uma paixão mundial. Mas será mesmo que é bom para você? A triste e verdadeira resposta é: simplesmente não. Além de acompanhar nossas batatinhas e lanches, muitos de nós usamos o catchup em receitas, mas saiba que apenas 1 colher de sopa contém nada menos que 8 gramas de açúcar! E muitos deles utilizam o xarope de milho na fabricação, por ser mais barato, mas é muito pior para a saúde.

Para uma alternativa mais saudável, por que não tentar xarope orgânico feito com açúcar de verdade? Além disso, seria ainda melhor para esquecer tudo sobre o catchup. Alguma vez você já pensou em substitui-los por tomate seco, ou até mesmo preparar um patê com eles? Uma alternativa muito mais gostosa e saudável.

2. Molho barbecue

molhos prontos com açúcar

Muito popular nos Estados Unidos, o molho barbecue é utilizado naquele país em churrascos, filés e acompanhamento de carnes, e também atraiu o paladar do brasileiro. No entanto, ele é rico em xarope de milho, com cerca de 12 gramas por porção. A situação fica ainda pior por causa da coloração artificial, potencialmente cancerígena, e frequentemente utilizada para dar ao molho aquela bela cor marrom.

Em vez dele, opte por alguns molhos caseiros. Se gosta de algum molho para churrasco ou carnes, faça você mesmo o seu, ou procure opções orgânicas, que são livres de aditivos químicos e corantes artificiais.

3. Molho de salada light

molhos prontos com açúcar

Ao comprar molhos light, ou seja, os mais leves, você não está tomando a melhor atitude no quesito de escolha saudável. O que os fabricantes fazem é simplesmente colocar mais açúcar nesses molhos para compensar a falta de gordura. O sabor pode ser bom, mas e a sua saúde? Você precisa estar ciente do quanto açúcar está consumindo, e nós geralmente não percebemos que ele pode ser encontrado em diversos alimentos, inclusive em molhos.

A verdade é que você não precisa se preocupar com o uso do azeite com o vinagre. A gordura é realmente necessária para o seu corpo absorver as vitaminas essenciais que estão ali na sua salada.

4. Maionese

molhos prontos com açúcar

Duas colheres de sopa de maionese comum contêm impressionantes 200 calorias. Mas essa não é a única razão para fugir desse condimento. Grande parte das maioneses do supermercado usam óleo de soja, feito com soja geneticamente modificada, que aumenta os riscos de adquirir diabetes e causar obesidade.

Por isso, opte pela maionese orgânica, mesmo que seja mais cara, ou veja no rótulo se o produto foi feito com outro tipo de óleo, como girassol, uma opção menos agressiva para o organismo.

5. Molho tártaro

molhos prontos com açúcar

O molho tártaro geralmente acompanha peixes, principalmente peixe frito e frutos do mar, e é realmente muito gostoso, mas poucos devem saber que esse tipo de molho produzido em escala industrial também é rico em óleo de soja, assim como a maionese, já que a maionese é o ingrediente principal e é a base para o molho tártaro, além de conservantes.

Mas se você não abre mão desse molho saboroso, pode preparar o seu próprio: basta pegar alguns pedaços diversos de picles, cortar em pedaços bem pequenos, e misturar com uma maionese orgânica. E pode até substitui-la por abacate. E acredite: fica delicioso.

Fonte: prevention.com

Grupo desenvolve aparelho capaz de identificar emoções com sinais wireless

Pesquisadores do Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) dizem ter conseguido desenvolver um aparelho capaz de determinar as emoções das pessoas utilizando análise de reflexão de sinais wireless.

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O aparelho, chamado EQ-Radio, envia sinais que atingem o corpo da pessoa e são refletidos de volta. Com isso, a máquina é capaz de medir a respiração e o batimento cardíaco, que ela irá analisar para descobrir se o usuário está se sentindo feliz, triste, com raiva ou ansioso.

“Nosso trabalho mostra que sinais wireless podem capturar informações sobre comportamento humano que não está sempre visível a olho nu”, conta Dina Katabi, líder do projeto.

De acordo com os pesquisadores, em um grupo de 30 pessoas entre 19 e 77 anos, o EQ-Radio conseguiu acertar 87% das emoções, uma taxa de sucesso que eles dizem ser maior do que a dos rivais, inclusive uma solução da Microsoft.

“Acreditamos que nossos resultados podem levar a futuras tecnologias que ajudarão a monitorar e diagnosticar condições como depressão e ansiedade”, completa Katabi. No vídeo apresentado, o grupo também comenta possibilidades de uso no entretenimento.

O encantador e fascinante poder da escolha

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Escolha: Entre os “poderes” que possuímos, está a fantástica capacidade de escolha. Ela é tão nossa, exclusiva e autônoma, quanto o pensamento. E praticada com recurso ao bons valores, senso de responsabilidade e integridade, transformar-se na essência que pode elevar o homem e as sociedades, ao mais digno, assertivo e apropriado patamar da inteligência.

5 dicas eficazes para exterminar a preguiça de sua vida (incluindo uma dica extra)

Prática de atividades por idosos melhora qualidade de vida. Veja as mais indicadas

Em busca de qualidade de vida, o aposentado Wilson Rodrigues entrou para a academia, seguindo orientações médicas. Aos 69 anos, ele pratica exercícios pelo menos três vezes por semana. Com o dia do idoso se aproximando — 1º de outubro —, especialistas garantem que a prática de atividades físicas, especialmente para idosos, podem elevar o potencial de uma vida saudável e contribuir para a longevidade.

— Me sinto mais preparado para enfrentar o dia a dia. O ânimo que eu tenho pra jogar bola com meu filho e netos, por exemplo, é completamente diferente depois que eu entrei para academia. E as dores no corpo diminuíram. Isso me satisfaz — comenta Wilson.

O fisioterapeuta Helder Montenegro explica que o sedentarismo pode gerar dores diversas, especialmente na coluna. Isso acontece porque no decorrer do processo de envelhecimento ocorrem alterações fisiológicas com a diminuição da massa óssea, que pode levar à osteoporose. A degeneração óssea e a fraqueza muscular são comuns em quem não se exercita.

— A redução de força e de resistência muscular contribuem para a aceleração dos processos degenerativos da coluna vertebral em idosos. Pode acarretar em artrose, hérnia de disco, protrusão discal e outras doenças — afirma Montenegro, que é diretor do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.

Benefícios também para o cérebro

O fisioterapeuta Helder Montenegro destaca ainda que uma alimentação equilibrada pode reduzir as perdas fisiológicas associadas à idade, melhorando as funções musculoesqueléticas e cardiovasculares. Além disso, é importante manter uma boa postura ao sentar e ao caminhar.

De acordo com o neurologista Eduardo Lins os exercícios são benéficos também para o cérebro e diminuem os sintomas de perda de memória. Ele explica que quem se exercita produz uma intensa atividade no hipocampo (região do cérebro onde está relacionada a memória e a aprendizagem).

— A atividade física aumenta a capacidade do cérebro de se adaptar e criar novas conexões. Quando fazemos exercícios, os músculos liberam proteínas que agem no cérebro, estimulando as conexões cerebrais — explica o médico.

Exercícios ideais

Natação: Aumenta a disposição, melhora a musculatura do abdômen e do assoalho pélvico, diminuindo a incontinência urinária.

Pilates: Aumenta a força, a flexibilidade e o controle muscular. Melhora a capacidade respiratória, corrige a postura, fortalece os músculos e previne lesões.

Dança: A música e o balançar rítmico geram sentimentos positivos. Os bloqueios emocionais diminuem, facilitando a interação social. Evita a depressão e a pressão alta.

Hidroginástica: Melhora o controle motor e os sistemas cardiorrespiratório e cardiovascular. Combate a insônia.

por Ramon Tadeu

5 dicas eficazes para exterminar a preguiça de sua vida (incluindo uma dica extra)

Cannabis causa rompimento de circuitos neurais

Pesquisadores conseguiram esclarecer mecanismos importantes envolvidos na formação da circuitaria cerebral. A equipe também descobriu que o tetraidrocanabinol (THC), substância psicoativa presente na Cannabis, causa rompimento dos circuitos neurais dentro do córtex. Esses resultados explicam por que a Cannabis pode ser prejudicial e ter potencial para ser aplicada na recuperação de danos cerebrais que ocorrem em pessoas com demência.

A atividade neural possui um papel importante na formação dos circuitos neurais. No entanto, ainda não se sabe muito sobre quais atividades neurais estão envolvidas nesse processo de formação. Ele é especialmente complexo em projeções do tálamo para o córtex. Sobre elas, os pesquisadores sabiam apenas que à medida que se desenvolvem, as projeções desnecessárias são eliminadas, e apenas as as corretas permanecem. Um grupo de pesquisadores liderado por Fumitaka Kimura, professor associado do Departamento de Neurociência Molecular da Universidade de Osaka, conseguiu explicar o envolvimento de inúmeros mecanismos na formação desse circuito neural. Os cientistas também publicaram evidências científicas de que o consumo de Cannabis causa cortes desnecessários nas conexões neurais, levando a um colapso desses circuitos.

Nesse estudo, o grupo de pesquisadores descobriu que em uma seção diferente do córtex, a regra que determinava a força sináptica entre neurônios (Pico de plasticidade dependente de tempo, chamado STDP na sigla em inglês) mudava repentinamente em um certo ponto do desenvolvimento. A partir desse achado, o grupo examinou se uma mudança similar no STDP ocorria também na projeção do tálamo e do córtex. Eles descobriram que, inicialmente, as sinapses eram fortalecidas graças à atividade sincronizada dos neurônios sinápticos pré-talâmicos e pós-corticais. Mas depois das projeções terem se espalhado, as atividades sincronizadas enfraqueceram quase todas as sinapses, eliminando assim projeções desnecessárias para habilitar outras mais sistemáticas. À medida que as sinapses eram enfraquecidas, canabinóides endógenos são liberados pelas células neurais através dessas atividades sincronizadas, levando à uma regressão das projeções desnecessárias. Os pesquisadores também confirmaram essa regressão quando o canabinóide era consumido por vias externas.

Essas descobertas podem ter um impacto nas pesquisas que focam no avanço do nosso entendimento sobre mecanismos envolvidos na formação de circuitos neurais e possuem potencial para ajudar no desenvolvimento de novas terapias para melhorar a recuperação do cérebro em casos de demência. Além disso, os achados fornecem dados que comprovam os efeitos adversos do consumo de Cannabis no desenvolvimento do cérebro e, portanto, podem ajudar a diminuir o abuso de maconha.

Universidade de Osaka
Disponível em: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/cannabis_causa_rompimento_de_circuitos_neurais.html#.V9xviO4eL1I.facebook
maconha

Developmental Switch in Spike Timing-Dependent Plasticity and Cannabinoid-Dependent Reorganization of the Thalamocortical Projection in the Barrel Cortex

  1. Chiaki Itami1,2Jui-Yen Huang2,3Miwako Yamasaki4Masahiko Watanabe4Hui-Chen Lu2,3, and Fumitaka Kimura5

+Show Affiliations

+Author Notes

  • J.-Y. Huang’s current address: Department of Psychological and Brain Sciences, Indiana University, Bloomington, IN 47405-2204.

  • H.-C. Lu’s current address: Department of Psychological and Brain Sciences, Indiana University, Bloomington, IN 47405-2204.

  1. Author contributions: C.I. and F.K. designed research; C.I., J.-Y.H., M.Y., M.W., H.-C.L., and F.K. performed research; C.I. and F.K. analyzed data; C.I. and F.K. wrote the paper.

  1. The Journal of Neuroscience, 29 June 2016, 36(26): 7039-7054; doi: 10.1523/JNEUROSCI.4280-15.2016
Abstract

The formation and refinement of thalamocortical axons (TCAs) is an activity-dependent process (Katz and Shatz, 1996), but its mechanism and nature of activity are elusive. We studied the role of spike timing-dependent plasticity (STDP) in TCA formation and refinement in mice. At birth (postnatal day 0, P0), TCAs invade the cortical plate, from which layers 4 (L4) and L2/3 differentiate at P3-P4. A portion of TCAs transiently reach toward the pia surface around P2-P4 (Senft and Woolsey, 1991; Rebsam et al., 2002) but are eventually confined below the border between L2/3 and L4. We previously showed that L4-L2/3 synapses exhibit STDP with only potentiation (timing-dependent long-term potentiation [t-LTP]) during synapse formation, then switch to a Hebbian form of STDP. Here we show that TCA-cortical plate synapses exhibit robust t-LTP in neonates, whose magnitude decreased gradually after P4-P5. After L2/3 is differentiated, TCA-L2/3 gradually switched to STDP with only depression (t-LTD) after P7-P8, whereas TCA-L4 lost STDP. t-LTP was dependent on NMDA receptor and PKA, whereas t-LTD was mediated by Type 1 cannabinoid receptors (CB1Rs) probably located at TCA terminals, revealed by global and cortical excitatory cell-specific knock-out of CB1R. Moreover, we found that administration of CB1R agonists, including Δ9-tetrahydrocannabinol, caused substantial retraction of TCAs. Consistent with this, individual thalamocortical axons exuberantly innervated L2/3 at P12 in CB1R knock-outs, indicating that endogenous cannabinoid signaling shapes TCA projection. These results suggest that the developmental switch in STDP and associated appearance of CB1R play important roles in the formation and refinement of TCAs.

SIGNIFICANCE STATEMENT It has been shown that neural activity is required for initial synapse formation of thalamocortical axons with cortical cells, but precisely what sort of activities in presynaptic and postsynaptic cells are required is not yet clear. In addition, how activity is further translated into structural changes is unclear. We show here that the period during which spike timing-dependent long-term potentiation and depression (t-LTP, t-LTD) can be induced closely matches the time course of synapse formation and retraction, respectively, at the thalamocortical synapse. Moreover, administration of cannabinoid agonists, which mimic t-LTD, caused TCA retraction, suggesting that cannabinoids translate physiological changes into morphological consequences.

Disponível em: http://www.jneurosci.org/content/36/26/7039

In Neurociências em Debate 19/09/2016

5 dicas eficazes para exterminar a preguiça de sua vida (incluindo uma dica extra)

Descubra o poder da saúde quântica

Segundo pesquisador, doenças crônicas que afetam a humanidade podem ser curadas por meio do pensamento

Forma como pensamos e gerenciamos nossas emoções estão por trás da forma que a genética se expressa, afirma especialista

Lembra quando E = MC² foi matéria em sala de aula? Não? Tudo bem. Não é preciso ser “expert” em Ciência ou conhecer a famosa equação desenvolvida pelo alemão Albert Einstein. Mas, se por um lado essa fórmula é dispensável no dia a dia de quem não atua na área de Exatas, a Física se tornou essencial para ajudar a Medicina a desvendar as causas e o melhor tratamento para doenças crônicas.

Diabetes, enxaquecas, hipertensão, ansiedade e depressão, por exemplo, são apenas algumas da lista, que atingem milhões de pessoas no mundo. Elas duram muito tempo e demoram ainda mais para ser curadas — o que nem sempre ocorre. E focado em grande parte da população que sofre com essas enfermidades, nasceu o conceito de saúde quântica, no qual acredita-se que os pensamentos podem curar o corpo.

“Não somos reféns da genética. Nosso estilo de vida, hábitos alimentares, a forma como pensamos e gerenciamos nossas emoções que estão por trás da forma que a genética se expressa”, diz Wallace Liimaa, especialista em Física Quântica, ao explicar como a mudança na forma de ver o mundo influencia na saúde. “Se o que você está pensando é negativo, as células nervosas disparam; seu cérebro se comporta da forma que você pensa”, completa.

Antes de se tornar um pesquisador e criar o projeto “Saúde Quantum”, o pernambucano foi tratado com diferentes antibióticos, em busca de alívio para problemas respiratórios durante a infância e boa parte da juventude. Aos dez anos de idade, teve as amídalas removidas e ficou ainda mais fragilizado. Hoje, aos 55 anos, afirma não tomar qualquer tipo de medicamento alopático há três décadas.

“Eu já tinha tentado de tudo, não sabia o que era homeopatia e fui conhecer. Fiquei tão impressionado com a forma que o médico me atendeu (perguntou tudo sobre a minha vida, em duas horas de consulta), que me aprofundei nesse tratamento. Eles investigam todos os hábitos e chegam a um remédio único, que equilibra seu potencial energético para o corpo se curar. Tomei uma dose única e me curei”, lembra.

Resposta

Após vivenciar a eficácia do tratamento, Liimaa iniciou a busca por fundamentação científica para ajudar os próprios especialistas e propagar a divulgação do método. Após lecionar física por mais de 20 anos, tornou-se terapeuta quântico e, atualmente, viaja o mundo para compartilhar os benefícios dele na qualidade de vida do ser humano. Inclusive, recebeu um prêmio do Instituto de Ciências Noéticas (IONS) nos Estados Unidos pelo trabalho.

“Eu ensino aquilo que eu vivo. Vi preconceitos das pessoas, até dos próprios médicos. Descobri que a resposta estava na Física Quântica, o assunto pelo qual eu era apaixonado desde antes de entrar na universidade”, afirma. “É possível, sim, vencer as doenças crônicas por meio de um estilo de vida saudável e vibrações positivas, através do gerenciamento dos pensamentos e emoções, de forma a abandonar o consumo de remédios químicos”, enfatiza.

Dou aulas eventualmente em área de saúde quântica, na Universidade Federal de Recife, Unifesp, Uninter, em Curitiba. Palestras em vários países, como Índia, Peru, Sérvia, Itália, Rússia. Medicina Quântica. Desde 2014 oferece cursos online. Canal no youtube, com dicas diárias de transformação, mudança de padrão mental e dicas de saúde.

Física em prol da saúde

Segundo Wallace Liimaa, a mente é capaz de produzir vibrações por meio do pensamento, gerando um campo elétrico no cérebro. Ou seja, o corpo suscita um campo magnético associado aos sentimentos. Assim, quando uma pessoa reclama, emite uma vibração eletromagnética que atrai as pessoas com vibração similar. O resultado é uma “contaminação energética”, fragilizando o sistema imunológico, endócrino e nervoso.

“Nosso cérebro é especializado em dar valor às coisas negativas. As pessoas não são orientadas a investigar a própria dor, culpa, dificuldade de perdoar, ou de agradecer… É preciso trabalhar muito essa mudança de padrão para mudar a química do corpo. A pergunta certe é ‘qual é a origem da sua dor?’”, explica. “A manifestação dessa energia imaterial é comprovada pela Ciência”, completa o especialista em saúde quântica.

Três perguntas

Para Wallace Lima, pesquisador, professor e consultor em Física Quântica

Qual é o conceito de saúde quântica?

Passa por diversas questões, desde alimentação até a forma de pensar, possibilitando ao cérebro e ao corpo serem reprogramados. Ao compreender isso de forma profunda, você consegue contemplar a complexidade da existência humana e, assim, encontrar a autocura, o que te levará a não mais precisar de medicamentos químicos.

Como isso funciona dentro do corpo?

Uma única célula do nosso corpo realiza entre 100 mil a 6 milhões de reações químicas por segundo, o que é um dos indícios de que o nosso próprio organismo tem um potencial incrível de resolver sozinho os problemas de saúde. Mas desde que colaboremos.

Como colocar esse método em prática?

O importante é encontrar a causa e não agredir o corpo com tratamentos químicos. Você pode inibir padrões negativos, mudando hábitos alimentares e gerenciando melhor o estresse, as emoções e os pensamentos. Para isso, é preciso se manter atento, identificar quais pensamentos são repetitivos e comprometem o corpo energeticamente e quimicamente. A identificação e superação desse padrão requerem determinação e força de vontade.

Número

80% dos brasileiros morrem de doenças crônicas. Segundo o pesquisador Wallace Liimaa, a maioria trata os sintomas da doença, mas não mudam o estilo de vida. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) mudança nos hábitos alimentares já diminuiria os casos em até 90%.

Natália Caplan

Manaus (AM)

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