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Beber álcool com moderação já não é recomendado, mas a indústria se defende

Beber álcool com moderação já não é recomendado, mas a indústria se defende

O consumo per capta de bebidas alcoólicas caiu na Austrália após o governo ter aconselhado as pessoas a beber menos em 2009

Durante décadas, produtores de cerveja, vinho e destilados foram ajudados pela noção, embutida em uma série de conselhos nutricionais de governos, de que um pouco de álcool pode gerar modestos benefícios para o coração e a saúde em geral.

Agora, essas recomendações estão mudando rapidamente em face de novas pesquisas que associam o consumo de álcool a possíveis riscos de câncer e que estão levando autoridades de saúde do mundo todo a rever suas posições.

A mudança está pressionando a indústria de bebidas alcóolicas em alguns de seus maiores mercados, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Rússia. E a resposta do setor está se mostrando tão dispendiosa e abrangente quanto a ameaça antevista, incluindo ataques aos defensores de pesquisas desfavoráveis a bebidas alcóolicas e colaborações com governos na formulação de políticas. As empresas de bebidas também estão financiando seus próprios estudos, como um projeto em que quatro firmas vão disponibilizar dezenas de milhões de dólares para custear um estudo rigoroso.

“Não podemos deixá-los ganhar força”, disse Jim McGreevy, presidente do Instituto da Cerveja, grupo que representa o setor nos Estados Unidos, durante uma conferência com executivos de cervejarias realizada em abril, referindo-se aos críticos do álcool.

Em janeiro, o Reino Unido alterou uma recomendação de 20 anos que dizia que beber moderadamente poderia beneficiar o coração, substituindo-a por outra que afirma que os benefícios são menores do que se acreditava antes. O governo britânico também publicou novas orientações informando que o álcool eleva o risco de certos tipos de câncer.

“Não há nível seguro para beber”, disse Sally Davies, a mais alta assessora do governo para políticas de saúde no Reino Unido, a uma rede de TV do país.

Também em janeiro, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA retirou de suas orientações o trecho que afirmava que beber moderadamente poderia reduzir o risco de doenças cardíacas em algumas pessoas. A porta-voz do departamento disse que são necessárias mais análises “para melhor entender as consequências para a saúde que podem ou não estar associadas ao consumo moderado de álcool”.

A ameaça à indústria de bebidas alcoólicas não é tão acentuada como a enfrentada pela de cigarros, cujo consumo caiu devido às rápidas mudanças de atitudes do público e às políticas dos governos, depois que foi determinado que fumar causa câncer de pulmão, doenças cardíacas e outros problemas.

Ainda assim, as recomendações de governos sobre álcool podem fazer a diferença. A cervejaria belgo-brasileira Anheuser-Busch InBev NV, por exemplo, agora inclui em sua declaração de riscos de negócios que a Organização Mundial de Saúde pretende reduzir em 10% o uso nocivo de bebidas alcoólicas.

O consumo per capta de bebidas alcoólicas caiu na Austrália após o governo ter aconselhado as pessoas a beber menos em 2009, recuando de 10,6 litros para 9,7 litros por ano. No Estado americano de Maryland, as vendas de destilados, vinho e cerveja diminuíram depois de um aumento de impostos, em 2011. Na Rússia, as vendas despencaram em mais de 20% num período de alguns anos diante de medidas do governo para reprimir o consumo, depois que um relatório da OMC divulgado em 2010 apontou o álcool como causador de vários problemas de saúde.

O quase consenso que beneficiou o setor até recentemente — de que beber moderadamente podia ser bom para a saúde — remonta a pesquisas feitas 40 anos atrás por um cardiologista da Califórnia chamado Arthur Klatsky, que investigou os efeitos do estilo de vida na saúde cardiovascular. Para sua surpresa, ele concluiu que quem bebia moderadamente tinha menos enfartes que os abstêmios e um risco estatisticamente menor de morrer de doenças coronárias.

Em 1995, o Departamento de Saúde dos EUA introduziu a orientação de que beber moderadamente estava associado com um risco menor de doenças coronárias em algumas pessoas. Agora, novas pesquisas estão subvertendo esse consenso.

Um dos primeiros sinais de mudança veio quando a OMS decidiu criar uma nova política de álcool, há quase dez anos. O foco foi “o fardo global das doenças” e a avaliação de um amplo leque de possíveis efeitos, inclusive indiretos, como taxas de acidentes e infecções.

O relatório da OMS divulgado em 2010 afirmou que “o uso prejudicial de álcool contribui significativamente” para algumas doenças, como diabetes, e sugeriu que os governos taxassem as bebidas para reduzir o consumo. Mais recentemente, autoridades de saúde têm se concentrado em estudos que associam o consumo moderado a um risco maior de certas formas de câncer.

Ao revisar suas orientações, o Reino Unido afirmou que a análise das pesquisas concluiu que “o risco de desenvolver uma série de doenças (como câncer de boca, garganta e mama) aumenta” com qualquer quantidade de bebida alcóolica consumida regularmente.

As novas recomendações do governo britânico não negam os benefícios do álcool para o coração, mas afirmam que eles “são menores e se aplicam a um grupo menor da população do que estimado anteriormente”, possivelmente reduzindo os riscos de morte apenas em mulheres com mais de 55 anos.

A fabricante britânica de destilados Diageo PLC, que está às voltas com um projeto de lei na Irlanda que pode restringir a propaganda de bebidas e estabelecer preços mínimos e alertas nos rótulos, financiou um grupo, o “Pare de beber sem controle”, que defende o consumo moderado de bebidas alcoólicas. O grupo se tornou foco de controvérsia depois que o envolvimento da Diageo foi divulgado. A lei irlandesa continua em discussão.

Na Escócia, a Diageo apoiou uma batalha jurídica liderada pela Associação do Uísque Escocês e por produtores europeus de vinho que querem impedir uma lei que fixa preços mínimos para bebidas alcoólicas. A lei aguarda uma decisão final da Justiça escocesa.

Já a AB InBev lançou, no ano passado, um programa cujo objetivo é abordar as preocupações levantadas pela OMS e reduzir o uso de álcool em 10% em seis cidades no período de dez anos. A AB InBev recentemente lançou a Budweiser sem álcool no Canadá e pretende que, no máximo até 2025, marcas sem ou com baixo teor de álcool respondam por 20% do volume total das bebidas que produz.

A AB InBev e a Diageo estão se unindo às rivais Heineken NV e Pernod Ricard SA na alocação de US$ 55,4 milhões para financiar o primeiro experimento aleatório de avaliação dos efeitos do álcool na saúde. O estudo será supervisionado pelo Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo dos EUA.

 

Por JUSTIN SCHECK e TRIPP MICKLE

(Colaborou Saabira Chaudhuri.)

Beber álcool com moderação já não é recomendado, mas a indústria se defende

Você sabe reconhecer quando alguém está mentindo?

Especialistas americanos dão dicas para ajudar a identificar um mentiroso

Ryan Lochte

O nadador americano Ryan Lochte foi desmascarado após mentir sobre um assalto. Para conseguir reconhecer um mentiroso, especialistas recomendam prestar atenção nos detalhes, explorar o entorno do caso e analisar o comportamento e os sinais corporais do indivíduo (Matt Hazlett/Getty Images)

A descoberta de uma mentira pode dar muito o que falar. Após suspeitar da inconsistência dos fatos, a Polícia Civil do Rio de Janeiro desmontou a históriado suposto assalto sofrido por quatro nadadores americanos durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro. Mas, você suspeitaria da história e saberia reconhecer um mentiroso? Especialistas revelam segredos que vão lhe ajudar a descobrir se alguém está falando a verdade – ou não.

O tenente Joe Kenda, veterano do Departamento de Polícia de Colorado Springs, no oeste dos Estados Unidos, usou a seguinte história para explicar à BBC Mundo seu método de detectar mentiras:

“Fui roubado. Um homem apontou uma arma para mim…”, denuncia uma pessoa à polícia.
“Ok, ok”, responde o detetive. “Onde você estava quando tudo aconteceu?”
“Estávamos em um posto de gasolina.”
“Às 4h da manhã, vocês pararam em um posto de gasolina. Por quê?”
“Para usar o banheiro.”
“Então, vocês foram ao banheiro…”
“Sim, e um sujeito apareceu…”
“Espera, espera”, interrompe o detetive. “Vocês entraram no banheiro. Aconteceu alguma coisa nesta hora?”
“Quê?”
“Falaram com algum funcionário. Houve algum desentendimento…”
“Ah… Não! Nada disso…”
(Silêncio)
“Toquei num ponto sensível”, pensa o detetive. “Por que será que não quer falar de algo que aconteceu no banheiro, mas do resto das coisas, sim?”

 

Primeiro erro: exagero

Uma história mentirosa tende a ser exagerada. No caso dos nadadores, por exemplo, Ryan Lochte – um dos atletas envolvidos – ao assumir a culpa pelo ocorrido durante uma entrevista a um programa da emissora americanaNBC, admitiu o exagero. “Exagerei a história e, se não fosse por isso, não estaríamos envolvidos nesse problema. Nada disso teria acontecido se não fosse por meu comportamento imaturo”, reconheceu o campeão.

Kenda, que agora é apresentador do programa “Caçador de Homicídios”, no canal Investigation Discovery, nos Estados Unido, destaca que quando as pessoas mentem, elas tendem a não ser muito boas em fazer isso. “Deveriam ao menos ter a decência de serem boas mentirosas. A maioria não é.”

O método “Columbo”

Quando alguém chega com um relato ou denúncia, Kenda faz questão de repassar tudo ponto a ponto. A suposta vítima sempre quer ressaltar o fato central do relato, mas o detetive deve explorar o entorno e os detalhes. Essa técnica segue o método da famosa série policial “Columbo”, exibida nos anos 1970, em que o protagonista insiste em fazer perguntas aparentemente inócuas.

“Como policial, não confio nem acredito em ninguém. O comportamento humano é muito previsível, e, se você me conta algo fora do comum, isso chama atenção. ‘Por que você fez isso? Não conheço outra pessoa que teria feito isso neste caso, mas você disse que o fez. Por quê?’”, explica Kenda.

Segundo o ex-policial, cujo departamento tinha a maior taxa de resolução de casos de todo o país quando ele ainda estava na ativa, as pessoas podem não se lembrar de tudo que disseram quando o relato é uma invenção e esse é o jogo que um bom detetive faz com o interrogado.

Além das palavras

Quando alguém mente, há sinais que delatam. Por isso, a análise deve ir além do relato e envolver o comportamento do indivíduo. “Se em algum momento da conversa, você levanta a voz, fica na defensiva ou é evasivo, está mentindo”, aposta o ex-policial.

Como em um jogo de pôquer, no qual os melhores jogadores são especialistas em detectar os sinais corporais dos rivais – como uma simples piscadela, uma pulsação quase imperceptível da carótida ou um lance fugaz com o olhar – para extrair informação sobre as cartas que escondem, os detetives deve fazer o mesmo em um interrogatório.

“Onde estão seus olhos? Você mantém contato visual? Está nervoso? Fica batendo os pés? Batendo na mesa com os dedos? Fica olhando a porta? Os pés estão firmemente plantados no chão para sair rapidamente assim que possível?”, explica Kenda.

Todos esses movimentos são inconscientes quando se conta uma mentira ou se tenta enganar alguém e é nisso que ele presta atenção. “Por que esta pessoa age de forma diferente? O que está acontecendo?”

Os “bons” mentirosos

Infelizmente, nem tudo são flores e há pessoas, conhecidas como sociopatas, que são boas em mentir. “Uma personalidade assim não tem emoções humanas. Não sente amor, nem culpa, nem compaixão.”, conta Kenda.

Curiosamente, a única coisa que conseguem manifestar é raiva: “Não me deixe furioso. Se ficar, vou te matar”, explica. É aí que pessoas assim podem se entregar e ser desmascaradas.

Por Da redação Veja.com

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Pessoas estariam dispostas a mentir para não magoar robôs, diz pesquisa

Especialistas em inteligência artificial têm trabalhado para fazer com que as máquinas sejam cada vez mais capazes de compreender e imitar as emoções do homem. Mas tamanha aproximação do comportamento humano pode trazer mais sensibilidade às pessoas. Uma pesquisa realizada recentemente pela Universidade College London e pela Universidade de Bristol mostra que as pessoas estão mais propensas a mentir para um robô, caso achem que a verdade vai deixá-los tristes.

Em testes, os pesquisadores descobriram que as pessoas preferem robôs expressivos e que pedem desculpas pelos seus erros, mesmo que eles sejam menos eficientes do que modelos silenciosos.
Durante a experiência, os cientistas usaram três robôs: Bert2, um humanoide com três monitores separados, trabalhando como olhos e boca – para expressar emoções de três maneiras diferentes, um segundo robô, silencioso e sem expressões, era mais eficiente e não cometeu nenhum erro, ao contrário do primeiro, e um terceiro, capaz de falar entender apenas ‘sim’ e ‘não’. Apesar de o primeiro robô ser o mais lento e cometer mais erros, ele foi o preferido da maioria das pessoas.

Ao final do teste, Bert2 pediu um emprego às pessoas. Alguns participantes se mostraram relutantes em dizer não, mesmo tendo preferido o robô silencioso. Segundo eles, a razão para evitar dizer a verdade foi não fazer o robô se sentir mal. “Parecia apropriado dizer não, mas eu me senti muito mal em dizê-lo. Quando o rosto estava muito triste, eu me senti ainda pior. Eu me senti mal, porque o robô estava tentando fazer seu trabalho”, declarou um dos participantes.

Empatia
Já está provado que os seres humanos conseguem sentir empatia com os robôs. A nova pesquisa mostra que pode existir um relacionamento mais complexo e mais profundo com as máquinas no futuro. A novidade é a possibilidade de as pessoas perdoarem os erros de um robô – algo que pode mudar conforme esse tipo de experiência se tornar mais comum.

 REDAÇÃO OLHAR DIGITAL / Via Engadget

Beber álcool com moderação já não é recomendado, mas a indústria se defende

Estamos geneticamente programados para dar uma ‘facadinha’

‘Prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença… até que a genética nos separe’.

O comportamento humano em relações amorosas tem sido um dos temas mais estudados pela ciência e as conclusões que vão surgindo são tudo menos previsíveis.

O mais recente estudo sobre relações amorosas foi feito na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e revela que os humanos estão geneticamente programados para dar uma ‘facadinha’ no compromisso quando este está prestes a falhar ou é já dado como um caso perdido. E é no sexo feminino que este ‘instinto natural’ é mais notório, lê-se no site do jornal britânico The Times.

De acordo com os investigadores, a monogamia pode ir contra a natureza humana e, por isso, os casos de traições e affairs tendem a multiplicar-se, uma vez que os humanos estão constantemente (de forma consciente ou não) a testar as suas próprias relações e a analisar se há ou não melhores opções a longo prazo.

E para David Buss, autor principal do estudo, a justificação é simples: “Acabar com uma relação e acasalar com outro parceiro pode caracterizar com mais precisão o comum”, uma vez que, salienta, “a monogamia ao longo da vida não caracteriza os padrões de acasalamento primários dos seres humanos”.

No ano passado, um estudo da Universidade de Binghamton detetou também que a propensão para se ser infiel pode estar no ADN das pessoas, mais concretamente devido ao gene DRD4, associado à procura de prazer.

Mas não é apenas a genética que dita a probabilidade de uma pessoa ser infiel ou não. Um estudo da Universidade de Oxford, citado pelo Independent, indica que “o comportamento humano é influenciado por muitos fatores, como o ambiente e a experiência de vida”.

Também o aborrecimento e a necessidade de apoio emocional podem estar na origem de um romance extraconjugal, como indica Pepper Schwartz, professor da Universidade de Washington.

 

por DANIELA COSTA TEIXEIRA

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Será possível curar a depressão sem medicamentos?

O modelo psicoterapêutico HBM pode ser uma opção eficaz para tratar pessoas que sofrem de depressão, conclui estudo.

A depressão é considerada, nos países industrializados, um dos problemas mais graves de saúde pública da atualidade, tendo sido classificada como a ‘doença do século’ pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2002 e afetando cerca de 350 milhões de pessoas por todo o mundo.

Geralmente tratada com medicamentos que provocam habituação e que entorpecem as pessoas, vários são os especialistas e comunidades científicas que tentam perceber se há outros métodos mais ‘naturais’ de tratar a depressão.

Um estudo português, desenvolvido pela Clínica Mente, avaliou a evolução de 85 pessoas adultas, de ambos os sexos, com diagnóstico de sintomatologia depressiva, oriundos de diversos distritos do país, que fizeram sessões semanais intensivas do modelo terapêutico HBM, com duração de até 2 horas, de acordo com o plano delineado na sessão de avaliação e até os objetivos inicialmente definidos terem sido alcançados.

O modelo HBM – Human Behavior Map Therapy – consiste numa intervenção psicoterapêutica assente no mapa do comportamento humano, que, segundo a Clínica Mente descreve os processos mentais conscientes e inconscientes, permitindo explicar o modo de pensamento e comportamento do ser humano e assim resolver conflitos emocionais, internos e externos, no indivíduo.

Como a clínica informa em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, os resultados obtidos permitiram tirar a conclusão de que é possível curar eficazmente a depressão, especialmente naqueles casos em que o índice depressivo inicial é mais grave, sem recorrer a comprimidos.

Antes da intervenção psicoterapêutica 44,7% da amostra apresentava índices de “depressão grave” e 37,6% “depressão moderada”. Após a intervenção psicoterapêutica com recurso ao modelo HBM, 80% da amostra apresentava-se “não deprimida” e 18,8% apresentava índices de “depressão leve”. Registre-se que para 83,4% da amostra, foram necessárias entre cinco e dez sessões de intervenção terapêutica para ultrapassar o estado depressivo em que se encontravam anteriormente, e recuperar a qualidade de vida e o bem-estar.

POR VÂNIA MARINHO

Beber álcool com moderação já não é recomendado, mas a indústria se defende

Por que nos acostumamos com os cheiros?

Você com certeza já percebeu a capacidade do corpo humano de se acostumar com cheiros. Em pouco tempo seu nariz nem mais sente aquela fragrância de perfume, e isso é algo que faz bem para o nosso organismo, informou a psicologista Pamela Dalton. As informações dessa matéria foram retiradas da New York Magazine e do site Mental Floss.

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Quando inalamos ar, as moléculas que passam pelas nossas narinas se predem em uma parede de muco na parte de trás da garganta. Esse muco é receptor de células que avisam seu cérbero que você acabou de cheirar algo. Como o cérebro está sempre atento para novas “ameaças”, ele foca em novidades no campo da visão, das sensações e dos cheiros. Depois de algumas “inaladas”, o cérebro entende que o cheiro é algo ok e que não representa nenhum perigo.

E como descobrir se o cheiro da sua casa, aquele com o qual estamos mais acostumados, está ruim? Existem alguns truques, como dar um “restart” em seu nariz ao deixar a casa por algumas horas. Se isso não funcionar, tente pular algumas vezes pelo cômodo por alguns minutos. O aumento na pressão sanguínea para melhorar seu olfato.

Redação/RedeTV!

Beber álcool com moderação já não é recomendado, mas a indústria se defende

Cinco startups tecnológicas para tornar o mundo melhor

Sputnik apresenta uma lista de projetos inovadores.

Estas inovações tecnológicas foram apresentados na StartUpShow, uma plataforma para o desenvolvimento de pequenas e médias empresas que, juntamente com a Sputnik, lançaram um projeto conjunto para procurar e apoiar a criação de empresas em mais de 30 países.

Um carregador que você não tem que carregar

Triada
© FOTO: STARTUPSHOW
Triada

A bateria do seu celular ou tablet está fraca e não há tomada à vista? Então você pode usar um carregador cinético TRIADA. Esta máquina não necessita de ser ligada e acumula eletricidade quando você balança, corre ou anda.Treine sua mente diretamente no seu desktop

Wikium
© FOTO: STARTUPSHOW
Wikium

Wikium, um serviço digital desenvolvido por Sergei Belan, é um conjunto de cerca de 40 exercícios on-line que ajudam a treinar sua memória e melhorar a atividade cerebral. Os exercícios têm diferentes níveis de dificuldade e sua sequência é feita sob medida para atender cada usuário individual.A Tablet para Deficientes Visuais

Braille Pad
© FOTO: STARTUPSHOW
Braille Pad

Braille Pad é um tablet projetado especificamente para pessoas com deficiência visual. O dispositivo possui uma tela táctil que permite ao usuário navegar em websites e verificar seu e-mail.

Rashid Aliev, o criador do Braille Pad, disse à Sputnik que a Turquia já encomendou 50.000 tablets Braille, que serão utilizadas no sistema de ensino do país.

Veja, filme, ganhe!

Mymobstr
© FOTO: STARTUPSHOW
Mymobstr

“Uma pessoa registra no sistema e filma algo usando o aplicativo Mymobstr. O aplicativo verifica o tempo e o local onde o vídeo foi filmado, enquanto o usuário adiciona um título e uma legenda curta, e depois o vídeo é submetido para moderação. Quando o vídeo é comprado, o usuário recebe seus honorários através de uma conta monetária no sistema”, explica o CEO da empresa Andrei Bulavinov.

Uma nova maneira de tratar a hipertensão arterial

SurgeonET
© FOTO: STARTUPSHOW
SurgeonET

Quase 40 por cento da população mundial sofre de hipertensão arterial, mas a SurgeonET — um dispositivo projetado pelo cirurgião russo Eduard Timbakov — pode ajudar a diminuir esse número.De acordo com o seu criador, o dispositivo permite que o médico trate um paciente influenciando os centros neurais no corpo que regulam a pressão arterial.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Beber álcool com moderação já não é recomendado, mas a indústria se defende

Alimentos para engordar de forma saudável

Alimentos para engordar de forma saudável

ALIMENTOS PARA ENGORDAR DE FORMA SAUDÁVEL

Conforme há quem não consiga perder peso, também há quem o queira ganhar e não consiga.

Descubra os melhores alimentos para engordar de forma saudável e como pode incluí-los na sua alimentação.

Da mesma maneira que existe quem tenha peso a mais e queria emagrecer, também existem pessoas com o problema oposto. E a missão de ganhar peso para pessoas que sempre foram magras, pode ser ainda mais difícil do que a de emagrecer.

A solução passa por consumir alimentos saudáveis mas com um valor energético mais elevado, aos quais poderemos chamar de “alimentos para engordar”.

A fórmula para engordar tem a lógica inversa da que se utiliza para emagrecer. Ou seja, tem de consumir mais energia (calorias) do que aquela que gasta (balanço energético positivo).

Mas desengane-se se pensa que isso significa que pode comer tudo o que lhe apetece! Deve ter sempre em conta que o ganho de peso não deve ser à custa de ganhos excessivos de massa gorda, mas sim de ganhos de massa muscular.

Mas tal como no emagrecimento, num processo de ganho de peso, é necessário haver motivação, planeamento das refeições e esforço, principalmente em pessoas que não tenham muito apetite ou muito tempo para comer. Como tal, os alimentos para engordar devem ser alimentos fáceis de incorporar na sua rotina diária.

No entanto, importa salientar que mesmo promovendo um balanço energético positivo, algumas pessoas continuam sem conseguir engordar, muitas vezes devido a fatores como o metabolismo mais acelerado, predisposição genética, stress, entre outros.

OS MELHORES ALIMENTOS PARA ENGORDAR


1. AVEIA

aveia

A aveia é um dos cereais mais interessantes do ponto de vista nutricional, devido aos seus hidratos de carbono complexos, ao seu teor em proteína e fibra (importante para o funcionamento intestinal e combate à prisão de ventre), o que faz com que seja um ótimo alimento a incluir ao pequeno-almoço e/ou em refeições intermédias.Prefira sempre os flocos de aveia em vez de bolachas e outros produtos processados feitos à base da mesma, porque estes últimos têm um teor de gordura e açúcar muito superiores.

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2. GRANOLA

A granola é mistura de cereais, que pode incluir aveia, trigo, arroz, frutos gordos/oleaginosos, sementes, entre outros.

Do ponto de vista nutricional, é um alimento de uma riqueza excepcional: hidratos de carbono complexos, fibra, gorduras poli-insaturadas, vitaminas e minerais, e antioxidantes, principalmente se incluir frutos gordos e sementes. Com tal, apresenta um valor energético relativamente alto, sendo um dos melhores alimentos para engordar.

Atualmente existem inúmeras variações de granola no mercado, algumas das quais podem ter adição de mel, chocolate, açúcar mascavo, entre outros, o que eleva ainda mais o seu valor energético.

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3. LEGUMINOSAS

leguminosas

Embora muitas vezes se fale das leguminosas em processos de perda de peso, devido à saciedade que promove, elas estão incluídas neste grupo de alimentos para engordar, visto que são riquíssimas em proteína, hidratos de carbono de baixo índice glicêmico e fibras. Ajudam, por isso, a enriquecer a sua refeição.Seja como complemento no prato ou na sua salada, seja como ingrediente extra para a base da sopa, não negligencie o que as leguminosas podem fazer por si.

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4. SUMOS DE FRUTA NATURAIS

Esta é uma ótima alternativa para adicionar energia e vitaminas extra às suas refeições (ex. em vez de água, beba um sumo de laranja natural a acompanhar o almoço e/ou o jantar) ou para aqueles momentos em que não tem muita fome, mas já está há muito tempo sem comer. Isto porque as bebidas não são tão saciantes como os alimentos sólidos, portanto são uma boa forma de ingerir nutrientes sem que se sinta muito cheio.

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5. AZEITE

azeite

O azeite é a gordura mais saudável de que dispomos, visto que é rico em ácidos gordos mono e poli-insaturados, muito benéficos para a saúde cardiovascular. Embora a gordura atrase o esvaziamento gástrico e prolongue a saciedade, não se deve diminuir o seu consumo.Utilize-o para confeccionar os alimentos e para temperar saladas e sopas, pois permite aumentar a ingestão calórica sem aumentar o volume de refeição, é uma fonte de energia muito concentrada.

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6. FRUTOS TROPICAIS, BANANA E UVAS

Estes são frutos com um teor de hidratos de carbono e/ou gordura e, consequentemente, de energia superior a outras frutas como a maçã, pera ou laranja. São, por isso, ideais para quem quer ganhar peso. Além disso, contêm vitaminas e minerais essenciais ao bom funcionamento do metabolismo e uma quantidade considerável de fibra.

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7. FRUTOS GORDOS/OLEAGINOSOS

frutos secos

Aumente a riqueza nutricional e energética dos seus lanches e snacks adicionando-lhes estes alimentos. Pode também apostar nas pastas (vulgarmente designadas por manteigas) elaboradas à base destes frutos, nomeadamente a manteiga de amendoim, de amêndoa e de caju para adicionar energia extra, por exemplo, ao seu pão.

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8. SEMENTES (LINHAÇA. CHIA, GIRASSOL, SÉSAMO)

As sementes podem ser adicionadas a batidos misturadas com laticínios, fruta e/ou vegetais, cereais, entre outros, enriquecendo-os em energia, proteína e fibra. Pode ingeri-los várias vezes ao longo do dia, desde o café da manhã aos lanches ou até como bebida de reposição no final do exercício físico.

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9. MEL

mel

O mel é um alimento natural, rico em hidratos de carbono de absorção muito rápida e que pode ter um impacto positivo no ganho de peso.

REGRAS IMPORTANTES PARA UM GANHO DE PESO SAUDÁVEL


1.    ESQUEÇA OS ALIMENTOS RICOS EM GORDURA, SAL E AÇÚCAR

Não se deve aumentar a ingestão de alimentos como hambúrgueres, batatas fritas, produtos de pastelaria e refrigerantes, pois estes alimentos são ricos em gordura saturada que leva ao aumento do colesterol e do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

2.    NÃO SALTE REFEIÇÕES NEM PASSE MUITO TEMPO SEM COMER

Os alimentos têm como função fornecer energia ao organismo. Quando não come o suficiente, os seus órgãos vão continuar a trabalhar, mas “em seco”, visto que não têm disponíveis os nutrientes essenciais ao seu funcionamento.

Para contornar este problema, o seu organismo vai buscar aquilo que precisa às reservas. Ou seja, à gordura armazenada e ao músculo. O que, além de tornar uma pessoa mais magra, torna-a também mais flácida. Deve, por isso, comer de duas em duas horas.

3.    COMA DE FORMA EQUILIBRADA NAS REFEIÇÕES PRINCIPAIS

O almoço e o jantar devem incluir sempre alimentos para engordar, que forneçam os três nutrientes vitais: hidratos de carbono (ex. massa ou arroz), gordura (ex. azeite) e proteínas (ex. carne branca ou peixe). Além disso, devem conter também legumes, essenciais para o bom funcionamento do organismo.

Um jantar equilibrado é particularmente importante pois garante uma fonte de nutrientes importantes facilmente disponíveis para serem usados pelo corpo durante a noite.

Dica: Se já inclui estes alimentos nas suas refeições, experimente aumentar gradualmente as quantidades. Por exemplo, se já come um peito de frango, comece a comer um e meio. Se já come arroz/massa/batata, adicione leguminosas.

Por último, além da alimentação, deverá fazer treino de musculação entre 2-5 vezes por semana, para aumentar de peso sobretudo à base do aumento de massa muscular. O treino cardiovascular para o objetivo de ganho de peso não tem um impacto tão positivo.

Rita Lima

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