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Como conhecer o perfil de seus funcionários – e por quê

Como conhecer o perfil de seus funcionários – e por quê

por aprendaviver | ago 7, 2016 | Comportamento Humano, É bom saber!

Como identificar o perfil dos meus funcionários para aproveitar melhor suas habilidades?
Escrito por Sílvio Celestino, especialista em gestão de pessoas

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Por menor que seja a empresa, deve-se buscar conhecer as competências dos funcionários em comparação com aquelas requeridas pela estratégia da empresa. Ou seja, o melhor meio para você identificar o perfil de seus funcionários e aproveitar melhor suas habilidades é adotar um modelo de gestão por competência.

Em primeiro lugar, ao definir a estratégia da empresa, determine quais os comportamentos que deseja de seus funcionários para que ela funcione. Esses comportamentos, principalmente dos líderes, são peças-chave da cultura organizacional. É essa cultura que vai favorecer o sucesso da estratégia.

Em segundo lugar, avalie seus funcionários procurando dividir as competências em fatores observáveis como: conhecimento, habilidade, comportamento e aptidão. Essa avaliação pode ser considerada o perfil de seu funcionário.

Por último, coloque seu colaborador nas funções que estiverem mais de acordo com esse perfil e que o permitam desenvolver as competências para o cargo seguinte, que você gostaria que ele assumisse. Lembre-se de que pensar em uma pessoa para uma posição indefinidamente pode causar uma grande dor de cabeça, caso ela saia e você não tenha um substituto.

Quando possível, utilize instrumentos para essa avaliação, há muitas consultorias sérias no mercado que podem ajudá-lo nisso. Enquanto não puder usar esses serviços, procure avaliar o conhecimento de seu funcionário por meio da formação e experiência dele. E para avaliar as tendências de comportamento, simplifique entre fatores como introversão e extroversão.

Para os extrovertidos, dê preferência para tarefas em que possam interagir com muitas pessoas e dialogar. Vendas, comunicação e marketing são exemplos dessas tarefas.

Já para os introvertidos, dê preferência para áreas que exijam concentração e conhecimento profundo – em geral, são bons estudantes e leitores de livros. Áreas como finanças, contabilidade e desenvolvimento de produtos são exemplos de como aproveitar bem essas características.

Mas não se esqueça de criar sinergia entre os diversos tipos de funcionários. Quando precisar de velocidade, coloque pessoas com perfis semelhantes para trabalhar juntas. Quando necessitar de diversidade de ideias e vários pontos de vista, mistures os perfis e administre as diferenças de comportamento.

Lembre-se de que, deixado em sua natureza, um ser humano não pode voar. Portanto, se ele saltar de uma janela no 15º andar de um prédio, vai cair. Entretanto, a mesma natureza que não permite ao ser humano voar, dotou-o de inteligência para construir aviões. E, dentro deles, o ser humano voa melhor que qualquer pássaro.

Portanto, respeite a natureza de cada um de seus funcionários e os ajude a alçar voos cada vez mais altos. Eles favorecerão a cultura, a estratégia e os resultados duradouros de sua empresa.

Vamos em frente!

Sílvio Celestino

Como conhecer o perfil de seus funcionários – e por quê

Microsoft libera Cortana em português para todos usuários do Windows 10

por aprendaviver | ago 7, 2016 | É bom saber!, Inovações Tecnológicas

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Disponível desde março para quem fazia parte do programa Windows Insider, assistente agora chega a todos os usuários brasileiros do sistema.

A versão em português da assistente digital da Microsoft, a Cortana, chega oficialmente aos brasileiros a partir desta terça-feira (02/08), por meio do novo Update de Aniversário do Windows 10. Até então, o recurso controlado por voz só estava disponível por meio do preview do sistema para os participantes do programa Windows 10 Insider.De acordo com a empresa de Redmond, o processo de tradução e localização da Cortana para o português brasileiro levou cerca de cinco meses, tempo suficiente para a assistente adquirir uma “personalidade mais brasileira”, segundo a Microsoft.Além do Brasil, os usuários do México e da parte francesa do Canadá também terão a Cortana em seus idiomas locais a partir desta terça com o novo Update de Aniversário do Windows 10, que chega poucos dias após o fim do upgrade gratuito para o sistema – a partir de agora, será preciso desembolsar pelo menos 460 reais pelo software por aqui.

Antes disso, a Cortana já estava disponível em locais como EUA, Reino Unido, Itália, Japão, Austrália, Índia e Espanha, entre outros.

Vale notar que, como costuma acontecer em lançamentos desse tipo, a Atualização de Aniversário do Windows 10 será liberada de forma gradativa. Por isso, muita gente pode não conseguir baixá-la já nesta terça, 02/08.

Como conhecer o perfil de seus funcionários – e por quê

Mudar de casa rejuvenesce a sua memória

por aprendaviver | ago 6, 2016 | Comportamento Humano, É bom saber!

Quando bate aquela nostalgia, a maioria das pessoas relembra histórias da adolescência e do início da juventude. São os anos mais cheios de novidades, de formação de identidade e experimentação intensa – junte isso a um cérebro mais jovem e o resultado é um número maior de memórias a longo prazo, que continuamos a acessar quando ficamos mais velhos.

Mudanças

Na fase adulta, é comum que o número de memórias marcantes diminua e as lembranças se tornem menos distintas. Mas cientistas descobriram que quando as pessoas mudam de casa, mesmo quando estão mais velhas, as memórias “rejuvenescem”.

Pesquisadores da Universidade de New Hampshire entrevistaram voluntários com mais de 65 anos. Cada um precisava relatar qual foi sua mudança de residência mais importante entre os 40 e os 60 anos de idade. Além disso, eles identificaram suas 5 experiências mais memoráveis nessas duas décadas.

Os cientistas esperavam que cerca de 13% das memórias importantes fossem ter alguma relação com a mudança. Foram surpreendidos pelo dobro: 26% das experiências aconteceram entre um ano antes e um ano depois da mudança. Ou seja: ir para uma nova casa estimular um quarto das principais lembranças de 20 anos da vida das pessoas.

Com base nesses resultados, os pesquisadores acreditam que trocar de lar acaba simulando o mesmo panorama psicológico da adolescência. O impacto da transição envolve todos os detalhes da vida cotidiana em um cenário de novidade – e sinaliza para que o cérebro fixe essas experiências com mais firmeza na memória.

Mesmo assim, não vale qualquer grande transição na hora de rejuvenescer a memória. Os cientistas levaram em conta outras mudanças na vida (como mudar de emprego) e trocar de residência ainda se destacou acima das demais. Para os psicólogos, ela serve como “fertilizante ideal” de novas memórias porque acaba gerando um efeito-dominó de experiências.

Mudar de casa também significa dormir em um lugar novo, encontrar novos restaurantes para comer, sentir novas variações de temperatura. Em um período em que a vida já está mais estável, e o número de “primeiras vezes” é muito menor que a adolescência, variar o ambiente onde você vive parece ser o melhor gatilho para reencontrar o ineditismo.

Cérebros das pessoas mais gordas são 10 anos mais velhos do que os das pessoas magras

por aprendaviver | ago 6, 2016 | É bom saber!, Pesquisas

Quanto maior for o IMC, mais acentuado o envelhecimento do cérebro. Esta diferença não se reflete, porém, na capacidade cognitiva, mas pode aumentar o risco de doenças ligadas ao envelhecimento.

As pessoas obesas ou com excesso de peso têm um cérebro mais envelhecido do que as pessoas mais magras. A revelação é de um estudo conduzido na Universidade de Cambridge, que concluiu que quanto maior é o Índice de Massa Corporal (IMC) de uma pessoa, maior é o envelhecimento do cérebro. Este envelhecimento não se reflete, contudo, no QI.

“Os cérebros parecem ser 10 anos mais velhos em pessoas com excesso de peso ou obesas”, explica ao The Guardian a investigadora Lisa Ronan, responsável pelo estudo. O envelhecimento é causado pela diminuição da quantidade de substância branca no cérebro, acelerada pelo excesso de peso (ver caixa).

O que é a substância branca?

A substância branca é um tecido cerebral, composto por fibras e nervos, que é responsável pela comunicação entre as várias partes do cérebro.

A quantidade deste tecido é maior em idades mais jovens, e vai diminuindo à medida que envelhecemos.

Este novo estudo mostra que a diminuição da quantidade de substância branca no cérebro é influenciada pelo IMC (Índice de Massa Corporal) do indivíduo. UmIMC maior está diretamente ligado a uma maior diminuição da quantidade de massa branca, o que leva os cientistas a concluir que as pessoas mais magras têm cérebros aparentemente mais jovens do que as mais gordas.

O estudo não permitiu concluir qual a origem desta relação. Poderá acontecer, por exemplo, que um exista um gene responsável simultaneamente pelo elevado IMC e pela diminuição da substância branca. É possível, também, que essa diminuição leve a mudanças cerebrais que motivem a pessoa a comer mais.

Apesar do envelhecimento mais acentuado nas pessoas mais gordas, não há diferenças ao nível da capacidade cognitiva. “A cognição muda na população em geral à medida que se envelhece”, explica Lisa Ronan, e isso é “perfeitamente normal”. “Não há quaisquer diferenças nestas mudanças entre as pessoas magras e as obesas”, acrescenta.

As consequências, essas, podem ser ao nível da saúde. A investigadora sustenta que “o estudo levanta a possibilidade de que as pessoas com excesso de peso, ou obesas, podem ser mais suscetíveis a doenças relacionadas com o envelhecimento, como demência ou Alzheimer”.

O estudo foi feito através da análise de imagens por ressonância magnética de 473 indivíduos saudáveis, com idades compreendidas entre os 20 e os 87 anos. Os participantes foram divididos em dois grupos — 246 no grupo dos magros e 227 no grupo dos obesos ou com excesso de peso.

Como explica o jornal britânico, os investigadores compararam indivíduos com a mesma idade e descobriram que, a partir dos 37 anos, há uma diferença entre a quantidade de substância branca no grupo dos obesos e no grupo dos magros vai sendo, que vai sendo cada vez maior, até estabilizar por volta dos 40 anos.

“Toda a gente entende o impacto da obesidade no corpo, mas no cérebro ficamos perdidos, não entendemos ainda”, explica Ronan, acrescentando que este estudo “é parte do puzzle”.

João Francisco Gomes

Chorar bastante pode fazer bem

por aprendaviver | ago 5, 2016 | É bom saber!, Sugestões

Quer seja com fotos do bebê recém-nascido do seu melhor amigo ou uma canção da Adele que te deixou arrasado, às vezes chorar é tudo o que precisamos para nos sentir bem.

E existe um bom motivo para isso.

“Chorar pode nos fazer muito bem. O choro oferece uma saída para a emoção e nos ajuda a comunicar nossos sentimentos e emoções”, disse Aliza Werner-Seidler, pesquisadora e psicóloga clínica no Instituto Black Dog ao The Huffington Post Austrália.

Os especialistas concordam que chorar é crítico na hora de resolver problemas, no reconhecimento da emoção e como extensão disso, e no nosso bem-estar no geral.

“A pesquisa nos mostra que as pessoas têm maior predisposição a oferecerem apoio a quem está chorando visivelmente em comparação a quem não está”, disse Werner-Seidler.

Além disso indivíduos que não conseguem chorar devido a uma doença sentem mais dificuldade ao identificar seus próprios sentimentos em comparação aos que choram.

Embora os bebês usem o choro como forma de comunicação primária, para os adultos trata-se de expressar e processar nossas emoções.

Por que as mulheres choram mais do que os homens?

Uma pesquisa importante conduzida nos anos 80 apontou que as mulheres choram umas cinco vezes ao mês enquanto os homens, em média, uma vez ao mês.

Esses números ainda são verdadeiros de acordo com algumas pesquisas recentes feitas por líderes da área em 2011 (Lauren Blysma, Journal of Research in Personality, 2011).

“Existem várias razões para isso, inclusive o fato que biologicamente, ter mais testosterona pode inibir o choro nos homens, enquanto as mulheres produzem mais prolactina, o que pode aumentar a propensão ao choro.

“Dito isso, existem outros fatores culturais e significantes que estão associados e provavelmente também contam na diferença entre os gêneros”, disse Werner-Seidler.

“Sabemos que quando os indivíduos sentem intensa emoção, mas não a expressam, isso pode gerar consequências negativas”, disse Werner-Seidler.

Essas consequências incluem expressões indesejadas de emoções guardadas mais tarde, em uma hora menos apropriada.

“Segurar uma forte emoção pode ser como uma panela de pressão –- uma hora explode”, disse Werner-Seidler.

Quando o choro sinaliza a emoção pode ser útil e terapêutico, desde que receba apoio e ajuda para o problema a ser resolvido e que levou a pessoa a chorar.

Quando os portões do choro eventualmente se abrem, explica Werner-Seidler, se um choro for catártico ou não depende do motivo para o choro, para início de conversa, assim como o nível de apoio que está disponível para a pessoa.

“Quando o choro sinaliza a emoção pode ser útil e terapêutico, desde que receba apoio e ajuda para o problema a ser resolvido e que levou a pessoa a chorar”, disse Werner-Seidler.

Por outro lado, chorar em situações em que alguém está provavelmente se sentindo envergonhado por causa do choro pode deixar o indivíduo se sentindo pior, disse Werner-Seidler.

Além do mais, a pesquisa mostra que chorar pode ter um efeito negativo no seu humor se você está com pessoas que não lhe apoiam ou se você chorou porque viu algum sofrimento.

A conclusão?

Somos humanos, não robôs. Chorar faz parte da experiência humana e as lágrimas podem ser tanto de alegria e felicidade como de sentimento de estar sobrecarregado, triste ou sofrendo. E ter certeza que você terá o apoio certo nos tempos de adversidade fará toda a diferença.

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Julia Naughton, do HuffPost Brasil
Como conhecer o perfil de seus funcionários – e por quê

Auscultadores “neurológicos” elevam rendimento dos atletas olímpicos

por aprendaviver | ago 4, 2016 | É bom saber!, Neurociências

Os Halo Sport parecem um headset de som normalíssimo, mas “escondem” um original segredo: estimulam eletricamente o cérebro com o obetivo de melhorar a performance desportiva. E os atletas norte-americanos presentes nos jogos Rio 2016 este ano não os dispensam.

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O objetivo é auxiliar naquilo a que os criadores dos Halo Sport chamam de “treino inteligente”. Estes auscultadores “neurológicos” são capazes de estimular os impulsos elétricos nas regiões do cérebro que regem a aprendizagem relativa ao desporto e atividade física em geral, prometendo um desempenho superior ao normal.

Quem o garante é a equipa multidisciplinar da Halo Neuroscience, empresa norte-americana que se dedica ao desenvolvimento de neurotecnologia e que é composta por médicos, neurocientistas, engenheiros e designers. E, ao que parece, os atletas dos Estados Unidos que estão prontos para iniciar a competição nos Jogos Olímpicos deste ano no Rio de Janeiro, Brasil, já estão convencidos das “maravilhas” do treino neurológico que os Halo Sport proporcionam, supostamente.

Eles e também Michael Johnson, o emblemático corredor de provas de atletismo de velocidade, que faz questão que os atletas que frequentam o seu centro desportivo de alto rendimento utilizem este recurso tecnológico. Mas afinal como funciona a tecnologia neurológica dos Halo Sport?

Estes auscultadores incluem dois elétrodos que transmitem impulsos elétricos ao cérebro do utilizador durante o treino, que não pode ser de mais de 30 minutos por dia (o equipamento tem até uma funcionalidade que impede que a utilização seja superior à meia hora diária), e que deve até preceder a sessão de atividade física.

O atleta tem de humedecer ou molhar a zona da cabeça onde os Halo Sport “assentam” (à semelhança do que acontece com os sensores que integram as bandas de peito dos relógios cardíacos, por exemplo), para de seguida darem início à neuro-estimulação transcraniana, se quisermos ser um pouco mais técnicos.

Trata-se de uma técnica científica normalmente aplicada em casos clínicos de depressões e lesões cerebrais, por exemplo, sendo que a Halo Neuroscience coloca-a agora nuns auscultadores e combina o sistema com uma app para smartphone que ajuda a controlar o treino em exercícios baseados em repetições, principalmente.

Os testes efetuados pela equipa da Halo Neuroscience não demonstraram qualquer efeito secundário, pode constatar-se no site oficial da empresa, ao mesmo tempo que os resultados apresentados mostram que os atletas que usam os Halo Sports imediatamente antes da sessão de treino e competição duplicam a performance desportiva.

O case study dos atletas olímpicos norte-americanos na modalidade de saltos em ski ajudam a chegar a essas mesmas conclusões, denotando-se melhorias ao nível da atenção, concentração, equilíbrio e resistência dos atletas, como podemos ver pelo vídeo abaixo. Foram notados 13% de ganhos em propulsão e de 11% na suavidade e controlo, em apenas quatro semanas. A mesma tecnologia foi antes usada pelos militares dos Estados Unidos para melhorar a capacidade de tiro.

Os Halo Sport já podem ser reservados online e serão enviados a partir do outono, a troco de 649 dólares, cerca de 579 euros. Vejamos agora se os atletas que usam os Halo Sport regressam do Brasil com medalhas ao peito; se assim for e não for uma simples coincidência, estes auscultadores podem vir a provocar uma “revolução” no desporto e áreas afins.

Mulheres que fumam têm maior risco de derrame hemorrágico

por aprendaviver | ago 4, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

Derrames caracterizados por sangramento na parte interna do cérebro são mais comuns entre tabagistas, especialmente mulheres, de acordo com uma pesquisa recente. Esses derrames sérios são oito vezes mais comuns entre mulheres que fumam mais de um maço por dia, comparadas com não tabagistas. Até mesmo fumar menos triplica o risco da mulher para este tipo de derrame. O derrame hemorrágico compreende 3% de todos os derrames. Esses derrames normalmente afetam pessoas jovens e podem ser devastadores em termos de inabilidade e morte, com taxas de fatalidade em torno de um para cinco. Esse tipo de derrame normalmente resulta de um aneurisma hemorrágico no cérebro. Um aneurisma é um pequeno ponto fraco no vaso sanguíneo que pode romper a qualquer momento. Os pesquisadores mostraram que entre os tabagistas leves (1 – 10 cigarros/dia) mulheres eram três vezes mais propensas a ter derrame hemorrágico e, homens das vezes mais quando comparados com não tabagistas. Entre aqueles que fumavam de 11 – 20 cigarros/dia, mulheres eram quatro vezes mais propensas e homens duas vezes mais propensos a sofrer esse tipo de derrame.

Mas, aqueles que paravam de fumar reduziram significativamente suas chances de ter o derrame hemorrágico. Após seis meses sem fumar, seu risco caiu ao nível de não tabagista. O tabagismo e a hipertensão são dois fatores de risco modificáveis importantes par ao derrame hemorrágico.

Cientistas da IBM criam neurônios artificiais que ‘pensam’ sozinhos

por aprendaviver | ago 4, 2016 | É bom saber!, Inovações Tecnológicas

Em um estudo publicado nesta semana, pesquisadores da IBM revelaram a criação de um conjunto de mais de 500 neurônios artificiais, capazes de interpretar informações e aprender sozinhos. A descoberta deixa a empresa cada vez mais próxima de desenvolver um sistema computacional capaz de se comportar como o cérebro humano.

Os neurônios artificiais da IBM foram criados a partir de chamados materiais de mudança de fase – isto é, substâncias que podem existir em dois estados diferentes (gasoso e líquido, por exemplo) e trocar de um para o outro com facilidade. A combinação usada pelos cientistas é composta por germânio, antimônio e telúrio.

A material, denominado GST, pode alterar sua composição entre os estados cristalino e amorfo – isto é, sólido, mas sem forma definida. Na primeira fase, o GST (usado na membrana do neurônio artificial) funciona como um isolador de energia elétrica. Já na fase amorfa, o material consegue atuar como um condutor de eletricidade.

Desse modo, com uma membrana capaz de conduzir ou isolar eletricidade, o neurônio artificial pode realizar sinapses a base de impulsos de energia – assim como os neurônios no cérebro humano. Outra semelhança é que os neurônios criados pela IBM não trocam dados digitais, como arquivos de computador, mas apenas informações analógicas, como temperatura e movimento, e são tão pequenos quanto neruônios “de verdade”.

Aplicando-se uma fonte de calor a essa população de neurônios, as sinapses acontecem quase que naturalmente. É importante destacar, contudo, que a informação trocada entre elas é puramente aleatória, assim como no cérebro humano. Isso acontece devido ao ciclo de transformações do GST, que altera seu estado entre cristalino e amorfo sempre com alguma diferença. Os cientistas nunca sabem quando uma sinapse será realizada ou entre quais neurônios.

O que torna a descoberta ainda mais impactante é sua eficiência: os materiais usados na criação dos neurônios são facilmente encontrados na natureza ou na indústria; cada célula exige muito pouca energia para operar; a quantidade de informação processada é muito grande, enquanto o processamento é rápido; e tudo isso funciona num espaço físico bem reduzido, em vez de ocupar enormes edifícios repletos de servidores, como os data centers modernos.

Embora esses neurônios ainda não estejam prontos para serem usados em robôs como os de filmes de ficção científica, possíveis aplicações já estão sendo estudadas. O “mini cérebro artificial” da IBM poderia, por exemplo, ajudar na detecção de fenômenos naturais, como terremotos e tsunamis, ou até em sistemas de previsão do tempo mais precisos.

Em teoria, nada impede que esses neurônios sejam usados na fabricação de processadores de computador que tornem PCs, aplicativos ou qualquer dispositivo eletrônico bem mais inteligente, nos aproximando da mítica singularidade. O desafio, porém, ainda é desenvolver o código de software capaz de interpretar as informações analógicas de um “cérebro” como esse.

Via Ars Technica

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