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Prática de atividades por idosos melhora qualidade de vida. Veja as mais indicadas

Prática de atividades por idosos melhora qualidade de vida. Veja as mais indicadas

por aprendaviver | set 20, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

Em busca de qualidade de vida, o aposentado Wilson Rodrigues entrou para a academia, seguindo orientações médicas. Aos 69 anos, ele pratica exercícios pelo menos três vezes por semana. Com o dia do idoso se aproximando — 1º de outubro —, especialistas garantem que a prática de atividades físicas, especialmente para idosos, podem elevar o potencial de uma vida saudável e contribuir para a longevidade.

— Me sinto mais preparado para enfrentar o dia a dia. O ânimo que eu tenho pra jogar bola com meu filho e netos, por exemplo, é completamente diferente depois que eu entrei para academia. E as dores no corpo diminuíram. Isso me satisfaz — comenta Wilson.

O fisioterapeuta Helder Montenegro explica que o sedentarismo pode gerar dores diversas, especialmente na coluna. Isso acontece porque no decorrer do processo de envelhecimento ocorrem alterações fisiológicas com a diminuição da massa óssea, que pode levar à osteoporose. A degeneração óssea e a fraqueza muscular são comuns em quem não se exercita.

— A redução de força e de resistência muscular contribuem para a aceleração dos processos degenerativos da coluna vertebral em idosos. Pode acarretar em artrose, hérnia de disco, protrusão discal e outras doenças — afirma Montenegro, que é diretor do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.

Benefícios também para o cérebro

O fisioterapeuta Helder Montenegro destaca ainda que uma alimentação equilibrada pode reduzir as perdas fisiológicas associadas à idade, melhorando as funções musculoesqueléticas e cardiovasculares. Além disso, é importante manter uma boa postura ao sentar e ao caminhar.

De acordo com o neurologista Eduardo Lins os exercícios são benéficos também para o cérebro e diminuem os sintomas de perda de memória. Ele explica que quem se exercita produz uma intensa atividade no hipocampo (região do cérebro onde está relacionada a memória e a aprendizagem).

— A atividade física aumenta a capacidade do cérebro de se adaptar e criar novas conexões. Quando fazemos exercícios, os músculos liberam proteínas que agem no cérebro, estimulando as conexões cerebrais — explica o médico.

Exercícios ideais

Natação: Aumenta a disposição, melhora a musculatura do abdômen e do assoalho pélvico, diminuindo a incontinência urinária.

Pilates: Aumenta a força, a flexibilidade e o controle muscular. Melhora a capacidade respiratória, corrige a postura, fortalece os músculos e previne lesões.

Dança: A música e o balançar rítmico geram sentimentos positivos. Os bloqueios emocionais diminuem, facilitando a interação social. Evita a depressão e a pressão alta.

Hidroginástica: Melhora o controle motor e os sistemas cardiorrespiratório e cardiovascular. Combate a insônia.

por Ramon Tadeu

Prática de atividades por idosos melhora qualidade de vida. Veja as mais indicadas

Cannabis causa rompimento de circuitos neurais

por aprendaviver | set 20, 2016 | É bom saber!, Neurociências

Pesquisadores conseguiram esclarecer mecanismos importantes envolvidos na formação da circuitaria cerebral. A equipe também descobriu que o tetraidrocanabinol (THC), substância psicoativa presente na Cannabis, causa rompimento dos circuitos neurais dentro do córtex. Esses resultados explicam por que a Cannabis pode ser prejudicial e ter potencial para ser aplicada na recuperação de danos cerebrais que ocorrem em pessoas com demência.

A atividade neural possui um papel importante na formação dos circuitos neurais. No entanto, ainda não se sabe muito sobre quais atividades neurais estão envolvidas nesse processo de formação. Ele é especialmente complexo em projeções do tálamo para o córtex. Sobre elas, os pesquisadores sabiam apenas que à medida que se desenvolvem, as projeções desnecessárias são eliminadas, e apenas as as corretas permanecem. Um grupo de pesquisadores liderado por Fumitaka Kimura, professor associado do Departamento de Neurociência Molecular da Universidade de Osaka, conseguiu explicar o envolvimento de inúmeros mecanismos na formação desse circuito neural. Os cientistas também publicaram evidências científicas de que o consumo de Cannabis causa cortes desnecessários nas conexões neurais, levando a um colapso desses circuitos.

Nesse estudo, o grupo de pesquisadores descobriu que em uma seção diferente do córtex, a regra que determinava a força sináptica entre neurônios (Pico de plasticidade dependente de tempo, chamado STDP na sigla em inglês) mudava repentinamente em um certo ponto do desenvolvimento. A partir desse achado, o grupo examinou se uma mudança similar no STDP ocorria também na projeção do tálamo e do córtex. Eles descobriram que, inicialmente, as sinapses eram fortalecidas graças à atividade sincronizada dos neurônios sinápticos pré-talâmicos e pós-corticais. Mas depois das projeções terem se espalhado, as atividades sincronizadas enfraqueceram quase todas as sinapses, eliminando assim projeções desnecessárias para habilitar outras mais sistemáticas. À medida que as sinapses eram enfraquecidas, canabinóides endógenos são liberados pelas células neurais através dessas atividades sincronizadas, levando à uma regressão das projeções desnecessárias. Os pesquisadores também confirmaram essa regressão quando o canabinóide era consumido por vias externas.

Essas descobertas podem ter um impacto nas pesquisas que focam no avanço do nosso entendimento sobre mecanismos envolvidos na formação de circuitos neurais e possuem potencial para ajudar no desenvolvimento de novas terapias para melhorar a recuperação do cérebro em casos de demência. Além disso, os achados fornecem dados que comprovam os efeitos adversos do consumo de Cannabis no desenvolvimento do cérebro e, portanto, podem ajudar a diminuir o abuso de maconha.

Universidade de Osaka
Disponível em: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/cannabis_causa_rompimento_de_circuitos_neurais.html#.V9xviO4eL1I.facebook
maconha

Developmental Switch in Spike Timing-Dependent Plasticity and Cannabinoid-Dependent Reorganization of the Thalamocortical Projection in the Barrel Cortex

  1. Chiaki Itami1,2, Jui-Yen Huang2,3, Miwako Yamasaki4, Masahiko Watanabe4, Hui-Chen Lu2,3, and Fumitaka Kimura5

+Show Affiliations

+Author Notes

  • J.-Y. Huang’s current address: Department of Psychological and Brain Sciences, Indiana University, Bloomington, IN 47405-2204.

  • H.-C. Lu’s current address: Department of Psychological and Brain Sciences, Indiana University, Bloomington, IN 47405-2204.

  1. Author contributions: C.I. and F.K. designed research; C.I., J.-Y.H., M.Y., M.W., H.-C.L., and F.K. performed research; C.I. and F.K. analyzed data; C.I. and F.K. wrote the paper.

  1. The Journal of Neuroscience, 29 June 2016, 36(26): 7039-7054; doi: 10.1523/JNEUROSCI.4280-15.2016
Abstract

The formation and refinement of thalamocortical axons (TCAs) is an activity-dependent process (Katz and Shatz, 1996), but its mechanism and nature of activity are elusive. We studied the role of spike timing-dependent plasticity (STDP) in TCA formation and refinement in mice. At birth (postnatal day 0, P0), TCAs invade the cortical plate, from which layers 4 (L4) and L2/3 differentiate at P3-P4. A portion of TCAs transiently reach toward the pia surface around P2-P4 (Senft and Woolsey, 1991; Rebsam et al., 2002) but are eventually confined below the border between L2/3 and L4. We previously showed that L4-L2/3 synapses exhibit STDP with only potentiation (timing-dependent long-term potentiation [t-LTP]) during synapse formation, then switch to a Hebbian form of STDP. Here we show that TCA-cortical plate synapses exhibit robust t-LTP in neonates, whose magnitude decreased gradually after P4-P5. After L2/3 is differentiated, TCA-L2/3 gradually switched to STDP with only depression (t-LTD) after P7-P8, whereas TCA-L4 lost STDP. t-LTP was dependent on NMDA receptor and PKA, whereas t-LTD was mediated by Type 1 cannabinoid receptors (CB1Rs) probably located at TCA terminals, revealed by global and cortical excitatory cell-specific knock-out of CB1R. Moreover, we found that administration of CB1R agonists, including Δ9-tetrahydrocannabinol, caused substantial retraction of TCAs. Consistent with this, individual thalamocortical axons exuberantly innervated L2/3 at P12 in CB1R knock-outs, indicating that endogenous cannabinoid signaling shapes TCA projection. These results suggest that the developmental switch in STDP and associated appearance of CB1R play important roles in the formation and refinement of TCAs.

SIGNIFICANCE STATEMENT It has been shown that neural activity is required for initial synapse formation of thalamocortical axons with cortical cells, but precisely what sort of activities in presynaptic and postsynaptic cells are required is not yet clear. In addition, how activity is further translated into structural changes is unclear. We show here that the period during which spike timing-dependent long-term potentiation and depression (t-LTP, t-LTD) can be induced closely matches the time course of synapse formation and retraction, respectively, at the thalamocortical synapse. Moreover, administration of cannabinoid agonists, which mimic t-LTD, caused TCA retraction, suggesting that cannabinoids translate physiological changes into morphological consequences.

Disponível em: http://www.jneurosci.org/content/36/26/7039

In Neurociências em Debate 19/09/2016

Prática de atividades por idosos melhora qualidade de vida. Veja as mais indicadas

Descubra o poder da saúde quântica

por aprendaviver | set 19, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

Segundo pesquisador, doenças crônicas que afetam a humanidade podem ser curadas por meio do pensamento

Forma como pensamos e gerenciamos nossas emoções estão por trás da forma que a genética se expressa, afirma especialista

Lembra quando E = MC² foi matéria em sala de aula? Não? Tudo bem. Não é preciso ser “expert” em Ciência ou conhecer a famosa equação desenvolvida pelo alemão Albert Einstein. Mas, se por um lado essa fórmula é dispensável no dia a dia de quem não atua na área de Exatas, a Física se tornou essencial para ajudar a Medicina a desvendar as causas e o melhor tratamento para doenças crônicas.

Diabetes, enxaquecas, hipertensão, ansiedade e depressão, por exemplo, são apenas algumas da lista, que atingem milhões de pessoas no mundo. Elas duram muito tempo e demoram ainda mais para ser curadas — o que nem sempre ocorre. E focado em grande parte da população que sofre com essas enfermidades, nasceu o conceito de saúde quântica, no qual acredita-se que os pensamentos podem curar o corpo.

“Não somos reféns da genética. Nosso estilo de vida, hábitos alimentares, a forma como pensamos e gerenciamos nossas emoções que estão por trás da forma que a genética se expressa”, diz Wallace Liimaa, especialista em Física Quântica, ao explicar como a mudança na forma de ver o mundo influencia na saúde. “Se o que você está pensando é negativo, as células nervosas disparam; seu cérebro se comporta da forma que você pensa”, completa.

Antes de se tornar um pesquisador e criar o projeto “Saúde Quantum”, o pernambucano foi tratado com diferentes antibióticos, em busca de alívio para problemas respiratórios durante a infância e boa parte da juventude. Aos dez anos de idade, teve as amídalas removidas e ficou ainda mais fragilizado. Hoje, aos 55 anos, afirma não tomar qualquer tipo de medicamento alopático há três décadas.

“Eu já tinha tentado de tudo, não sabia o que era homeopatia e fui conhecer. Fiquei tão impressionado com a forma que o médico me atendeu (perguntou tudo sobre a minha vida, em duas horas de consulta), que me aprofundei nesse tratamento. Eles investigam todos os hábitos e chegam a um remédio único, que equilibra seu potencial energético para o corpo se curar. Tomei uma dose única e me curei”, lembra.

Resposta

Após vivenciar a eficácia do tratamento, Liimaa iniciou a busca por fundamentação científica para ajudar os próprios especialistas e propagar a divulgação do método. Após lecionar física por mais de 20 anos, tornou-se terapeuta quântico e, atualmente, viaja o mundo para compartilhar os benefícios dele na qualidade de vida do ser humano. Inclusive, recebeu um prêmio do Instituto de Ciências Noéticas (IONS) nos Estados Unidos pelo trabalho.

“Eu ensino aquilo que eu vivo. Vi preconceitos das pessoas, até dos próprios médicos. Descobri que a resposta estava na Física Quântica, o assunto pelo qual eu era apaixonado desde antes de entrar na universidade”, afirma. “É possível, sim, vencer as doenças crônicas por meio de um estilo de vida saudável e vibrações positivas, através do gerenciamento dos pensamentos e emoções, de forma a abandonar o consumo de remédios químicos”, enfatiza.

Dou aulas eventualmente em área de saúde quântica, na Universidade Federal de Recife, Unifesp, Uninter, em Curitiba. Palestras em vários países, como Índia, Peru, Sérvia, Itália, Rússia. Medicina Quântica. Desde 2014 oferece cursos online. Canal no youtube, com dicas diárias de transformação, mudança de padrão mental e dicas de saúde.

Física em prol da saúde

Segundo Wallace Liimaa, a mente é capaz de produzir vibrações por meio do pensamento, gerando um campo elétrico no cérebro. Ou seja, o corpo suscita um campo magnético associado aos sentimentos. Assim, quando uma pessoa reclama, emite uma vibração eletromagnética que atrai as pessoas com vibração similar. O resultado é uma “contaminação energética”, fragilizando o sistema imunológico, endócrino e nervoso.

“Nosso cérebro é especializado em dar valor às coisas negativas. As pessoas não são orientadas a investigar a própria dor, culpa, dificuldade de perdoar, ou de agradecer… É preciso trabalhar muito essa mudança de padrão para mudar a química do corpo. A pergunta certe é ‘qual é a origem da sua dor?’”, explica. “A manifestação dessa energia imaterial é comprovada pela Ciência”, completa o especialista em saúde quântica.

Três perguntas

Para Wallace Lima, pesquisador, professor e consultor em Física Quântica

Qual é o conceito de saúde quântica?

Passa por diversas questões, desde alimentação até a forma de pensar, possibilitando ao cérebro e ao corpo serem reprogramados. Ao compreender isso de forma profunda, você consegue contemplar a complexidade da existência humana e, assim, encontrar a autocura, o que te levará a não mais precisar de medicamentos químicos.

Como isso funciona dentro do corpo?

Uma única célula do nosso corpo realiza entre 100 mil a 6 milhões de reações químicas por segundo, o que é um dos indícios de que o nosso próprio organismo tem um potencial incrível de resolver sozinho os problemas de saúde. Mas desde que colaboremos.

Como colocar esse método em prática?

O importante é encontrar a causa e não agredir o corpo com tratamentos químicos. Você pode inibir padrões negativos, mudando hábitos alimentares e gerenciando melhor o estresse, as emoções e os pensamentos. Para isso, é preciso se manter atento, identificar quais pensamentos são repetitivos e comprometem o corpo energeticamente e quimicamente. A identificação e superação desse padrão requerem determinação e força de vontade.

Número

80% dos brasileiros morrem de doenças crônicas. Segundo o pesquisador Wallace Liimaa, a maioria trata os sintomas da doença, mas não mudam o estilo de vida. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) mudança nos hábitos alimentares já diminuiria os casos em até 90%.

Natália Caplan

Manaus (AM)

Prática de atividades por idosos melhora qualidade de vida. Veja as mais indicadas

A função do sono, segundo as mais recentes pesquisas

por aprendaviver | set 16, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

O SONO TEM DIVERSAS FUNÇÕES ORGÂNICAS, COMO POR EXEMPLO ‘LIMPAR’ O CÉREBRO DE TOXINAS ACUMULADAS DURANTE O DIA

Dormir garante que os estímulos que se recebe durante o dia sejam fixados na memória. Estudos sobre o assunto dão pistas para tratamento de depressão

Passamos um terço de nossas vidas dormindo. E ainda assim a ciência pouco sabe sobre as funções biológicas do sono – e o motivo real pelo qual dormimos.

Um estudo publicado em setembro de 2016 por pesquisadores da Universidade de Freiburg, na Alemanha, reforçou a hipótese de que ele serve para enfraquecer conexões neurais estabelecidas durante o período em que se passa acordado, o que ajuda a consolidar memórias e aprendizado.

A equipe do pesquisador Cristoph Nissen, que coordenou a pesquisa, conduziu testes em 11 homens e nove mulheres, de 19 a 25 anos, depois de uma noite de sono e de uma noite completamente acordados.

Aos participantes que passaram a noite acordados, não permitiu-se que tomassem café – mas eles podiam jogar, cozinhar e caminhar, por exemplo. Depois, de manhã, os pesquisadores usaram um pulso elétrico para estimular neurônios e causar contração em um músculo na mão esquerda.

Eles observaram que, entre os participantes que não dormiram, foi necessário um pulso muito mais fraco para ativar a contração muscular – o que indica que os neurônios estavam mais conectados e o cérebro mais ativo do que naqueles que tinham dormido à noite.

Outro teste estimulou neurônios para simular a atividade que acontece no cérebro quando memórias são fixadas. E os neurônios, nesse caso, demoraram mais para responder entre aqueles que não tinham dormido à noite. A conclusão: a fixação de memórias é diretamente prejudicada quando você não dorme à noite.

O que isso significa

Em resumo, uma das funções do sono confirmadas pelo estudo é garantir que os estímulos que você recebe durante o dia – das notícias que lê às conversas que tem, passando pelos amigos que encontra, os cheiros que sente e as coisas que vê – sejam fixados na sua memória.

Além disso, também fica claro que o sono atua como uma espécie de “reset” na atividade cerebral. Dormir acalma as conexões neurais para que nós possamos continuar fixando memórias e nos adaptando constantemente àquilo que vivemos.

Essa hipótese foi sugerida pela primeira vez em 2003, em um estudo conduzido pela Universidade de Wisconsin-Madison. Com a comprovação em testes de laboratório, ela ganha ainda mais força.

Não significa que essas sejam as únicas funções do sono. Outro estudo de 2013 demonstrou que, durante o sono, o corpo “limpa” o cérebro de toxinas acumuladas durante o dia, por exemplo.

A descoberta da Universidade de Freiburg também dá força para terapias de tratamento de depressão profunda que envolvam privação do sono.

A ciência já estudou os efeitos da privação do sono em portadores de depressão profunda, com resultados positivos – ao menos imediatos, já que a melhora de humor reportada é significativa.

Mas o método não é usado porque é insustentável: é muito difícil e pouco saudável ficar uma noite sem dormir. O coordenador da pesquisa, Cristoph Nissen, diz que 60% dos participantes que ficaram sem dormir reportaram uma melhora no humor.

Isso prova, diz, que temos uma ferramenta que é capaz de mudar completamente o humor de alguém em questão de horas. A ideia, segundo ele, é olhar mais de perto o que a privação do sono faz com o cérebro para desenvolver novos tratamentos para depressão.

Ana Freitas

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Beber água pode tornar você mais produtivo no trabalho

por aprendaviver | set 16, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

Água: até mesmo uma desidratação leve – apenas o suficiente para nos fazer sentir um pouco de sede – pode prejudicar nossa capacidade de chegar à produtividade máxima

Você provavelmente já sabe que é importante se manter hidratado. Mas — deixando de lado a necessidade de ir ao banheiro com frequência — será que o consumo de água pode realmente fazer com que você se torne mais produtivo no trabalho?

A literatura científica há muito sugere um possível vínculo entre a desidratação grave e a redução cognitiva. Dá para presumir isso: quando sentimos muita sede, a água se torna uma questão de sobrevivência e nosso corpo simplesmente tem preocupações mais urgentes que ler relatórios e preencher formulários.

Mas pesquisas recentes indicam que não precisamos estar nos arrastando pelo deserto para que a desidratação atrapalhe o funcionamento do cérebro.

Até mesmo uma desidratação leve — apenas o suficiente para nos fazer sentir um pouco de sede — pode prejudicar nossa capacidade de chegar à produtividade máxima.

Em uma pesquisa publicada no Journal of Cerebral Blood Flow & Metabolism em 2014, os pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Cérebro e da Mente, da Faculdade de Medicina Weill Cornell, concluíram que uma desidratação leve — ou seja, perda de água equivalente a menos de 5 por cento do peso corporal — pode impedir o aumento do fluxo sanguíneo induzido pela atividade cerebral e necessário para ela.

Efetivamente, a desidratação rompe os vasos sanguíneos no cérebro, o que reduz o desempenho cognitivo em áreas como memória de curto prazo, atenção e tempo de reação.

“Com base nessas conclusões, é evidente que até mesmo uma desidratação leve pode ter um impacto significativo na capacidade de trabalho e na produtividade”, disse Giuseppe Faraco, professor assistente de neurociência da Faculdade de Medicina Weill Cornell e um dos autores do estudo.

Os efeitos, segundo ele, parecem particularmente acentuados em idosos e crianças pequenas, que geralmente não conseguem regular tão bem seus fluidos corporais.

Então devemos começar a beber a máxima quantidade possível de água no trabalho? Faraco indica a recomendação de 2003 da Organização Mundial de Saúde, que afirma que os homens precisam de cerca de 2,5 litros (cerca de 10,5 copos) de água por dia e as mulheres, de cerca de 2,2 litros (cerca de 9,3 copos) — mais do que os 8 copos diários ditados pela sabedoria popular.

Seth Porges, da Bloomberg

Seu Cérebro não gosta de dieta

por aprendaviver | set 15, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

O nosso Cérebro não está preparado para aceitar as dietas da forma que imaginamos. Por isso as dificuldades encontradas e os baixos índices de sucesso para quem tenta fazer algum tipo de dieta. Veja este depoimento realista e extremamente explicativo do porquê de tudo isso!

Veja o vídeo

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Robôs tomarão 6% de todos os empregos nos EUA até 2021

por aprendaviver | set 15, 2016 | É bom saber!, Inovações Tecnológicas

A robótica e inteligência artificial realmente são coisas maravilhosas, mas um estudo aponta prospectos assustadores para o futuro. Segundo a conceituada empresa de pesquisas Forrester, em 2021, cerca de 6% dos empregos atuais nos Estados Unidos serão eliminados pelo uso de robôs para estas tarefas.

Chamados de agentes inteligentes, estes sistemas movidos por inteligência artificial poderão entender o comportamento humano e tomar decisões baseadas nestas interações. Estes robôs já são capazes de desempenhar papéis como assistentes virtuais, chatbots e sistemas automatizados via robótica como, por exemplo, carros sem motoristas humanos, que já estão em desenvolvimento por empresas como Tesla e Google.

Segundo o especialista da Forrester Brian Hopkins, responsável pelo estudo, em 2021 uma grande onda de inovação iniciará, cortando muitos dos empregos realizados por humanos. “Os maiores impactos serão sentidos em setores como transporte, logística, atendimento e serviços para consumidor”, afirmou Hopkins.

O estudo inclusive foi ilustrativo em mostrar como os robôs e inteligências artificiais serão os empregados do futuro, dizendo que drones farão a entregas de compras por exemplo, sendo que talvez nem as suas compras foram encomendadas por você: seu assistente virtual fez isso.

Para outros analistas, como Andy Stern, ex-presidente do Sindicato de Empregados no setor de serviços norte-americano, a marca de 6% é preocupante, levando em conta o cenário econômico mundial, que está cada vez mais escasso em empregos de tempo integral. “Teremos pessoas procurando emprego e com dificuldades para encontrá-los, pois as mesmas tendências se repetirão em outras áreas como bancos, varejo e saúde”, afirmou Stern. Via: The Guardian.

Por Leandro Souza

Via: The Guardian

 

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6 dicas para conseguir automotivar-se

por aprendaviver | set 12, 2016 | Comportamento Humano, É bom saber!

Um apanhado sobre as principais teorias motivacionais e 6 dicas para conseguir automotivar-se.

1. O que é Motivação?

mo·ti·var
(motivo + -ar)
verbo transitivo
1. Expor os motivos de.
2. Fundamentar.
3. Dar motivo a. = ORIGINAR
(Dicionário Priberam da Língua Portuguesa)

A noção da palavra motivação vem do latim. Conforme Maximiniano, (2004 p. 14) “A palavra motivação deriva do latim motivus, movere, que significa mover. O seu sentido original fundamenta-se no processo no qual o comportamento é incentivado, estimulado ou energizado por algum motivo ou razão”.

Motivação é um termo intimamente relacionado com a noção de esforço. O desempenho das pessoas depende não apenas das suas habilidades individuais, mas também da motivação. Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da motivação é “por que o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?”.

O estudo da motivação comporta a busca de princípios (gerais) que auxiliem a compreender por que seres humanos em determinadas situações específicas escolhem, iniciam e mantém determinadas ações.

“Para compreender o comportamento humano é fundamental o conhecimento da motivação humana. Motivo é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma isto é, tudo aquilo que dá origem a alguma propensão a um comportamento específico” (CHIAVENATO 1982, p. 414).

MOTIVAÇÃO é a disposição para fazer alguma coisa, e é condicionada pela capacidade dessa ação satisfazer uma necessidade específica do indivíduo.

NECESSIDADE significa um tipo de interpretação que cada pessoa faz das coisas à sua volta, que faz um determinado resultado parecer atraente.

Uma necessidade não satisfeita gera tensão o que estimula a vontade do indivíduo. Essa vontade desencadeia uma busca de metas específicas que, uma vez alcançadas, terão como consequências a satisfação da necessidade do indivíduo, e a redução da tensão. Este movimento é chamado de “Ciclo Motivacional”.

Uma pessoa motivada está em estado de tensão. Para aliviá-la, ela se engaja em atividades para realizar o seu objetivo. Quanto maior a tensão, mais atividades serão necessárias para proporcionar o alívio. Segundo Robbins (2002, p.105) “motivação é o processo responsável pelo grau de esforço desprendido, pela direção que serão destinados estes esforços e pelo tempo com que o indivíduo consegue mantê-los.”

Quando o a pessoa não consegue alcançar seu objetivo, o ciclo motivacional não se realiza, e sobrevém a frustração do indivíduo, que poderá assumir várias atitudes:

• Comportamento ilógico ou sem normalidade;
• Agressividade por não poder dar vazão à insatisfação contida;
• Nervosismo, insônia, distúrbios circulatórios/digestivos;
• Falta de interesse pelas tarefas ou objetivos;
• Passividade, moral baixo, má vontade, pessimismo, resistência às modificações, insegurança, não colaboração, etc.

Segundo Spector (2002, p.198) “a motivação é um estado interior que induz uma pessoa a assumir determinados tipos de comportamentos”. Ela vem de motivos que estão ligados simplesmente ao que você quer da vida. Seus motivos são pessoais, intransferíveis, e estão dentro da sua cabeça (e do coração também). Logo, seus motivos são abstratos e só têm significado pra você, por isso motivação é algo tão pessoal: vem de dentro. O grande problema é definir os motivos verdadeiros, para assim dar um significado real à sua luta diária.

“Fica estabelecida a possibilidade de sonhar coisas impossíveis e de caminhar livremente em direção aos sonhos.”
(Luciano Luppi)
1.1. Pirâmide de Maslow

A teoria mais conhecida sobre motivação é a Teoria da Hierarquia das Necessidades, de Abraham Maslow. Segundo o Maslow, à medida que cada necessidade é atendida, a próxima (de baixo para cima) torna-se a necessidade dominante, até que o indivíduo chegue ao topo da pirâmide. As necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Cada pessoa tem de “escalar” uma hierarquia de necessidades para atingir a sua auto realização. As necessidades apontadas pelo autor são as seguintes:

1. Necessidades fisiológicas: fome, sede, sexo, abrigo e outras necessidades corporais.
2. Segurança: segurança e proteção contra danos físicos e emocionais.
3. Sociais: afeição, sensação de pertencer a um grupo, aceitação, amizade.
4. Estima: fatores internos (como respeito próprio, autonomia e realização) e fatores externos (como status, reconhecimento e atenção).
5. Auto realização: a intenção de tornar-se tudo aquilo que se é capaz de ser. Inclui crescimento, conquista do próprio potencial e autodesenvolvimento.

A auto realização é o último patamar da pirâmide. Maslow considera que a pessoa tem que ser coerente com aquilo que é na realidade, tendo autoconhecimento suficiente para ser tudo o que se é capaz de ser, desenvolvendo os potenciais.

Mesmo assim, é possível uma pessoa estar auto realizada, contudo não conseguir uma total satisfação das suas necessidade fisiológicas/ de segurança.
1.2. A Teoria das três necessidades, de David McClelland (1961)

De acordo com McClelland, apud Montana e Chanov (1999, p.213):
“As pessoas que demonstram forte necessidade de realização são particularmente responsivas aos ambientes de trabalho nos quais podem atingir o sucesso através de seus próprios esforços.”

Um mesmo objetivo pode ser buscado por diferentes pessoas por diferentes razões: uma deseja mostrar seu desempenho, outra anseia ter influência sobre outras pessoas (poder), etc. Segundo McClelland, as pessoas podem aprender a ter necessidades de acordo com o ambiente em que vivem:

1. Necessidades de Realização: é o desejo de alcançar algo difícil, que exige um padrão de sucesso, assim como o domínio de tarefas complexas e superação de obstáculos. Essas pessoas querem um retorno concreto sobre seu desempenho, e não são motivados só pela possibilidade de ganhar dinheiro. Os indivíduos com este tipo de necessidade pretendem, mais que obter sucesso individual, ter um retorno positivo do grupo.

2. Necessidades de Afiliação: é o desejo de estabelecer relacionamento pessoais próximos, de evitar conflitos e estabelecer fortes amizades; é uma necessidade social, de companheirismo e apoio, para desenvolvimento de relacionamentos significativos com pessoas. Pessoas que têm essa necessidade pensam que as pessoas/amigos são mais importantes que a própria produção de resultado ou produtividade.

3. Necessidades de Poder: é o desejo de influenciar ou controlar outros, de ser responsável por outros e ter autoridade sobre eles. É a necessidade de dominar, influenciar ou controlar pessoas. Uma elevada tendência para o poder está associada a atividades competitivas, bem como ao interesse de obter e manter posições de prestígio e reputação.

Segundo McClelland todas as pessoas possuem um pouco destas necessidades, em graus diferentes, contudo uma só será característica de cada pessoa. O quadro seguinte apresenta um conjunto de características que permitem avaliar qual a necessidade mais dominante em cada indivíduo.

2. Como se auto motivar?

Em primeiro lugar, as seguintes perguntas precisam ser feitas a si mesmo:

1. O que eu quero da vida nesse determinado momento?
2. O que me falta?
3. Qual a minha necessidade?

Algumas possíveis respostas:

1. EU QUERO JOGAR/COMPETIR/PROGREDIR NA MINHA CARREIRA E GANHAR. (NECESSIDADE DE SUCESSO)

2. EU QUERO PARTICIPAR DE UM GRUPO/QUERO ME SENTIR PARTE DE ALGUMA COISA MAIOR. (NECESSIDADE DE AFILIAÇÃO)

3. EU QUERO ME SENTIR MAIS FORTE/COM MAIS PODER SOBRE OS OUTROS/LIDERAR. (NECESSIDADE DE PODER)

Uma vez percebido o que o indivíduo deseja, ficará mais fácil de enxergar seu motivo. Para as necessidades relacionadas ao sucesso, pode-se buscar trabalhar/treinar num nível mais intenso. A entrega do indivíduo deve ser maior que a própria noção do que vai ganhar com o resultado.

Para as necessidades de afiliação, deve-se buscar colaborar mais com as pessoas ao redor, e o espírito de equipe precisa ser relembrado com mais frequência, mas sem gerar expectativas quanto ao retorno. O retorno da colaboração será natural, desde que o indivíduo não “force a barra”.

Para as necessidades de poder, será necessário auto empoderamento (de modo prudente e responsável), sempre buscando a confirmação das instâncias superiores, de um líder ou de um mentor – sem, no entanto, destacar-se como especial.

3. Seis dicas para a automotivação:

1. Motivar-se é reconhecer seus motivos: cada pessoa tem um ou alguns motivos particulares que o estimulam a realizar determinada ação. Pense quais são aqueles que conseguem inflamar o seu coração e a sua mente.

2. Ajude e será ajudado: ajude as pessoas a realizarem os seus próprios sonhos e elas o ajudarão a realizar os seus. Faça a roda girar: um companheiro forte é você forte. Estimule seu companheiro e ao mesmo tempo canalize esta força como retroação para o seu objetivo maior.

3. Crie em sonho em comum: em algum ponto as motivações pessoais de diversas pessoas podem ser bastante similares. Perceba isso e consiga instigar esta visão cooperativista.

4. Atue com entusiasmo: não só suas palavras, mas principalmente suas ações criarão sua própria adesão e comprometimento na busca do seu objetivo maior, todos os dias.

5. Tenha uma meta e também um plano: é muito difícil sentir-se motivado se você nem mesmo sabe onde quer chegar. É necessário ter muito bem definido o resultado a ser alcançado, o plano a ser seguido.

6. Confie no seu potencial: pessoas que se esforçam podem melhorar, sempre.

Entenda os seus motivos, crie uma causa, batalhe e afine-se para o sucesso!

“O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.”
(Albert Einstein)

por Luiz Lopes

 

BIBLIOGRAFIA

“motivação”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013), http://www.priberam.pt/dlpo/motiva%C3%A7%C3%A3o [consultado em 30-08-2016].

CHIAVENATO, I. Administração de Empresas. Uma abordagem contingencial. São Paulo: McGraw-Hill, 1982.

CHIAVENATO, I. Administração – Teoria, Processo e Prática. 2.ed.São Paulo: Makron, 1995.

Idalberto . Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: TEORIAS MOTIVACIONAIS Campus, 2000.

CHIAVENATO, I. Administração de recursos humanos. O capital humano das organizações. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

CHIAVENATO, I. Gerenciando com pessoas. 2. ed. São Paulo: Makron, 2005

BERGAMINI, Cecília Whitaker. Desenvolvimento de recursos humanos: uma estratégia de desenvolvimento organizacional. São Paulo: Atlas, 1997.

BUONO & , BOWDITCH, J. L A. F. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira, 1992.

CASADO, T. O Indivíduo e o Grupo: A Chave do Desenvolvimento. In: FLEURY, M.T. L. [at al]. As Pessoas na Organização. São Paulo: Editora Gente, 2002.

DAFT, Richard I. Administração. 4. ed. Rio de Janeiro: 1999. FARIA A. N. Liderança e chefia. Rio de janeiro: LCT-livros Técnicos e Científicos: 1982.

LACOMBE, Francisco e HEILBORN, Gilberto. Administração, Princípios e. Tendências. 1ª edição. São Paulo: Saraiva 2003.

LIMONGI-FRANÇA, Ana Cristina. As pessoas na organização. 6. ed.. São Paulo: Gente, 2002.

MALIK, Ana M. Gestão de Recursos Humanos. Volume 9. São Paulo. Editora Fundação Peirópolis Ltda.1988.

Prática de atividades por idosos melhora qualidade de vida. Veja as mais indicadas

Sabonetes bacterianos podem fazer muito mal à saúde

por aprendaviver | set 9, 2016 | É bom saber!, Saúde & Nutrição

Os fabricantes terão um ano para retirar os sabonetes

A Food and Drug Administration (FDA), entidade responsável por regular alimentos e medicamentos nos Estados Unidos vai vetar o uso de sabonetes antibacterianos pela população.

Isso aconteceu porque esses sabonetes possuem 19 ingredientes vetados pelo órgão, como os agentes químicos triclosan e triclocarban, presentes na maioria dos produtos. Eles ainda ressaltaram que não existem estudos comprovados sobre a eficácia desses sabonetes antibacterianos.

O Instituto Americano da Limpeza, responsável por representar os interesses dos fabricantes, informou que a FDA já tem em mãos informações que provam a eficácia e a segurança dos sabonetes antibacterianos.

Em 2013, autoridades dos Estados Unidos pediram que fabricantes demonstrassem com pesquisas, inclusive com estudos clínicos, que estes produtos são mais eficazes do que os sabonetes comuns no combate à propagação de doenças e redução de infecções. Porem as empresas não provaram as eficácias do produto.

Os pesquisadores ainda relatam que pesquisas feitas mostraram que a exposição prolongada aos ingredientes em questão poderia levar a riscos à saúde, como o aumento da resistência bacteriana ou alterações hormonais.

Agora, os fabricantes terão um ano para retirar os sabonetes antibacterianos do mercado ou mudar sua fórmula.

Fonte: BBC Brasil
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Acordar 10 minutos mais cedo pode mudar seu humor e o seu dia

por aprendaviver | set 9, 2016 | É bom saber!, Sugestões

Reserve 10 minutinhos depois de acordar, escolha uma ou mais destas dicas e incorpore em sua rotina

Se acordar cedo é um grande sofrimento, perder preciosos dez minutos de sono pode parecer um pesadelo a mais. Porém, pequenas atitudes podem mudar para muito melhor o começo do dia.

Conforme o site americano My Domaine, algumas dicas para a manhã prometem mudar seu humor e sua rotina. Reserve 10 minutinhos depois de acordar, escolha uma ou mais destas dicas e incorpore em sua rotina e sinta a diferença.

Sente para beber o seu café

Beba seu café com calma, ou até o chá, sentindo o aroma dele. Pode ter certeza que essa calma vai te ajudar a começar o dia.

Faça um suco verde

Aproveite estes 10 minutos extras para fazer um suco verde. Basta juntar alguns ingredientes e bater no liquidificador.

Arrume a cama

Diversas pesquisas mostram que quem arruma a cama é mais feliz e bem sucedido do que aqueles que não.

Alongue-se

Que tal prolongar a sensação de prazer que o alongamento proporciona. Reserve alguns minutos da manhã para alongar os músculos do corpo. Se for adepta da ioga, pratique um pouco da modalidade nos primeiros minutos do dia. Pesquisas mostram que essa pequena prática combate os estresse e a ansiedade.

Planeje o dia

Pesquisas dizem que as manhãs são os períodos mais propícios para focar e planejar todo o dia. A recomendação é esquecer os eletrônicos e usar papel e caneta para a função.

Leia ou escute algo motivacional

Sabe aquele livro de cabeceira? Ou as músicas relaxantes do podcast? Tire esses dez minutos para ler ou ouvir música que trazem paz e felicidade. Essa prática ajuda a “religar” o cérebro pela manhã.

 

por NOTÍCIAS AO MINUTO

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