Em alguns casos, o mau humor não é defeito… é já feitio. E à segunda-feira o estado piora.
O primeiro dia da semana de trabalho é apontado por muitos como o principal culpado pela rabugice, mas está longe de ser o único fator a ter em conta, especialmente quando o mau humor (aliado ao mau feitio) é recorrente ao longo da semana.
Segundo o site da revista Self, existem seis razões para uma pessoa estar de mau humor e que nada têm a ver com a segunda-feira. Sim, pode parar de usar a hashtag #hatemondays.
1 – Ingestão de demasiado açúcar.
O fim de semana foi de excessos e não resistiu aos doces? Tem, então, aqui uma possível causa para estar amuado, uma vez que o açúcar exerce um impacto direto no cérebro através da ativação dos campos de recompensa. Quando não se ingere açúcar, o cérebro pede mais, interferindo com o estado de espírito da pessoa.
2 – Ingestão de demasiadas bebidas alcoólicas.
Também o álcool interfere com o humor de uma pessoa e não falamos apenas da ressaca. Diz a publicação que os químicos presentes nestas bebidas têm uma forma de atuar idêntica ao açúcar, fazendo com que o cérebro queira mais.
3 – Noites mal dormidas.
Seja no fim de semana ou ao longo dos últimos dias, a falta de descanso pode ser um dos principais responsáveis pelo mau humor, uma vez que dormir mal tem um impacto direto e nocivo nas hormonas e no cérebro, comprometendo algumas habilidades.
4 – Mente fraca.
Estar mentalmente em baixo, seja por tristeza ou preocupação, é também um fator a ter em conta na hora de avaliar a causa do mau humor e as mudanças de disposição.
5 – Dieta pobre em nutrientes.
Se o excesso de açúcar e álcool são duas causas do mau humor, a alimentação pobre em nutrientes é outro fator a avaliar, uma vez que comer mal e poucas vezes faz com que os níveis de açúcar estejam sempre a oscilar e a atingir picos, o que pode levar a mudanças repentinas de humor.
6 – Passar demasiado tempo com amigos dominadores.
Algumas amizades são tóxicas e têm a capacidade de interferir com o bem-estar das pessoas, seja físico ou emocional.
Um dos sucessos da banda Scambo se tornou obra literária e retrata as experiências de um jovem inconformado de 23 anos
Quem já gostava da música ‘Carne dos Deuses’ da banda Scambo, agora vai poder vê-la de uma forma diferente: o single se materializou em livro. E não só isso, a obra vai ser lançada no dia 3 de setembro (sábado), na Tropos, a partir das 20h.
‘Carne dos Deuses’ é de autoria do sociólogo e baterista Eduardo de Barros. O projeto que também contou com as participações do compositor baterista e músico Alexandre Tosto, da psicóloga Lorena Pimenta e do ilustrador Vinícius Ipojucan, foi 0 130 case de sucesso por meio de crowdfunding na Bahia através da plataforma virtual Benfeitoria.com.
O livro retrata as experiências de um jovem inconformado que aos 23 anos, recém-formado em sociologia, opta por isolar-se num Vale esplêndido da Chapada Diamantina. Através de uma linguagem livre, e doses substanciais de filosofia e psicologia, o autor percorre diferentes esferas do comportamento humano em busca de sua verdade existencial, sobretudo de reconexão anímica com a terra e sua essência viva através de jornadas alucinantes entre Sombra e Luz.
Granddaughter smilingly helps aged grandmother on forest walk
Investigadores do Reino Unido identificaram parte do cérebro que ajuda a aprender como sermos bons para os outros. O estudo publicado nos “Proceedings of the National Academy of Sciences” pode ajudar a compreender condições como a psicopatia que é caracterizada por comportamentos extremamente antissociais.
Patricia Lockwood, a líder do estudo, explica que os comportamentos pró-sociais são comportamentos sociais que beneficiam outras pessoas. Estes são um aspeto fundamental das interações humanas, essenciais para a união e coesão, mas atualmente pouco se sabe como e por que motivo as pessoas fazem coisas para ajudar os outros.
No comunicado da Universidade de Oxford, no Reino Unido, a cientista refere ainda que apesar de as pessoas terem tendência para se envolverem em comportamentos pró-sociais existem diferenças substanciais entre os indivíduos. A empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro e entender os seus sentimentos, têm sido apontados como fatores motivadores importantes dos comportamentos pró-sociais. Contudo, neste estudo os investigadores da Universidade de Oxford e da University College London, no Reino Unido, decidiram averiguar porque e como podem estar relacionados.
Os investigadores utilizaram um modelo já conhecido de como as pessoas aprendem a maximizar os bons resultados para elas próprias e aplicarem este mesmo modelo para perceber como as pessoas aprendem a ajudar os outros. Enquanto estavam a ser submetidos a ressonâncias magnéticas os participantes tinham de escolher os estímulos que lhes proporcionavam, a eles ou a outras pessoas, um sentido de recompensa.
O estudo apurou que apesar de as pessoas aprenderem com facilidade a tomar decisões que beneficiam as outras, não aprendem tão rapidamente a tomar decisões em seu próprio benefício. Foi também identificada uma região específica do cérebro envolvida na aprendizagem para obter o melhor resultado para outras pessoas.
Os investigadores constataram que o córtex cingulado anterior subgenual era a única parte do cérebro que era ativada quando os participantes estavam a aprender a ajudar os outros. Contudo, verificou-se que esta região não estava igualmente ativada em todas as pessoas. Os indivíduos que se classificaram como tendo elevados níveis de empatia aprendiam a beneficiar os outros mais rapidamente que aqueles com níveis baixos de empatia. Estes indivíduos também apresentavam uma maior sinalização no córtex cingulado anterior subgenual quando beneficiavam os outros.
Patricia Lockwood conclui que através da compreensão de como o cérebro funciona quando fazemos coisas para outras pessoas poderemos compreender melhor o que ocorre de errado nas condições psicológicas caracterizadas por comportamentos antissociais.
Poucos sabem, mas a música mexe muito com o nosso corpo principalmente o cérebro, música pode nos ajudar a trabalhar muitas partes do nosso cérebro, partes que precisam ser trabalhadas para melhorar nosso desempenho em muitas coisas.
E isso é realmente comprovado, um grupo de pesquisadores da Northwestern University, dos Estados unidos, fizeram uma série de estudos sobre este tema e notaram que o aprendizado da música estimula a plasticidade do cérebro, ou seja, a capacidade de mudar e se adaptar ao longo da vida
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Além disso, algumas aulas de canto ou de piano podem proporcionar autoconhecimento, pois quando você aprende canto você precisa ser o instrumento, na parte cognitiva há um desafio que é você visualizar o que está fazendo e que parte do corpo precisa mexer. Todo cantor precisa conhecer seu corpo assim como da mesma forma que quem quer tocar piano precisa memorizar o grupo de notas.
O que facilita muito para quem quer aprender música hoje em dia é que temos muitas formas de aprender até mesmo sem sair de casa, tem um site chamado Sala do Músico onde você consegue escolher qualquer instrumento que pretende aprender ou aprimorar, você coloca seu CEP no site e ele te mostra onde se encontram os professores mais próximo e você escolhe entre ir até eles ou eles irem até você. Tem também bastantes tutoriais no YouTube com aulas para iniciante ou até mesmo aulas mais profissionais para os mais avançados, fugindo daquela forma antiga de comprar revistas com as cifras das músicas.
Quanto antes o início do aprendizado de algum instrumento melhor, segundo o estudo feito pela Universidade de Kansas, publicano no ano passado diz que as coisas que aprendemos na infância te acompanha o resto da vida, o ideal para colocar os filhos nas atividades musicais é entre 4 ou 5 anos de idade, pois as conexões do cérebro são mais fáceis de serem feitas e o tempo livre ser um pouco maior.
Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
Em 2010 uma equipe de pesquisadores do Massachusetts Institute of Techonolgy (MIT) em Boston, colocaram em um universitário de 19 anos, um sensor eletrodérmico no pulso para medir a atividade elétrica do cérebro durante 24 horas, ao longo de sete dias.
Inesperadamente, o experimento revelou que a atividade cerebral do estudante ao frequentar uma aula magna foi a mesma de quando assistindo televisão; praticamente nula. Assim, os cientistas foram capazes de provar que o modelo pedagógico baseado em um estudante como um receptor passivo simplesmente não funciona.
O cérebro precisa estar animado para aprender. José Ramón Gamo. Neuropsicólogo infantil e diretor do Mestrado em Neurodidática da Universidade Rey Juan Carlos
Gamo estuda dificuldades de aprendizagem de pessoas com dislexia ou TDAH há mais de 20 anos observou que na maioria dos casos estes problemas não estiveram relacionados com essas síndromes, mas com metodologia empregada na escola.
Antes só era possível observar o comportamento dos alunos, mas agora graças a aparelhos de neuroimagem podemos ver a atividade cerebral durante a execução de tarefas.
Ele e sua equipe identificou que 50% do tempo das aulas do ensino primário na Espanha são baseados na transmissão de informações aos alunos verbalmente, algo que ocorre no ensino médio 60% do tempo e no nível superior cerca de 80%.
Indagamos sobre o que estava acontecendo na sala de aula e queria saber o que a ciência dizia a esse respeito, se esse método estava justificado.
Com base em pesquisas científicas alheias e em seus próprios estudos, eles concluíram que na aquisição de novas informações o cérebro tende a processar os dados com o hemisfério direito, mais relacionado à intuição, criatividade e imagens.
Nesses casos, o processamento linguístico não é o protagonista, o que significa que a conversa não funciona. Faciais, gestos corporais e contexto desempenham um papel muito importante. Outro sinal da ineficácia da aula magna.
Assim, a neurodidática propõe uma mudança na metodologia de ensino para substituir palestras por meios visuais, tais como mapas conceituais ou vídeos com diferentes apoios informativos tais como gráficos interativos que exigem a participação dos alunos. Outra aposta é o trabalho colaborativo.
O cérebro é um órgão social que aprende fazendo coisas com outras pessoas.
O sono pode ser basicamente dividido em 5 estágios que formam um ciclo que dura entre 90 a 110 minutos, recomeçando em seguida. Durante cada um desses estágios, o cérebro humano se comporta de uma maneira diferente, fazendo com que o corpo fique imóvel ou se movimente com maior frequência.
Essas etapas pelas quais seu sono passa são muito importantes para a saúde da sua memória e o armazenamento das informações a que você teve acesso durante o dia. Dormir bem e aproveitar cada uma dessas etapas também é muito importante para ajudar a concentração no dia a dia e eliminar o seu estresse.
Os diferentes estágios
No primeiro estágio, o seu sono é mais leve, deixando sua atividade muscular mais tranquila. É a fase em que você entra no sono, podendo acontecer também algumas contrações musculares. No segundo estágio são os seus batimentos cardíacos e a respiração que diminui, fazendo com que a temperatura corporal também caia.
Na terceira etapa o sono mais pesado começa. Nesse momento o cérebro começa a gerar as ondas delta, sendo o momento mais difícil de acordar uma pessoa. Ao entrar no nível quatro, o sono está bastante profundo e o cérebro produz ainda mais ondas deltas. As atividades musculares são bastante limitadas e é a fase mais importante do sono, porque ela garante que a pessoa se sentirá mais descansada no dia seguinte. O caminho até aqui também é essencial para as pessoas que estão em fase de crescimento, pois é quando o hormônio será produzido pelo organismo humano.
Na última etapa, também conhecida como REM (sigla para RapidEyeMovement ou Movimento Rápido dos Olhos), é quando os sonhos acontecem. A respiração fica mais acelerada, irregular e superficial. Enquanto seus músculos se tornam imóveis, os seus olhos se movimentam mais rapidamente. Os batimentos cardíacos e a pressão arterial aumentam durante essa fase, que normalmente começa entre 70 a 90 minutos após o primeiro estágio, durando cerca de 20% do sono.
Como aproveitar melhor cada fase do sono
Para que você tenha mais saúde no seu dia a dia é essencial que você cuide de cada etapa do sono. Existem algumas atitudes que você pode seguir para melhorar a qualidade do seu sono e assim mudar também a sua rotina, deixando-a mais saudável e produtiva.
O primeiro passo é garantir uma cama melhor. Um colchão de qualidade é essencial para oferecer a postura mais adequada e o conforto necessário para que o seu corpo relaxe. Como você já viu, as etapas do sono podem fazer com que você fique imóvel ou mais agitado de acordo com a sua atividade cerebral – por isso, invista em um colchão que oferecerá o que você precisa para passar as horas de sono indicadas.
A sua atividade durante o dia e principalmente pouco tempo antes de se deitar também deve ser analisada e mudada, caso te deixe mais agitado. Fumar ou ingerir bebidas alcoólicas, por exemplo, pode representar um grande risco para a sua saúde e também para o seu sono, deixando o organismo mais agitado do que o normal.
Evite comer imediatamente antes de dormir, principalmente alimentos mais pesados. Se possível, não beba muita água também. Deixe um copo de água próximo de você, pois se acordar com sede, poderá voltar a dormir mais rapidamente do que se precisasse se levantar para ir até a cozinha.
Os exercícios físicos devem ser feitos entre 4 a 6 horas antes de dormir, para garantir que você terá uma noite mais tranquila.
Você também pode fazer um relaxamento até 2 horas antes de se deitar para dormir, buscando alcançar a paz de sua mente e de seu corpo. Atividades como meditação, respiração ou a leitura de algo que te tranquilize são altamente recomendados para esse momento. Procure não usar celulares, tablets e computadores antes de dormir, pois a luz da tela pode interferir nas informações que seu cérebro deve receber, indicando que é hora de descansar.
Evite assistir televisão, principalmente programas ou filmes que sejam mais violentos. Isso poderá deixar seu sono agitado e seus sonhos podem ser ruins.
O objetivo principal das empresas, sejam elas grandes ou pequenas, é sempre o mesmo: vender mais e expandir os negócios. Mas, como entender a necessidade do público-alvo e traçar estratégias para que os produtos e serviços oferecidos sejam aceitos mesmo em tempo de crise?
O ideal é que você fuja das técnicas tradicionais para buscar as respostas. O mercado tem mudado e a forma de se posicionar nele também. Estudos comprovam que existem estratégias com contexto científico que podem ser utilizadas para melhorar o posicionamento da marca e ampliar as vendas.
Para aplicar essas novas técnicas, é preciso estudar o comportamento da mente humana e, assim, compreender o que o público busca, o que sente e, principalmente saber como ele reage a algumas ações.
E aqui entra o NeuroBusiness, que une ciência e negócios ao usar os conhecimentos sobre o cérebro, a mente e o comportamento humano. É a aplicação da Neurociência comportamental, que tem como objetivo entender o contato do organismo e os fatores internos – como pensamentos e emoções – ao meio e aos comportamentos visíveis, como fala, reações, sensações e gestos.
Acredite, isso não é novidade. A técnica começou a ser estudada em 2000 e é aplicada, desde então, por empresas de diferentes setores da economia. O motivo ? A forma de vender produtos e serviços mudou nos últimos anos.
Em um futuro bem próximo, segundo especialistas no assunto, os novos negócios não serão baseados no produto ou no consumidor, por exemplo, mas no ser humano. Isso quer dizer que, para ter sucesso em qualquer negócio, é preciso levar em consideração o entendimento sobre o comportamento da mente humana.
O cérebro humano
O nosso cérebro é dividido em três partes: o cerebelo (na nuca), o cérebro (formado pelo telencéfalo e pelo diencéfalo), e o tronco encefálico, que é formado por mesencéfalo, ponte e bulbo.
Essas divisões e subdivisões mostram como cada parte do cérebro funciona e quais delas são responsáveis por cada tipo de ação: racional ou emocional. Entre elas, está o córtex cerebral, responsável por processar todos os sinais que vêm do corpo, e os sinais que estão diretamente relacionados à memória, valores e projeções para o futuro.
Por isso, cientistas e pesquisadores do mundo todo tentam desvendar os mistérios do cérebro humano, além de traçar o mapa do córtex cerebral. Recentemente, uma pesquisa revelou 100 novas regiões distintas em cada hemisfério do cérebro, somando um total de 360 áreas dentro do córtex cerebral.
Para chegar a essa conclusão, os responsáveis pelo estudo treinaram um classificador que reconheceu as características de cada parte do córtex cerebral de 210 jovens e adultos saudáveis através de um programa de Machine Learning.
Embora tenha sido divulgado que a precisão do estudo é de 96,6% , isso não é o suficiente para a ciência. Porém, mostra uma ideia do quanto o nosso cérebro é complexo e merece atenção.
Maioria das decisões é tomada pelo cérebro primitivo
A Neurociência é responsável pelos estudos do comportamento da mente humana para a tomada de decisões. Em entrevista ao portal UOL durante o Fórum de NeuroBusiness em 2014, o espanhol Antônio Mimbrero disse que existem o cérebro médio, que sente, o racional, que pensa, e o primitivo e instintivo, que toma a maioria das decisões.
O foco principal é levar em consideração as características e saber como essa parte primitiva e instintiva funciona para ser aplicada ao NeuroBusiness. Ainda segundo Mimbrero, uma das características é que ele é totalmente egoísta e autocentrado.
“Uma empresa que, ao se comunicar com o consumidor, fala apenas de questões de mercado (ou seja, sobre ela mesma), por exemplo, não consegue atingir essa parte do cérebro. Mas, se ela mostrar que seu produto ou serviço pode deixar aquele consumidor melhor ou mais forte, ele vai se interessar”, disse ao portal.
Como é feito
Agora que você já conhece um pouco como o cérebro humano funciona, é preciso entender que o objetivo principal do NeuroBusiness é ir além das tradicionais pesquisas de mercado. A estratégia é feita por meio de equipamentos que captam os batimentos cardíacos e o arrepio da pele e acompanham o movimento dos olhos. Assim, é possível perceber as reações que não são ditas ou escritas.
Assim, é possível entender a real necessidade do cliente e aplicar esse conhecimento para garantir bons resultados para o seu negócio.
Marketing e ciência
Que marketing e negócios andam lado a lado você já sabe, parte das empresas já entendeu isso e hoje tem ampliado o volume de investimento e criado estratégias de divulgação da empresa voltadas para o negócio. Logo, surge o Neuromarketing, que está relacionado ao NeuroBusiness.
É por meio dele que se estuda uma maneira de divulgar melhor os produtos ou serviços e fazer com que o consumidor ou o público final se identifique com eles. Ele é a aplicação de todo o estudo da ciência do cérebro voltada para o negócio. Temos dicas para você aplicar esse conhecimento ao seu dia a dia:
1 –Imagens
Já ouviu a famosa frase “uma imagem vale mais que mil palavras”?Ela é real. Segundo os estudos, o consumidor tende a se lembrar muito mais de imagens do que de textos.
2 – Conte histórias
Use a estratégia de contar uma história para se comunicar com o mercado. As pessoas identificam-se mais com as histórias do que com informações do produto ou da empresa. Por isso, conte sua história para o seu público. Seja por meio de uma foto exposta ou uma frase simples como “essa empresa é de pai para filho”.
3 – Seja diferente
Apresentar o quão bom o seu produto é já não serve mais. Hoje, o consumidor quer algo que faça sentido para ele, que o faça sentir-se especial. É a parte primitiva do cérebro falando mais alto.
4 – Saber o que o cliente quer faz toda diferença
Esteja atento ao que o seu cliente está expressando na hora da venda, mais de 80% da nossa comunicação é feita por meio de gestos e expressões. Se existe falta de interesse, de entendimento ou até nervosismo, deixe ele mais aberto à sua proposta.
Gostou do artigo? Já trabalha com Neurobusiness? Conte-nos como está se saindo.
Segundo pesquisadores, você, ao sentir essa sensação, pode estar tendo um erro corrigido em seu cérebro
O déjà vu proporciona à pessoa uma sensação de ter visto ou vivido algo que já aconteceu, provavelmente, você já tenha sentido isso antes.
É semelhante ao replay de algo que você já viu. Quando presencia algo, ou vê algo, a pessoa normalmente sente que já viveu aquele momento antes, mas não se recorda.
Há muito tempo, cientistas tentam descobrir e desvendar de onde essa sensação vem, mas agora um grupo de pesquisadores conseguiu descobrir o porquê desse fenômeno.
Segundo os pesquisadores, isso é mais comum entre os jovens, principalmente aqueles que costumam sair e viajar mais. E ainda costuma acontecer quando a pessoa está vivendo em períodos de muito estresse.
Realizada na Universidade de St. Andrews, a pesquisa descobriu que o hipocampo (região que é responsável por armazenar lembranças) que antes pensava-se ser o responsável por essa sensação, não tem nenhuma participação nesse fenômeno. E que, na verdade, o déjà vu não é uma lembrança falsa de algo que viveu.
De acordo com a pesquisa, o hipocampo, durante um processo de experimento, em que as pessoas observaram vários jogos de palavras, para poder conseguir sentir o fenômeno, simplesmente, não ficava ativo durante o déjà vu. Quem trabalhava durante o fenômeno era o lobo frontal, que geralmente é associado quando tomamos decisões.
Simplificando o assunto, o lobo frontal trabalha como se fosse um antivírus, ele faz uma checagem durante o armazenamento, para que informações repetidas não sejam armazenadas, e quando ele encontra algo semelhante, ele dá um aviso, como nos casos dos antivírus.
Jovens tendem a ter mais essa sensação pois o cérebro está constantemente armazenando informações, já os mais velhos tendem a ter menos, pois já estão com muitas informações armazenadas, o que faz com que essa manutenção no cérebro seja mais intensa, o que resulta em menos resultados diante de uma varredura, ou seja, menos déjà vu.
Conforme explica o principal autor do estudo, Akira Connor, o déjà vu não é um erro, e sim a prevenção de um possível erro de armazenamento.