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A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

Adolescência vai até os 24 anos, dizem médicos

Série de estudos fala sobre riscos à saúde dos jovens.
Para especialistas, cérebro ainda não se formou aos 18 anos.
Se você completou 18 anos e está comemorando a entrada na vida adulta… é melhor esperar mais um pouco. Uma série de estudos médicos publicada pela revista especializada “The Lancet” em abril é categórica: a adolescência dura até pelo menos os 24 anos de idade. É só nessa idade que o desenvolvimento do cérebro é completado. Para a maioria das pessoas, a adolescência é a época que começa com o início da puberdade e dura até os 18 anos. É nessa idade que muitas pessoas também completam os estudos na educação básica e se encaminham para escolher uma profissão. Em muitos países, como o Brasil, a pessoa é considerada adulta e responsável por seus próprios atos aos 18.
Para os médicos, no entanto, 18 ainda é cedo. Antes dos 24 anos, o cérebro não está formado o suficiente para que a pessoa saiba avaliar as situações de uma maneira clara. Segundo os especialistas, nessa idade as reações são mais intempestivas e as vitórias e fracassos afetam a pessoa de maneira mais intensa. Isso ocorre por causa de uma maior atividade na área do cérebro que controla o prazer que sentimos após “recompensas” (como comida, sexo ou mesmo drogas).
A avaliação pode explicar o comportamento de risco de alguns jovens. Segundo dados de pesquisa do Ministério da Saúde, o consumo de bebidas alcoólicas em excesso é maior exatamente nessa faixa etária, dos 18 aos 24 anos. Isso é ruim, principalmente, porque segundo os estudos do “The Lancet”, antes dos 24 anos o cérebro é também mais sensível aos efeitos do álcool, do tabaco e das drogas. Não apenas a pessoa se vicia mais facilmente, mas a perda de neurônios é maior.
Para um dos autores dos estudos publicados na revista, George Patton, da Universidade de Melbourne, na Austrália, os governos precisam de programas específicos para cuidar da saúde dos adolescentes para minimizar esses riscos. “A geração atual de jovens vai escolher caminhos diferentes ao longo da adolescência de gerações passadas e vão encarar novos desafios para sua saúde”, disse ele em artigo.
A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

Como o estresse social leva à depressão?

por Victor Colpo e Bruno Ernandes. Resenha do artigo “From Stress to Inflammation and Major Depressive Disorder: A Social Signal Transduction Theory of Depression”. George M. Slavich and Michael R. Irwin -Psychological Bulletin-American Psychological Association 2014, Vol. 140, No. 3, 774–815

Fatores ambientais e sociais podem causar alterações biológicas que  levam à depressão. A chave para o entendimento dessa relação de causalidade é a noção de que o estresse pode modular o sistema imune , o qual influi no funcionamento do sistema nervoso central (SNC). Primeiramente, o SNC, que é a “porta de entrada” para o estresse no nosso organismo pode estimular a imunidade por duas vias principais. A primeira é uma alteração epigenética difusa, enquanto a segunda envolve a especificação do cortisol.

O estresse é uma ferramenta importante pela qual nosso corpo pode se preparar para situações de perigo hipotéticas e futuras. Para tanto, o corpo humano evoluiu a ponto de que o perigo, mesmo que simbólico, causa alterações que vão desde um comportamento de prepo para luta/fuga até a pré –ativação de mecanismos de defesa contra patógenos. O primeiro modo com que o corpo se prepara é ativando o sistema autônomo simpático causando uma liberação difusa de noradrenalina por todo o corpo.A  noradrenalina, por sua vez, em contato com as células de defesa, causa alterações epigenéticas nestas células que  promovem a expressão de genes pró-inflamatórios e de combate a patógenos bacterianos, ao mesmo tempo em que inibem vias de comunicação intracelular importantes para a imunidade antiviral. Sendo assim, a estimulação simpática modula o nosso sistema imune para combater bactérias em detrimento do combate viral.

 

 

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A segunda via que envolve o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal é maislenta e de longa duração,  tendo um papel central na origem da depressão. Em situação de perigo, níveis altos de cortisol são liberados pelas suprarrenais para efeitos sistêmicos e pontuais, dentre os quais estão, o “recrutamento de reservas energéticas para lidar com ameaças momentâneas” e a depressão imunológica, ou redução da inflamação. O problema é que, comprovadamente, a constante ativação do cortisol torna as células imunes progressivamente insensíveis à sua ação (estado de resistência ao cortisol), de maneira que, quando o cortisol for liberado a fim de inibir a inflamação, seus efeitos não mais serão suficientes, contribuindo para um contínuo e sistêmico estado pró-inflamatório.

Para exemplificar, imagine um ser humano primitivo, que se encontre em uma situação de perigo futuro iminente, como ter avistado um leão em uma savana, ou ter sido abandonado pelo seu grupo. Em ambos os casos é muito provável que este nosso ancestral se depare com inúmeros desafios à sua sobrevivência, de forma que a ativação do sistema simpático e do sistema hipotálamo-hipófise-adrenal são de grande ajuda. Já as ameaças percebidas pelo homem moderno são de natureza mais sutil, porém mais constantemente presentes em seu cotidiano.

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Romper laços amorosos, ser rejeitado por um grupo de amigos, ter cobranças no trabalho ou perceber asocial-painameaça de uma demissão são situações que  em nada tem a ver com perigos para o nosso corpo. Entretanto  mas que  acionam nossas respostas ao estresse e  de modulação do sistema imune. Ademais, ao contrário de representarem eventualidades, são uma constante na vida contemporânea. Dessa maneira, uma via originalmente fisiológica, agora se caracteriza como patológica, pois não mais nos protege contra um perigo iminente, mas mantém continuamente nosso corpo num estado pró-inflamatório, que pode contribuir para depressão.

Agora devemos caracterizar como o sistema imune vai influir no SNC. O estado pró-inflamatório consiste na maciça liberação de citosinas como, TNF-α, IL-1, IL-6, que além de perpetuar o estado inflamatório, podem agir no SNC. Uma vez dentro do encéfalo, essas citosinas cronicamente levam ao um estado conhecidosiknessbehavior e a longo prazo à neurotoxidade, que seria a causa imediata da depressão, se não à depressão em si.

Os fatos que levaram os autores a elaborar essa teoria, são os seguintes. Do estresse à depressão: diversos estudos comprovam que pessoas submetidas a eventos traumáticos na infância têm a propensão muito maior de desenvolver o transtorno depressivo maior, o que se justifica pelo fato de que o trauma torna a pessoa mais sensível ao estresse criando um ciclo vicioso entre estresse, ativação de vias pró-inflamatórias concomitante ao “comportamento estressado”, retornando para uma nova situação de estresse. Do estresse à inflamação: outros estudos muito bem reproduzidos mostram que situações de estresse, principalmente, as que envolver rejeição interpessoal levam ao estado pró-inflamatório e à liberação das citosinas já citadas. Da inflamação à depressão: também é observado em estudos que estresse, liberação de citocinas e ativação de regiões do cérebro conhecidamente relacionadas com a depressão, como o giro do cíngulo são concomitantes em vários testes. Outro fator, é que a expressão de citocinas pró-inflamatórias é comprovadamente mais elevada em pessoas com depressão.

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É importante ter em mente que esta teoria também permite explicar situações até hoje não muito bem entendidas sobre a depressão, a primeira é que doenças autoimunes como “reumatismo, fibromialgia” e depressão costumam aparecer juntas já que, tanto uma quanto a outra teriam causa imune, mas também é importante salientar que estudos epidemiológicos não estabelecem uma relação de causa e consequência entre ambos. Outro fato intrigante também explicado por essa teoria é o sucesso de muitos ensaios clínicos em tratar a depressão com agente inflamatórios inibidores de cicloxigenase (COX), particularmente em um ensaio, paciente que tomaram AS, não só tiveram melhora, como o anti-inflamatório por si só diminuiu em mais da metade o número de refratários aos antidepressivos convencionais. E por fim, os efeitos benéficos dos tratamentos disponíveis hoje não entra em conflito com essa teoria, pois pacientes submetidos a psicoterapia, medicação antidepressiva e até mesmo terapias como yoga, apresentam menores níveis de citocinas pró-inflamatórias.

 

Victor Colpo e Bruno Ernandes- alunos do Curso de Medicina FCS-UFGD

A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

Atenção mulheres: as crianças herdam a inteligência das mães

Um novo estudo mostra que a herança genética materna é mais determinante na hora de definir a inteligência de um ser humano.

Investigadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, detetaram que, apesar de não ser o único fator, a herança genética da mãe é determinante para definir a inteligência de um ser humano.

Segundo o The Independent, isto deve-se ao facto das mulheres terem dois cromossomas X, enquanto que os homens possuem apenas um.

Os cientistas concluíram que alguns dos genes que contribuem para as funções cognitivas avançadas, denominados “genes condicionados”, só se ativam quando vêm da progenitora, uma vez que a versão masculina acaba por se tornar inativa durante o desenvolvimento do bebé.

Para chegar a esta conclusão, a equipa de investigação analisou ratos geneticamente modificados.

Os animais que tiveram uma dose extra de genes maternos desenvolveram um cérebro maior e um corpo mais pequeno do que aqueles em que predominavam os genes paternos.

Por outro lado, as células de origem masculina estavam mais ligadas ao sistema límbico, que regula, por exemplo, as emoções, a fome e a sexualidade.

Há mais para além da genética

No entanto, além da genética – que determina entre 40% a 60% da inteligência -, também é crucial o ambiente em que se cria o menor e o vínculo que este tem com a sua mãe.

De acordo com o jornal britânico, investigadores da Universidade de Washington concluíram que uma forte relação emocional com a progenitora tem um impacto significativo no desenvolvimento de algumas áreas do cérebro.

Deste modo, crianças que têm essas condições possuem um hipocampo maior, a área do cérebro associada à memória, à aprendizagem e à resposta relativamente ao stress.

Claro que isto não significa que os pais não representem um importante papel no crescimento de um filho.

Tal como afirmam os cientistas, há outros genes determinantes como, por exemplo, aqueles ligados à intuição e às emoções, que podem ser herdados dos pais e que também são uma importante chave para o desenvolvimento da inteligência.

ZAP / RT

A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

5 efeitos psicológicos que alteram o nosso comportamento

Você já imaginou quantos efeitos a nossa mente tem sobre nosso comportamento? Isso pode influenciar diretamente em nossas decisões.

A nossa mente é uma caixinha de surpresas, é ela que comanda nossos pensamentos, emoções e nossas ações.

Pensando nisso, selecionamos 5 efeitos psicológicos que alteram a forma como nos comportamos.

Seleção traz 5 efeitos psicológicos que alteram a forma como nos comportamos, e influência nas nossas decisões.

1. Pessoas que cometem mais erros são mais agradáveis: cometer erros nos faz mais humanos, e, além disso, transmite mais simpatia.

2. Criar muitas expectativas pode levar a uma nova realidade: há evidências de que o pensamento de uma pessoa pode alterar a realidade. O que uma pessoa espera de outra pode se converter em uma profecia autorrealizável.

3. Quanto mais escolhas você faz, menos satisfeito fica: quando há muitas possibilidades de escolha, é mais difícil ficar satisfeito com a decisão.

4. Quanto mais pessoas perceberem que você precisa de ajuda, menos irão lhe ajudar: frequentemente, quando muitas pessoas presenciam um acidente elas não ajudam as vítimas, pois pensam que alguém ajudará ou já ajudou. Mas se uma pessoa souber que somente ela pode ajudar, ela atua com mais dedicação.

5. Seus erros não são tão notados como você imagina: a insegurança que sentimos a cada vez que erramos nem sempre é real. As pessoas notam nossas falhas com muito menos frequência do que pensamos.

Fonte: Incrivel.club

A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

Guia Alimentar do Ministério da Saúde é referência na culinária

A chef de cozinha Rita Lobo elaborou o curso `Comida de Verdade¿ com base no Guia Alimentar para a População Brasileira e falou com gestores da área sobre como adotar as orientações

O XIV Encontro Nacional da Rede de Alimentação e Nutrição do SUS, que acontece entre os dias 04 e 05 de outubro, em Brasília, conta com a presença da chefe de cozinha Rita Lobo. Com 20 anos de experiência em gastronomia, a apresentadora dividiu com os representantes da área de alimentação e nutrição e do Programa Bolsa Família das Secretarias Estaduais de Saúde e de Secretarias Municipais de Saúde como usufruiu do conteúdo Guia Alimentar para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da Saúde, para construir o curso online Comida de Verdade.

Fortalecer as ações de promoção à saúde e prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão, diabetes e obesidade, e dos seus fatores de risco modificáveis, é uma das prioridades da atual gestão da pasta, que tem desenvolvido ações de dentro para fora do Ministério. “Uma das prioridades do Ministério da Saúde é a prevenção e promoção de saúde. Melhor do que ser muito bem atendido no posto de saúde, é não precisar ir ao posto. A alimentação saudável e o exercício físico são a base fundamental para ter uma boa qualidade de vida. Hoje o problema da alimentação não é mais a desnutrição, é o sobrepeso, obesidade. E eles geram consequências sérias, como as doenças crônicas”, ressaltou o ministro Ricardo Barros.

Defensora de uma alimentação saudável e natural, Rita elaborou o material educativo junto com o professor Carlos Augusto Monteiro do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP). “O guia foi uma grande inspiração para este curso que elaborei em parceria com a USP. O que fizemos foi pensar nos dez maiores obstáculos que o cidadão comum tem para fazer uma alimentação saudável e desmitificar um por um”. Para estimular o debate sobre ganho de qualidade de vida por meio da alimentação saudável, o Ministério da Saúde Rita Lobo também participou de um bate papo com os servidores da pasta.

Em entrevista ao Blog da Saúde, Rita Lobo destaca que cultura gastronômica é o que bloqueia comida pronta e ultraprocessados

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL – Em julho deste ano, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, assinou portaria que traz as diretrizes para promoção da alimentação saudável nas unidades da pasta em todo o país. O documento definiu as Diretrizes para Promoção da Alimentação Adequada e Saudável que abrange tanto as refeições disponibilizadas no restaurante da pasta quanto nas cantinas e eventos realizados pelo órgão. A maior parte da oferta deve ser de alimentos dos grupos: cereais, raízes e tubérculos, verduras e legumes, frutas, castanhas e outras oleaginosas, leite e derivados, carnes, ovos e pescados.

Também ficou proibida a venda, promoção, publicidade ou propaganda de alimentos industrializados ultraprocessados com excesso de açúcar, gordura e sódio e prontos para o consumo. A proposta é estender essas regras aos demais órgãos e entidades da administração direta federal.

O Guia Alimentar para a População Brasileira foi lançado pelo Ministério da Saúde em 2014. A publicação relata os cuidados e caminhos para alcançar uma alimentação saudável, saborosa e balanceada. Para complementar o Guia, em 2015 foi lançada a publicação Alimentos Regionais Brasileiros que divulga a variedade de alimentos no país e orienta as práticas culinárias, estimulando a valorização da cultura alimentar brasileira.

Para melhorar a alimentação do brasileiro, a pasta ainda possui um Plano Nacional de Redução de Sódio em Alimentos Processados que tem a meta de tirar 28.562 toneladas de sódio dos alimentos processados até 2020. A ação reduziria em 15% os óbitos por AVC e 10% por infarto.

Escrito por  Agência Saúde

 

A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

5 dicas eficazes para exterminar a preguiça de sua vida (incluindo uma dica extra)

A preguiça anda tão devagar, que a pobreza facilmente a alcança. (Benjamin Franklin)

Você sabia que a preguiça é uma arte? Sim. A arte de tornar tudo mais difícil. Talvez você conheça alguém (ou até mesmo se enquadre no perfil) que encontra dificuldade em fazer desde as coisas mais simples, como levantar da cama, até as mais ousadas, como a realização de seus sonhos (se é que existem) ou, ao menos, a busca por melhores condições de vida.

O desânimo, a morosidade, a falta de vontade são suas características mais marcantes. Pessoas que se permitem dominar pela preguiça são, geralmente, parasitas de algum sistema que as mantém vivas. Pode ser a família, instituições, um emprego que detestam ou até mesmo programas sociais. Se receberem as migalhas diárias que as mantenham respirando, está tudo bem.

O preguiçoso é um ser sem inciativa para desenvolver algo relevante e, comumente, carrega consigo um sentimento de frustração que, no entanto, não é forte suficiente para fazê-lo mudar de atitude. Em sua mente, não resta a menor dúvida: melhor frustrado do que cansado.

A frase que abre este texto, foi proferida por um dos homens mais ativos e criativos da história, e resume muito bem o destino amargo de quem se deixa dominar por este lastimável comportamento. A pobreza citada por Ben Franklin não é apenas uma condição material. É muito mais emocional e espiritual.

Mas antes de começar, pergunto: quem nunca sentiu preguiça na vida? Quero deixar bem claro que este texto não condena, de forma alguma, a preguiça eventual, daquela do tipo domingo vou dormir até o meio dia. Todos nós temos direito a uma relaxada de vez em quando. É natural e até salutar para “recarregar a bateria”.

É muito importante frisar que as paradas estratégicas são necessárias tanto para pôr os pensamentos em ordem, quanto para desenvolver e estimular a criatividade. É mais ou menos o que o sociólogo italiano Domenico De Masi classificou de Ócio Criativo.

O perigo exposto aqui é sobre a preguiça que causa danos ao corpo e à mente, que transforma um ser humano cheio de possibilidades em um vegetal quase inanimado.

Preguiça versus depressão

Durante minhas constantes e incansáveis pesquisas sobre a mente e comportamento humano, cheguei à conclusão que a preguiça é tão ou até mais danosa que doenças como a depressão. Pode parecer exagerada a afirmação, por isso peço licença para explicar.

A depressão, de uma forma (bem) genérica, tem como alguns dos sintomas, cansaço exagerado, falta de energia e interesse em atividades até então prazerosas, dificuldade de concentração, sono excessivo, dentre outros. Naturalmente, são apenas alguns exemplos dentro de uma enorme variedade, amplamente estudada e documentada pela Psicologia tradicional.

Quando alguém se descobre ou é diagnosticado com depressão, a primeira medida é (pensar em) procurar tratamento especializado. É preocupante saber que uma pessoa querida sofre deste mal.

Existem muitos exemplos de indivíduos que foram às últimas consequências e praticaram atos extremos, como automutilação ou suicídio. Não há dúvidas que situações desta natureza, merecem toda atenção dos familiares e amigos.

Passemos agora à preguiça. Seria tolice afirmar que ela tem como (muitos) sintomas, os mesmos descritos dois parágrafos acima? E como reagimos quando somos informados que alguém que conhecemos está sofrendo de preguiça? Preocupação? Tenho quase certeza que não. O máximo que podemos expressar é um risinho no canto da boca e um pensamento do tipo esse fulano não tem jeito mesmo. Ou seja, ninguém se importa com os preguiçosos.

Pois bem, após este simplório paralelo, que pode ter aborrecido algumas pessoas com mais conhecimento no assunto, passo a alguns danos causados pela preguiça, direta ou indiretamente.

Os danos visíveis e invisíveis

De uma forma ampla, a preguiça gera o sedentarismo (e vice-versa), e causa estragos – tanto fisicamente quanto mentalmente – em pessoas que adotam alguns comportamentos padrões, como os citados abaixo:

Tem uma extrema aversão de mover-se de um ponto a outro, quando o caminho a ser percorrido excede os dez metros;
Prefere o confortável abraço da morte a se exercitar;
Se morar sozinho, corre o risco de ser devorado por ratos, já que não há disposição para retirar o lixo e fazer uma simples faxina na casa;
Prefere pedir comida por telefone a cozinhar algo saudável;
Passa horas na frente da TV (desde que o controle remoto funcione);
Adora consumir conteúdos irrelevantes e pobres na internet, tanto no computador quanto no smartphone;
Em seu “tempo livre”, se entrega a longas horas nos braços de Morfeus (o deus dos sonhos, na mitologia grega).

Infelizmente, esta estereotipada figura não é a única vítima. É preciso entender que a preguiça mental está fortemente presente em nossa sociedade, repleta de facilidades.

Acredito que sete em cada dez pessoas do mundo moderno, sofram deste mal (essa afirmação não é baseada em dados científicos nem é resultado de pesquisas. Trata-se de um mero palpite).

Conheço gente que só de olhar para um livro com mais de duzentas páginas, já mostra a característica expressão facial que significa Deus me livre. As mídias digitais, antenadas nas tendências, criam meios para deixar os conteúdos mais “dinâmicos”.

Se você prestar atenção, as formas de comunicação estão cada vez mais curtas, especialmente nas crescentes redes sociais, que limitam a quantidade de caracteres. Em breve, nos comunicaremos apenas com símbolos, como faziam nossos primitivos antepassados.

Dos efeitos do sedentarismo, consequência da preguiça, temos uma lista contendo velhos conhecidos dos hospitais e necrotérios:

Diabetes – acúmulo de gordura, aumenta o risco de resistência à insulina;
Hipertensão – coração que não é exercitado, se esforça mais para o sangue circular;
Osteoporose – exercícios ajudam na formação da massa óssea;
Câncer – especialmente o de próstata e de mama, que estão ligados com o controle de peso;
Obesidade – precisa explicar?
Espere um pouco. Essas doenças podem ser adquiridas devido à falta de exercício, alimentação ruim (fast foods, gorduras saturadas, açúcar, carne vermelha, etc.) e excesso de peso. Qual a relação com a preguiça? Se você não percebeu, deve estar com preguiça de raciocinar.

Outros efeitos são menos percebidos e comentados, porque não existe a manifestação física, pelo menos não explicitamente. Consegue imaginar quanta gente já enterrou seus sonhos e se condenou a uma vida medíocre e sem perspectiva?

Claro que existem outros fatores, mas você não precisa se esforçar muito para encontrar pessoas que estão onde estão por pura preguiça de aprender, de ler, de estudar, de sair de casa, de procurar oportunidades, de viver. Acreditam que dá muito trabalho e preferem viver de migalhas.

Como combater esse mal?

Chega de falar dos efeitos, que são bem mais abrangentes do que a breve amostra contida neste texto. Se você chegou até aqui, deve querer algumas dicas para vencer esse pecado capital, termo citado sem nenhuma conotação religiosa, somente porque cabe no contexto.

Em qualquer das atividades sugeridas abaixo, será necessária uma dose de esforço inicial. Se comprometa a reservar um tempo para cada uma. Considere este tempo sagrado, ou seja, não faça mais nada em paralelo (então, desligue o famigerado telefone celular).

E é de fundamental importância não se cobrar por resultados imediatos. Viva um dia de cada vez.

Dicas para combater a preguiça física e mental

1- Leia um livro. Escolha um que contenha assuntos que lhe interessam e leia duas páginas por dia, pelo menos. Alguns livros são monótonos no início, mas se tornam irresistíveis a ponto de você não querer largá-lo até concluir o capítulo. Lute contra a tentação de desistir. Por isso, vá devagar

2 – Saia para caminhar todos os dias. Não precisa ser uma volta ao mundo. Caminhe um quarteirão e volte para casa. Se tiver disposição, vá mais além. No início, lute contra a vontade de ficar em casa e assistir TV. Depois de um tempo, o que era um tormento se torna prazeroso. Mas não force a barra. Vá devagar.

3 – No trabalho, faça um pouco a mais que o seu serviço rotineiro. Muita gente acha que fazer algo além do seu trabalho normal é um ato de ingenuidade ou puxa-saquismo. Não caia nessa. Ajude quem precisa. Lembro que na minha antiga empresa, eu costumava ajudar uma senhora na limpeza do setor. O mais legal é que outras pessoas passaram a fazer o mesmo (a melhor forma de educar é dando exemplo). A dica vale – também – para quem não exerce atividade remunerada. Ajudar ao próximo é um ato nobre e atos nobres são sempre benvindos em qualquer circunstância.

Nota: nesta dica, que parece estar deslocada do assunto, poderiam ser mencionados termos como atitude, solidariedade ou pró-atividade. Sem dúvida, a ausência destes comportamentos pode ser o efeito de uma característica de personalidade ou caráter, mas também da preguiça em ajudar. Infelizmente, já tive o desprazer de presenciar algumas vezes.

4 – Limite o tempo para TV ou outras distrações (vídeo game, bobagens da web e rede sociais). Você pode estipular algo em torno de uma hora por dia. Longas jornadas na frente da TV ou similares, moldam a mente, tornando-a dependente e preguiçosa para atividades construtivas e enriquecedoras.

5 – Durante um mês, escreva um diário, registrando as atividades que realizou. Talvez essa seja a dica mais complicada de executar, simplesmente porque muita gente desaprendeu a usar papel e caneta. Pode ser no computador? Não, tem que ser no velho estilo. Não precisa ser algo longo, cheio de devaneios. Escreva tópicos curtos: hoje eu caminhei até a praça do bairro, li dois capítulos do livro, não assisti TV, ajudei a dona Marta a fazer um bolo. Pronto. Se quiser escrever mais, ótimo. Mas vá devagar.

Dica Extra: na medida do possível, procure acordar cedo. A sensação de levantar da cama no início do amanhecer é reconfortante, justamente pelo fato de estarmos despertos, aproveitando uma fatia maior do tempo disponível no dia. Acordar tarde traz consigo uma sensação de improdutividade, reforçada pela incômoda constatação de que o mundo inteiro acordou e você continuou dormindo (contrariando a letra da canção Pro Dia Nascer Feliz, escrita por Cazuza e lançada pelo Barão Vermelho).

Atenção: esqueça o mito de que são necessárias oito horas de sono diários. Essa teoria está ultrapassada há tempos, assim como muitas outras que nos condicionam a fazer coisas somente porque um suposto especialista disse que é assim, porque sim. Dá uma olhada no artigo O Mito das 8 Horas de Sono para entender melhor.

Percebeu que são coisas perfeitamente possíveis de executar? O sentimento de dificuldade surge a partir das limitações que criamos em nossas mentes. Se você quiser sair da inércia, se esforce para dar esses primeiros, pequenos e fundamentais passos.

Propositalmente, eu finalizei algumas dicas com a frase vá devagar, apenas para que fique bem claro que não se adquire bons hábitos de um dia para outro. É preciso manter a frequência, a continuidade. Quando você menos perceber, só vai usar a palavra preguiça para mencionar aquele bichinho adorável, com olhar doce, encontrado nas matas da América do Sul.

Quer se aprofundar um pouco mais? Dá uma olhada na pesquisa, publicada na revista Exame, mostrando as 20 coisas que os cientistas já descobriram sobre a preguiça.

por Marco Ribeiro

A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

Ciência revela que a chave para a riqueza está no cérebro

Ficar rico” é uma expressão que indica prosperidade, condições materiais para desfrutar de melhores condições de vida e muitos livros já foram escritos com o propósito de ensinar as pessoas como prosperar e eles ficaram muito em voga. Os livros sobre “A Força Mágica do Pensamento Positivo” e “A Lei do Triunfo” Sem dúvida fizeram muito sucesso e ainda hoje ocupam lugar de destaque nas estantes das casas, mas os estudos e pesquisas sobre neurociências mostraram aspectos da maior importância para trazer mais eficácia além do pensamento positivo e da lei do triunfo.

Mas, na medida em que a ciência evolui, no caso, em especial as neurociências é natural que acrescentemos novos elementos aos conhecimentos já existentes. A evolução do pensamento científico é constante e precisamos adicionar os novos conhecimentos ao que já sabíamos.
Com os novos estudos de neurociências, e os conhecimentos trazidos pela Emotologia ficou evidenciado que o pensamento positivo pode não funcionar, uma vez que não é o pensamento que traz resultados e sim a imaginação emotizada, os quadros mentais com significado emocional. Por esta mesma razão, a lei do triunfo pode dar em fracasso, pois o que realmente conduz aos melhores resultados depende do conteúdo emocional. Que acrescentamos aos nossos objetivos.

“A Força Mágica do Pensamento Positivo”, da mesma forma que “A Lei do Triunfo” foram substituídas pelas Leis da Emotologia a fim de garantir resultados. Descobriu-se que o que leva as pessoas a realizarem seus sonhos e objetivos não é o pensamento, mas sim a imaginação condicionada, os quadros mentais emotizados, isto é, revestidos de emoções. O pensamento positivo pode falhar. Os quadros mentais emotizados jamais.

Como o maior objetivo da Natureza é a preservação das espécies, Ela dotou os seres de mecanismos para cumprirem sua destinação biológica. Nos seres humanos, há o SAPE (Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie) que normalmente é para a garantia de resultados. Se hoje sabemos como nos comunicar com esse mecanismo está revelado o que sempre se procurou como o Grande Segredo. O meio de nos comunicarmos com o SAPE é pelas imagens mentais emotizadas, isto é, revestidas de fortes emoções.

Nossa mente é a grande fonte de riquezas se soubermos comunicar a ela os nossos objetivos por meio da imaginação emotizada.

A “adolescência” do seu cérebro dura até os 24 anos.

Molhos e Condimentos São Ricos em Açúcar!

Grande parte das pessoas adora saborear batatas fritas com seus meus molhos favoritos. Muitos sabem que, embora não seja uma alternativa saudável, não sabem o quão perigoso eles podem ser para a nossa saúde. Por isso, vamos informar seis dos molhos e condimentos mais perigosos para a sua saúde. Saiba que existem outras alternativas mais saudáveis para deixar suas refeições saborosas.

1. Catchup

molhos prontos com açúcar

O catchup é o campeão indiscutível dos molhos, não é mesmo? É praticamente uma paixão mundial. Mas será mesmo que é bom para você? A triste e verdadeira resposta é: simplesmente não. Além de acompanhar nossas batatinhas e lanches, muitos de nós usamos o catchup em receitas, mas saiba que apenas 1 colher de sopa contém nada menos que 8 gramas de açúcar! E muitos deles utilizam o xarope de milho na fabricação, por ser mais barato, mas é muito pior para a saúde.

Para uma alternativa mais saudável, por que não tentar xarope orgânico feito com açúcar de verdade? Além disso, seria ainda melhor para esquecer tudo sobre o catchup. Alguma vez você já pensou em substitui-los por tomate seco, ou até mesmo preparar um patê com eles? Uma alternativa muito mais gostosa e saudável.

2. Molho barbecue

molhos prontos com açúcar

Muito popular nos Estados Unidos, o molho barbecue é utilizado naquele país em churrascos, filés e acompanhamento de carnes, e também atraiu o paladar do brasileiro. No entanto, ele é rico em xarope de milho, com cerca de 12 gramas por porção. A situação fica ainda pior por causa da coloração artificial, potencialmente cancerígena, e frequentemente utilizada para dar ao molho aquela bela cor marrom.

Em vez dele, opte por alguns molhos caseiros. Se gosta de algum molho para churrasco ou carnes, faça você mesmo o seu, ou procure opções orgânicas, que são livres de aditivos químicos e corantes artificiais.

3. Molho de salada light

molhos prontos com açúcar

Ao comprar molhos light, ou seja, os mais leves, você não está tomando a melhor atitude no quesito de escolha saudável. O que os fabricantes fazem é simplesmente colocar mais açúcar nesses molhos para compensar a falta de gordura. O sabor pode ser bom, mas e a sua saúde? Você precisa estar ciente do quanto açúcar está consumindo, e nós geralmente não percebemos que ele pode ser encontrado em diversos alimentos, inclusive em molhos.

A verdade é que você não precisa se preocupar com o uso do azeite com o vinagre. A gordura é realmente necessária para o seu corpo absorver as vitaminas essenciais que estão ali na sua salada.

4. Maionese

molhos prontos com açúcar

Duas colheres de sopa de maionese comum contêm impressionantes 200 calorias. Mas essa não é a única razão para fugir desse condimento. Grande parte das maioneses do supermercado usam óleo de soja, feito com soja geneticamente modificada, que aumenta os riscos de adquirir diabetes e causar obesidade.

Por isso, opte pela maionese orgânica, mesmo que seja mais cara, ou veja no rótulo se o produto foi feito com outro tipo de óleo, como girassol, uma opção menos agressiva para o organismo.

5. Molho tártaro

molhos prontos com açúcar

O molho tártaro geralmente acompanha peixes, principalmente peixe frito e frutos do mar, e é realmente muito gostoso, mas poucos devem saber que esse tipo de molho produzido em escala industrial também é rico em óleo de soja, assim como a maionese, já que a maionese é o ingrediente principal e é a base para o molho tártaro, além de conservantes.

Mas se você não abre mão desse molho saboroso, pode preparar o seu próprio: basta pegar alguns pedaços diversos de picles, cortar em pedaços bem pequenos, e misturar com uma maionese orgânica. E pode até substitui-la por abacate. E acredite: fica delicioso.

Fonte: prevention.com

Grupo desenvolve aparelho capaz de identificar emoções com sinais wireless

Pesquisadores do Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) dizem ter conseguido desenvolver um aparelho capaz de determinar as emoções das pessoas utilizando análise de reflexão de sinais wireless.

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O aparelho, chamado EQ-Radio, envia sinais que atingem o corpo da pessoa e são refletidos de volta. Com isso, a máquina é capaz de medir a respiração e o batimento cardíaco, que ela irá analisar para descobrir se o usuário está se sentindo feliz, triste, com raiva ou ansioso.

“Nosso trabalho mostra que sinais wireless podem capturar informações sobre comportamento humano que não está sempre visível a olho nu”, conta Dina Katabi, líder do projeto.

De acordo com os pesquisadores, em um grupo de 30 pessoas entre 19 e 77 anos, o EQ-Radio conseguiu acertar 87% das emoções, uma taxa de sucesso que eles dizem ser maior do que a dos rivais, inclusive uma solução da Microsoft.

“Acreditamos que nossos resultados podem levar a futuras tecnologias que ajudarão a monitorar e diagnosticar condições como depressão e ansiedade”, completa Katabi. No vídeo apresentado, o grupo também comenta possibilidades de uso no entretenimento.

O encantador e fascinante poder da escolha

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Escolha: Entre os “poderes” que possuímos, está a fantástica capacidade de escolha. Ela é tão nossa, exclusiva e autônoma, quanto o pensamento. E praticada com recurso ao bons valores, senso de responsabilidade e integridade, transformar-se na essência que pode elevar o homem e as sociedades, ao mais digno, assertivo e apropriado patamar da inteligência.

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