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A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

por aprendaviver | set 16, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

O SONO TEM DIVERSAS FUNÇÕES ORGÂNICAS, COMO POR EXEMPLO ‘LIMPAR’ O CÉREBRO DE TOXINAS ACUMULADAS DURANTE O DIA

Dormir garante que os estímulos que se recebe durante o dia sejam fixados na memória. Estudos sobre o assunto dão pistas para tratamento de depressão

Passamos um terço de nossas vidas dormindo. E ainda assim a ciência pouco sabe sobre as funções biológicas do sono – e o motivo real pelo qual dormimos.

Um estudo publicado em setembro de 2016 por pesquisadores da Universidade de Freiburg, na Alemanha, reforçou a hipótese de que ele serve para enfraquecer conexões neurais estabelecidas durante o período em que se passa acordado, o que ajuda a consolidar memórias e aprendizado.

A equipe do pesquisador Cristoph Nissen, que coordenou a pesquisa, conduziu testes em 11 homens e nove mulheres, de 19 a 25 anos, depois de uma noite de sono e de uma noite completamente acordados.

Aos participantes que passaram a noite acordados, não permitiu-se que tomassem café – mas eles podiam jogar, cozinhar e caminhar, por exemplo. Depois, de manhã, os pesquisadores usaram um pulso elétrico para estimular neurônios e causar contração em um músculo na mão esquerda.

Eles observaram que, entre os participantes que não dormiram, foi necessário um pulso muito mais fraco para ativar a contração muscular – o que indica que os neurônios estavam mais conectados e o cérebro mais ativo do que naqueles que tinham dormido à noite.

Outro teste estimulou neurônios para simular a atividade que acontece no cérebro quando memórias são fixadas. E os neurônios, nesse caso, demoraram mais para responder entre aqueles que não tinham dormido à noite. A conclusão: a fixação de memórias é diretamente prejudicada quando você não dorme à noite.

O que isso significa

Em resumo, uma das funções do sono confirmadas pelo estudo é garantir que os estímulos que você recebe durante o dia – das notícias que lê às conversas que tem, passando pelos amigos que encontra, os cheiros que sente e as coisas que vê – sejam fixados na sua memória.

Além disso, também fica claro que o sono atua como uma espécie de “reset” na atividade cerebral. Dormir acalma as conexões neurais para que nós possamos continuar fixando memórias e nos adaptando constantemente àquilo que vivemos.

Essa hipótese foi sugerida pela primeira vez em 2003, em um estudo conduzido pela Universidade de Wisconsin-Madison. Com a comprovação em testes de laboratório, ela ganha ainda mais força.

Não significa que essas sejam as únicas funções do sono. Outro estudo de 2013 demonstrou que, durante o sono, o corpo “limpa” o cérebro de toxinas acumuladas durante o dia, por exemplo.

A descoberta da Universidade de Freiburg também dá força para terapias de tratamento de depressão profunda que envolvam privação do sono.

A ciência já estudou os efeitos da privação do sono em portadores de depressão profunda, com resultados positivos – ao menos imediatos, já que a melhora de humor reportada é significativa.

Mas o método não é usado porque é insustentável: é muito difícil e pouco saudável ficar uma noite sem dormir. O coordenador da pesquisa, Cristoph Nissen, diz que 60% dos participantes que ficaram sem dormir reportaram uma melhora no humor.

Isso prova, diz, que temos uma ferramenta que é capaz de mudar completamente o humor de alguém em questão de horas. A ideia, segundo ele, é olhar mais de perto o que a privação do sono faz com o cérebro para desenvolver novos tratamentos para depressão.

Ana Freitas

A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

Beber água pode tornar você mais produtivo no trabalho

por aprendaviver | set 16, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

Água: até mesmo uma desidratação leve – apenas o suficiente para nos fazer sentir um pouco de sede – pode prejudicar nossa capacidade de chegar à produtividade máxima

Você provavelmente já sabe que é importante se manter hidratado. Mas — deixando de lado a necessidade de ir ao banheiro com frequência — será que o consumo de água pode realmente fazer com que você se torne mais produtivo no trabalho?

A literatura científica há muito sugere um possível vínculo entre a desidratação grave e a redução cognitiva. Dá para presumir isso: quando sentimos muita sede, a água se torna uma questão de sobrevivência e nosso corpo simplesmente tem preocupações mais urgentes que ler relatórios e preencher formulários.

Mas pesquisas recentes indicam que não precisamos estar nos arrastando pelo deserto para que a desidratação atrapalhe o funcionamento do cérebro.

Até mesmo uma desidratação leve — apenas o suficiente para nos fazer sentir um pouco de sede — pode prejudicar nossa capacidade de chegar à produtividade máxima.

Em uma pesquisa publicada no Journal of Cerebral Blood Flow & Metabolism em 2014, os pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Cérebro e da Mente, da Faculdade de Medicina Weill Cornell, concluíram que uma desidratação leve — ou seja, perda de água equivalente a menos de 5 por cento do peso corporal — pode impedir o aumento do fluxo sanguíneo induzido pela atividade cerebral e necessário para ela.

Efetivamente, a desidratação rompe os vasos sanguíneos no cérebro, o que reduz o desempenho cognitivo em áreas como memória de curto prazo, atenção e tempo de reação.

“Com base nessas conclusões, é evidente que até mesmo uma desidratação leve pode ter um impacto significativo na capacidade de trabalho e na produtividade”, disse Giuseppe Faraco, professor assistente de neurociência da Faculdade de Medicina Weill Cornell e um dos autores do estudo.

Os efeitos, segundo ele, parecem particularmente acentuados em idosos e crianças pequenas, que geralmente não conseguem regular tão bem seus fluidos corporais.

Então devemos começar a beber a máxima quantidade possível de água no trabalho? Faraco indica a recomendação de 2003 da Organização Mundial de Saúde, que afirma que os homens precisam de cerca de 2,5 litros (cerca de 10,5 copos) de água por dia e as mulheres, de cerca de 2,2 litros (cerca de 9,3 copos) — mais do que os 8 copos diários ditados pela sabedoria popular.

Seth Porges, da Bloomberg

Seu Cérebro não gosta de dieta

por aprendaviver | set 15, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

O nosso Cérebro não está preparado para aceitar as dietas da forma que imaginamos. Por isso as dificuldades encontradas e os baixos índices de sucesso para quem tenta fazer algum tipo de dieta. Veja este depoimento realista e extremamente explicativo do porquê de tudo isso!

Veja o vídeo

A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

Robôs tomarão 6% de todos os empregos nos EUA até 2021

por aprendaviver | set 15, 2016 | É bom saber!, Inovações Tecnológicas

A robótica e inteligência artificial realmente são coisas maravilhosas, mas um estudo aponta prospectos assustadores para o futuro. Segundo a conceituada empresa de pesquisas Forrester, em 2021, cerca de 6% dos empregos atuais nos Estados Unidos serão eliminados pelo uso de robôs para estas tarefas.

Chamados de agentes inteligentes, estes sistemas movidos por inteligência artificial poderão entender o comportamento humano e tomar decisões baseadas nestas interações. Estes robôs já são capazes de desempenhar papéis como assistentes virtuais, chatbots e sistemas automatizados via robótica como, por exemplo, carros sem motoristas humanos, que já estão em desenvolvimento por empresas como Tesla e Google.

Segundo o especialista da Forrester Brian Hopkins, responsável pelo estudo, em 2021 uma grande onda de inovação iniciará, cortando muitos dos empregos realizados por humanos. “Os maiores impactos serão sentidos em setores como transporte, logística, atendimento e serviços para consumidor”, afirmou Hopkins.

O estudo inclusive foi ilustrativo em mostrar como os robôs e inteligências artificiais serão os empregados do futuro, dizendo que drones farão a entregas de compras por exemplo, sendo que talvez nem as suas compras foram encomendadas por você: seu assistente virtual fez isso.

Para outros analistas, como Andy Stern, ex-presidente do Sindicato de Empregados no setor de serviços norte-americano, a marca de 6% é preocupante, levando em conta o cenário econômico mundial, que está cada vez mais escasso em empregos de tempo integral. “Teremos pessoas procurando emprego e com dificuldades para encontrá-los, pois as mesmas tendências se repetirão em outras áreas como bancos, varejo e saúde”, afirmou Stern. Via: The Guardian.

Por Leandro Souza

Via: The Guardian

 

A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

6 dicas para conseguir automotivar-se

por aprendaviver | set 12, 2016 | Comportamento Humano, É bom saber!

Um apanhado sobre as principais teorias motivacionais e 6 dicas para conseguir automotivar-se.

1. O que é Motivação?

mo·ti·var
(motivo + -ar)
verbo transitivo
1. Expor os motivos de.
2. Fundamentar.
3. Dar motivo a. = ORIGINAR
(Dicionário Priberam da Língua Portuguesa)

A noção da palavra motivação vem do latim. Conforme Maximiniano, (2004 p. 14) “A palavra motivação deriva do latim motivus, movere, que significa mover. O seu sentido original fundamenta-se no processo no qual o comportamento é incentivado, estimulado ou energizado por algum motivo ou razão”.

Motivação é um termo intimamente relacionado com a noção de esforço. O desempenho das pessoas depende não apenas das suas habilidades individuais, mas também da motivação. Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da motivação é “por que o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?”.

O estudo da motivação comporta a busca de princípios (gerais) que auxiliem a compreender por que seres humanos em determinadas situações específicas escolhem, iniciam e mantém determinadas ações.

“Para compreender o comportamento humano é fundamental o conhecimento da motivação humana. Motivo é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma isto é, tudo aquilo que dá origem a alguma propensão a um comportamento específico” (CHIAVENATO 1982, p. 414).

MOTIVAÇÃO é a disposição para fazer alguma coisa, e é condicionada pela capacidade dessa ação satisfazer uma necessidade específica do indivíduo.

NECESSIDADE significa um tipo de interpretação que cada pessoa faz das coisas à sua volta, que faz um determinado resultado parecer atraente.

Uma necessidade não satisfeita gera tensão o que estimula a vontade do indivíduo. Essa vontade desencadeia uma busca de metas específicas que, uma vez alcançadas, terão como consequências a satisfação da necessidade do indivíduo, e a redução da tensão. Este movimento é chamado de “Ciclo Motivacional”.

Uma pessoa motivada está em estado de tensão. Para aliviá-la, ela se engaja em atividades para realizar o seu objetivo. Quanto maior a tensão, mais atividades serão necessárias para proporcionar o alívio. Segundo Robbins (2002, p.105) “motivação é o processo responsável pelo grau de esforço desprendido, pela direção que serão destinados estes esforços e pelo tempo com que o indivíduo consegue mantê-los.”

Quando o a pessoa não consegue alcançar seu objetivo, o ciclo motivacional não se realiza, e sobrevém a frustração do indivíduo, que poderá assumir várias atitudes:

• Comportamento ilógico ou sem normalidade;
• Agressividade por não poder dar vazão à insatisfação contida;
• Nervosismo, insônia, distúrbios circulatórios/digestivos;
• Falta de interesse pelas tarefas ou objetivos;
• Passividade, moral baixo, má vontade, pessimismo, resistência às modificações, insegurança, não colaboração, etc.

Segundo Spector (2002, p.198) “a motivação é um estado interior que induz uma pessoa a assumir determinados tipos de comportamentos”. Ela vem de motivos que estão ligados simplesmente ao que você quer da vida. Seus motivos são pessoais, intransferíveis, e estão dentro da sua cabeça (e do coração também). Logo, seus motivos são abstratos e só têm significado pra você, por isso motivação é algo tão pessoal: vem de dentro. O grande problema é definir os motivos verdadeiros, para assim dar um significado real à sua luta diária.

“Fica estabelecida a possibilidade de sonhar coisas impossíveis e de caminhar livremente em direção aos sonhos.”
(Luciano Luppi)
1.1. Pirâmide de Maslow

A teoria mais conhecida sobre motivação é a Teoria da Hierarquia das Necessidades, de Abraham Maslow. Segundo o Maslow, à medida que cada necessidade é atendida, a próxima (de baixo para cima) torna-se a necessidade dominante, até que o indivíduo chegue ao topo da pirâmide. As necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Cada pessoa tem de “escalar” uma hierarquia de necessidades para atingir a sua auto realização. As necessidades apontadas pelo autor são as seguintes:

1. Necessidades fisiológicas: fome, sede, sexo, abrigo e outras necessidades corporais.
2. Segurança: segurança e proteção contra danos físicos e emocionais.
3. Sociais: afeição, sensação de pertencer a um grupo, aceitação, amizade.
4. Estima: fatores internos (como respeito próprio, autonomia e realização) e fatores externos (como status, reconhecimento e atenção).
5. Auto realização: a intenção de tornar-se tudo aquilo que se é capaz de ser. Inclui crescimento, conquista do próprio potencial e autodesenvolvimento.

A auto realização é o último patamar da pirâmide. Maslow considera que a pessoa tem que ser coerente com aquilo que é na realidade, tendo autoconhecimento suficiente para ser tudo o que se é capaz de ser, desenvolvendo os potenciais.

Mesmo assim, é possível uma pessoa estar auto realizada, contudo não conseguir uma total satisfação das suas necessidade fisiológicas/ de segurança.
1.2. A Teoria das três necessidades, de David McClelland (1961)

De acordo com McClelland, apud Montana e Chanov (1999, p.213):
“As pessoas que demonstram forte necessidade de realização são particularmente responsivas aos ambientes de trabalho nos quais podem atingir o sucesso através de seus próprios esforços.”

Um mesmo objetivo pode ser buscado por diferentes pessoas por diferentes razões: uma deseja mostrar seu desempenho, outra anseia ter influência sobre outras pessoas (poder), etc. Segundo McClelland, as pessoas podem aprender a ter necessidades de acordo com o ambiente em que vivem:

1. Necessidades de Realização: é o desejo de alcançar algo difícil, que exige um padrão de sucesso, assim como o domínio de tarefas complexas e superação de obstáculos. Essas pessoas querem um retorno concreto sobre seu desempenho, e não são motivados só pela possibilidade de ganhar dinheiro. Os indivíduos com este tipo de necessidade pretendem, mais que obter sucesso individual, ter um retorno positivo do grupo.

2. Necessidades de Afiliação: é o desejo de estabelecer relacionamento pessoais próximos, de evitar conflitos e estabelecer fortes amizades; é uma necessidade social, de companheirismo e apoio, para desenvolvimento de relacionamentos significativos com pessoas. Pessoas que têm essa necessidade pensam que as pessoas/amigos são mais importantes que a própria produção de resultado ou produtividade.

3. Necessidades de Poder: é o desejo de influenciar ou controlar outros, de ser responsável por outros e ter autoridade sobre eles. É a necessidade de dominar, influenciar ou controlar pessoas. Uma elevada tendência para o poder está associada a atividades competitivas, bem como ao interesse de obter e manter posições de prestígio e reputação.

Segundo McClelland todas as pessoas possuem um pouco destas necessidades, em graus diferentes, contudo uma só será característica de cada pessoa. O quadro seguinte apresenta um conjunto de características que permitem avaliar qual a necessidade mais dominante em cada indivíduo.

2. Como se auto motivar?

Em primeiro lugar, as seguintes perguntas precisam ser feitas a si mesmo:

1. O que eu quero da vida nesse determinado momento?
2. O que me falta?
3. Qual a minha necessidade?

Algumas possíveis respostas:

1. EU QUERO JOGAR/COMPETIR/PROGREDIR NA MINHA CARREIRA E GANHAR. (NECESSIDADE DE SUCESSO)

2. EU QUERO PARTICIPAR DE UM GRUPO/QUERO ME SENTIR PARTE DE ALGUMA COISA MAIOR. (NECESSIDADE DE AFILIAÇÃO)

3. EU QUERO ME SENTIR MAIS FORTE/COM MAIS PODER SOBRE OS OUTROS/LIDERAR. (NECESSIDADE DE PODER)

Uma vez percebido o que o indivíduo deseja, ficará mais fácil de enxergar seu motivo. Para as necessidades relacionadas ao sucesso, pode-se buscar trabalhar/treinar num nível mais intenso. A entrega do indivíduo deve ser maior que a própria noção do que vai ganhar com o resultado.

Para as necessidades de afiliação, deve-se buscar colaborar mais com as pessoas ao redor, e o espírito de equipe precisa ser relembrado com mais frequência, mas sem gerar expectativas quanto ao retorno. O retorno da colaboração será natural, desde que o indivíduo não “force a barra”.

Para as necessidades de poder, será necessário auto empoderamento (de modo prudente e responsável), sempre buscando a confirmação das instâncias superiores, de um líder ou de um mentor – sem, no entanto, destacar-se como especial.

3. Seis dicas para a automotivação:

1. Motivar-se é reconhecer seus motivos: cada pessoa tem um ou alguns motivos particulares que o estimulam a realizar determinada ação. Pense quais são aqueles que conseguem inflamar o seu coração e a sua mente.

2. Ajude e será ajudado: ajude as pessoas a realizarem os seus próprios sonhos e elas o ajudarão a realizar os seus. Faça a roda girar: um companheiro forte é você forte. Estimule seu companheiro e ao mesmo tempo canalize esta força como retroação para o seu objetivo maior.

3. Crie em sonho em comum: em algum ponto as motivações pessoais de diversas pessoas podem ser bastante similares. Perceba isso e consiga instigar esta visão cooperativista.

4. Atue com entusiasmo: não só suas palavras, mas principalmente suas ações criarão sua própria adesão e comprometimento na busca do seu objetivo maior, todos os dias.

5. Tenha uma meta e também um plano: é muito difícil sentir-se motivado se você nem mesmo sabe onde quer chegar. É necessário ter muito bem definido o resultado a ser alcançado, o plano a ser seguido.

6. Confie no seu potencial: pessoas que se esforçam podem melhorar, sempre.

Entenda os seus motivos, crie uma causa, batalhe e afine-se para o sucesso!

“O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.”
(Albert Einstein)

por Luiz Lopes

 

BIBLIOGRAFIA

“motivação”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013), http://www.priberam.pt/dlpo/motiva%C3%A7%C3%A3o [consultado em 30-08-2016].

CHIAVENATO, I. Administração de Empresas. Uma abordagem contingencial. São Paulo: McGraw-Hill, 1982.

CHIAVENATO, I. Administração – Teoria, Processo e Prática. 2.ed.São Paulo: Makron, 1995.

Idalberto . Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: TEORIAS MOTIVACIONAIS Campus, 2000.

CHIAVENATO, I. Administração de recursos humanos. O capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

CHIAVENATO, I. Gerenciando com pessoas. 2. ed. São Paulo: Makron, 2005

BERGAMINI, Cecília Whitaker. Desenvolvimento de recursos humanos: uma estratégia de desenvolvimento organizacional. São Paulo: Atlas, 1997.

BUONO & , BOWDITCH, J. L A. F. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira, 1992.

CASADO, T. O Indivíduo e o Grupo: A Chave do Desenvolvimento. In: FLEURY, M.T. L. [at al]. As Pessoas na Organização. São Paulo: Editora Gente, 2002.

DAFT, Richard I. Administração. 4. ed. Rio de Janeiro: 1999. FARIA A. N. Liderança e chefia. Rio de janeiro: LCT-livros Técnicos e Científicos: 1982.

LACOMBE, Francisco e HEILBORN, Gilberto. Administração, Princípios e. Tendências. 1ª edição. São Paulo: Saraiva 2003.

LIMONGI-FRANÇA, Ana Cristina. As pessoas na organização. 6. ed.. São Paulo: Gente, 2002.

MALIK, Ana M. Gestão de Recursos Humanos. Volume 9. São Paulo. Editora Fundação Peirópolis Ltda.1988.

A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

Sabonetes bacterianos podem fazer muito mal à saúde

por aprendaviver | set 9, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

Os fabricantes terão um ano para retirar os sabonetes

A Food and Drug Administration (FDA), entidade responsável por regular alimentos e medicamentos nos Estados Unidos vai vetar o uso de sabonetes antibacterianos pela população.

Isso aconteceu porque esses sabonetes possuem 19 ingredientes vetados pelo órgão, como os agentes químicos triclosan e triclocarban, presentes na maioria dos produtos. Eles ainda ressaltaram que não existem estudos comprovados sobre a eficácia desses sabonetes antibacterianos.

O Instituto Americano da Limpeza, responsável por representar os interesses dos fabricantes, informou que a FDA já tem em mãos informações que provam a eficácia e a segurança dos sabonetes antibacterianos.

Em 2013, autoridades dos Estados Unidos pediram que fabricantes demonstrassem com pesquisas, inclusive com estudos clínicos, que estes produtos são mais eficazes do que os sabonetes comuns no combate à propagação de doenças e redução de infecções. Porem as empresas não provaram as eficácias do produto.

Os pesquisadores ainda relatam que pesquisas feitas mostraram que a exposição prolongada aos ingredientes em questão poderia levar a riscos à saúde, como o aumento da resistência bacteriana ou alterações hormonais.

Agora, os fabricantes terão um ano para retirar os sabonetes antibacterianos do mercado ou mudar sua fórmula.

Fonte: BBC Brasil
A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

Acordar 10 minutos mais cedo pode mudar seu humor e o seu dia

por aprendaviver | set 9, 2016 | É bom saber!, Sugestões

Reserve 10 minutinhos depois de acordar, escolha uma ou mais destas dicas e incorpore em sua rotina

Se acordar cedo é um grande sofrimento, perder preciosos dez minutos de sono pode parecer um pesadelo a mais. Porém, pequenas atitudes podem mudar para muito melhor o começo do dia.

Conforme o site americano My Domaine, algumas dicas para a manhã prometem mudar seu humor e sua rotina. Reserve 10 minutinhos depois de acordar, escolha uma ou mais destas dicas e incorpore em sua rotina e sinta a diferença.

Sente para beber o seu café

Beba seu café com calma, ou até o chá, sentindo o aroma dele. Pode ter certeza que essa calma vai te ajudar a começar o dia.

Faça um suco verde

Aproveite estes 10 minutos extras para fazer um suco verde. Basta juntar alguns ingredientes e bater no liquidificador.

Arrume a cama

Diversas pesquisas mostram que quem arruma a cama é mais feliz e bem sucedido do que aqueles que não.

Alongue-se

Que tal prolongar a sensação de prazer que o alongamento proporciona. Reserve alguns minutos da manhã para alongar os músculos do corpo. Se for adepta da ioga, pratique um pouco da modalidade nos primeiros minutos do dia. Pesquisas mostram que essa pequena prática combate os estresse e a ansiedade.

Planeje o dia

Pesquisas dizem que as manhãs são os períodos mais propícios para focar e planejar todo o dia. A recomendação é esquecer os eletrônicos e usar papel e caneta para a função.

Leia ou escute algo motivacional

Sabe aquele livro de cabeceira? Ou as músicas relaxantes do podcast? Tire esses dez minutos para ler ou ouvir música que trazem paz e felicidade. Essa prática ajuda a “religar” o cérebro pela manhã.

 

por NOTÍCIAS AO MINUTO

A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

A vida pode ser mais simples

por aprendaviver | set 8, 2016 | Comportamento Humano, É bom saber!

Brincar mais, cultivar o bom humor, descansar, praticar o ócio criativo é colocar-se na contramão de uma cultura fortemente ancorada na ideia de que só temos valor quando estamos produzindo ou realizando algo, paradigma que encontra eco e se escora em nossa ânsia consumista, a exigir-nos sempre mais e mais

A vida moderna tem nos afastado da nossa própria essência, impondo-nos um ritmo que está produzindo resultados bastante evidentes: desequilíbrio emocional, vazio existencial, falta de sentido, frustração e um enorme número de depressivos.

E quanto mais avançam os estudos da psicologia, da neurociência e das diversas áreas do conhecimento ligadas ao desenvolvimento do potencial humano, mais se nos descortinam saberes que convergem para a mesma conclusão: a Vida Plena está fortemente vinculada ao que é simples e natural.

De volta à simplicidade

A boa alimentação, por exemplo, é aquela que mais se afasta dos alimentos industrializados e superprocessados.

Por outro lado, um dos estados mentais que mais favorece nosso equilíbrio é estar onde estamos e cultivar a atenção plena, mantendo-nos no aqui e no agora. Comer enquanto comemos, estudar enquanto estudamos, trabalhar enquanto trabalhamos, ouvir quando escutamos, estar presente naquilo que estivermos fazendo.

A lista de “segredos” continua pelo caminho da simplicidade: a psicologia positiva nos revela que os elementos potencializadores da felicidade são as emoções positivas, o sentimento de pertencimento, as relações positivas, a dedicação a uma causa maior do que nós mesmos, o sentimento de realização pessoal.

Ou seja, um abraço, uma boa conversa, o olhar de um amigo, o sorriso de um filho, o contato com a natureza, a vida em comunidade, o trabalho em prol de uma causa, ajudar alguém, compartilhar, fazer algo significativo, ter um animal de estimação, meditar, cultivar a gratidão, valorizar os dons da vida são coisas que nos fazem mais felizes.

Mais recentemente, a neurociência tem provado que brincar também é muito importante.

Brincadeira é coisa séria!

Stuart Brown, um pioneiro na pesquisa sobre o ato de brincar, diz que “humor, jogos, algazarra, flerte e fantasia são mais do que simples diversão. Brincar bastante na infância gera adultos espertos e felizes — e continuar fazendo isso nos faz mais inteligentes em qualquer idade”, como consta na apresentação de sua palestra TED.

Quando brincamos, ativamos o lado direito do cérebro, ativando as áreas cerebrais ligadas à criatividade, emoção, imaginação, intuição e subjetividade.

E se o cérebro racional, ou lado esquerdo do cérebro tem seus limites, o lado direito é praticamente ilimitado. É onde podemos ser tudo o que quisermos ser.

Se no modelo de produção industrial as brincadeiras e o riso eram (e para alguns ainda são) consideradas infrações inconvenientes, hoje sabemos que a alegria nos torna mais produtivos e realizados.

Brincar nos ajuda a lidar com as dificuldades, aumenta nossa expansividade e favorece as conexões entre as pessoas.

O bom e velho ócio criativo

Da mesma forma, precisamos reaprender a nos permitir um tempo para “não fazer nada”, pois outra constatação da neurociência é que nosso cérebro precisa recarregar-se, como se fosse a bateria de um celular, e esta “recarga” se dá mais completa e facilmente se ele não estiver processando nada de importante naquele momento.

É o que acontece durante o sono, por exemplo, de forma mais evidente. Ou, pelo menos, deveria acontecer – já que a hiperconectividade e nossos péssimos hábitos vem nos privando de um sono realmente reparador em muitos casos.

Mas é o que acontece também quando descansamos.

E aqui vai um recado muito importante aos que se ressentem da falta de criatividade, baixa inspiração, carência de insights e de boas ideias: a área cerebral responsável pelo “processamento” das experiências vividas ou observadas, pela correlação criativa das inúmeras informações recebidas, e pela interação entre as suas esferas emocional e racional, trabalha melhor na ausência de novos inputs.

Em outras palavras o cérebro precisa do ócio para desempenhar com maior eficácia seu potencial criativo, de forma a propiciar mais momentos do tipo “eureka”!

Brincar e descansar, portanto, são partes essenciais de nosso processo criativo.

Contracultura e equilíbrio – menos pode ser mais?

Brincar mais, cultivar o bom humor, descansar, praticar o ócio criativo é colocar-se na contramão de uma cultura fortemente ancorada na ideia de que só temos valor quando estamos produzindo ou realizando algo, paradigma que encontra eco e se escora em nossa ânsia consumista, a exigir-nos sempre mais e mais.

Precisamos encontrar o caminho do equilíbrio.

A pesquisadora americana Brenè Brown nos propões um exercício interessante. Ela sugere que façamos duas listas. Primeiro a lista de ingredientes para alegria e sentido – que deve responder à seguinte pergunta: “Como é quando as coisas vão realmente bem na nossa família?”. A segunda relação é a lista dos nossos sonhos, que deve responder mais especificamente à pergunta: Quais são as coisas que ainda tenho (ou quero) fazer e conquistar?

Ao se propor este exercício, ela descobriu que na primeira lista estavam coisas como ter tempo para estar junto com os familiares e amigos, tempo para conversar, passear, ir à igreja, participar da vida dos filhos, divertir-se em família, fazer trabalhos significativos, etc.

Mas, o mais importante para ela foi constatar que aquilo tudo que estava na sua segunda lista, e que representava sempre uma realização ou aquisição que lhe obrigaria a trabalhar ainda mais para ganhar mais e poder conquistá-las, no fundo não era o que determinaria sua felicidade.

Pois o que ela descobriu, é que ainda que eliminasse esta segunda lista, os elementos da primeira lista já seriam suficientes para desfrutar de uma vida relativamente plena hoje – e não somente no futuro.

Esta descoberta fez um grande sentido para ela, que reuniu a família para que juntos encontrassem meios de diminuir o ritmo frenético de trabalho, reavaliando os desejos da segunda lista para que pudessem desfrutar mais amplamente os elementos da primeira lista.

 

E você, como tem se conduzido pelos caminhos deste fascinante desafio que é viver?

por César augusto

Publicado originalmente em www.cesartucci.com.br/blog

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