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Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

Pesquisa encontrou ligação evidente entre Índice de Massa Corpórea (IMC), usado para indicar o nível de obesidade, e um aparente déficit de memória

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Ciência já estabeleceu ligação entre obesidade e perda de volume cerebral

Lucy Cheke e seus colegas na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, recentemente convidaram um grupo de voluntários para fazer uma espécie de “caça ao tesouro” em seu laboratório.

Os participantes navegavam em um ambiente virtual a partir de uma tela de computador, escondendo vários objetos pelo caminho. Em seguida, tinham de responder a uma série de perguntas para testar o quanto se lembravam do que tinham acabado de fazer.

Ao analisar o que pode ter influenciado o desempenho de cada um, seria mais lógico imaginar que Cheke estaria mais concentrada no QI do participante do que no tamanho de sua barriga.

Mas ela encontrou uma ligação evidente entre o Índice de Massa Corpórea (IMC), usado para indicar o nível de obesidade, e um aparente déficit de memória: quanto mais alto o IMC do voluntário, pior ele se saía na tarefa.

O experimento de Cheke contribuiu para um corpo cada vez maior de evidências de que a obesidade está ligada ao “encolhimento” do cérebro e ao déficit de memória. A pesquisa sugere que o excesso de peso pode contribuir para o desenvolvimento de distúrbios neurodegenerativos, como o mal de Alzheimer.

Surpreendentemente, o estudo também mostra que a relação entre a obesidade e a memória é uma via de mão dupla: estar acima do peso não só tem um impacto sobre o que somos capazes de recordar como também pode influenciar o comportamento alimentar no futuro, ao alterar nossas lembranças de experiências passadas envolvendo comida.

Obesidade e ‘idade mental’

Cheke partiu da hipótese de que a obesidade poderia afetar a capacidade de imaginação, pois outros estudos já comprovaram existir uma relação entre a memória e a imaginação – nosso cérebro tende a unir fragmentos de lembranças para prever como serão eventos no futuro.

Em 2010, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos EUA, relataram que adultos de meia-idade saudáveis, mas com mais gordura abdominal, tendem a ter um cérebro menos volumoso.

Aplicativos que aumentam a atenção na hora de comer podem ajudar na perda de peso
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Aplicativos que aumentam a atenção na hora de comer podem ajudar na perda de peso

O problema é mais evidente no hipocampo, uma estrutura cerebral profunda que tem a função de aprender e guardar memórias – muito menor em obesos do que em pessoas mais magras.

Um estudo mais recente que realizou tomografias cerebrais de mais de 500 voluntários confirmou que há uma ligação entre estar acima do peso ou obeso e apresentar um grau mais avançado de degeneração cerebral por causa da idade.

Esses efeitos eram mais acentuados em pessoas na meia-idade, nas quais as mudanças relacionadas à obesidade correspondem a um aumento de cerca de dez anos na “idade mental”.

Menos memória, mais quilos

Mas a obesidade é um distúrbio complexo, causado por muitos fatores. Por isso, ainda não se sabe exatamente como ela afeta a estrutura cerebral e sua função. “A gordura corporal é o principal indício de obesidade, mas há outros problemas, como a resistência à insulina e a hipertensão”, explica Cheke.

“Essas coisas andam de mãos dadas com fatores comportamentais, como comer demais ou se exercitar de menos. Tudo isso pode provocar alterações no cérebro.”

Uma inflamação no cérebro também pode ser um dos fatores. Psicólogos da Universidade do Arizona descobriram que o IMC alto está associado ao declínio da memória e a altos níveis de uma proteína que indica inflamação.

Isso é algo preocupante, ainda mais com as recentes evidências de que a atenção e a memória controlam o apetite e o comportamento alimentar. O que significa que um deficit de memória poderia provocar um ganho de peso.

As primeiras provas disso surgiram em um estudo de 1998, feito pela Universidade da Pensilvânia, nos EUA, que mostrou que pacientes com amnésia grave estavam sempre dispostos a comer logo após uma refeição, simplesmente porque não se lembravam que já tinham se alimentado momentos antes.

Segundo estudos, há um ciclo vicioso entre obesidade e memória
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Segundo estudos, há um ciclo vicioso entre obesidade e memória

“Isso indica que quando decidimos o quanto ingerimos, não nos baseamos apenas nos sinais fisiológicos sobre a quantidade de comida no estômago, mas também em processos cognitivos, como a memória”, explica o psicólogo e pesquisador Eric Robinson, da Universidade de Liverpool, no Reino Unido.

A atenção e a memória são elementos independentes entre si, mas ligados estreitamente. Não podemos nos lembrar de algo ao qual não prestamos atenção, assim como também nossa lembrança de algo tende a ser mais vívida quanto mais pensamos nela.

Por isso, é possível que uma memória vívida de um almoço pode reativar o estado psicológico do organismo, o que reduz a fome e, consequentemente, o tamanho da próxima refeição. Por outro lado, alguém que está distraído durante o almoço pode sentir uma ausência de lembranças e, ao pensar no jantar, pode ter mais fome.

Esse ponto é particularmente interessante, principalmente porque há indícios de que comer demais é algo que pode prejudicar a memória. Ou seja, o excesso de comida e os problemas de memória se reforçam mutuamente, colocando o indivíduo em um ciclo perigoso.

Nova abordagem para a perda de peso

Essas descobertas podem trazer ideias para uma nova abordagem para ajudar as pessoas a perder peso e a manter um IMC saudável. Robinson e seus colegas, por exemplo, desenvolveram um aplicativo de celular que estimula o usuário a comer com mais atenção.

“O programa encoraja a pessoa a tirar fotos de seus pratos e a responder perguntas sobre suas refeições”, explica o psicólogo. “A ideia é criar lembranças vívidas que deixem o usuário menos propenso a comer em excesso durante o resto do dia.”

A equipe de Cheke também está usando um aplicativo para coletar informações sobre o estilo de vida e o comportamento alimentar de voluntários. O objetivo é tentar isolar os vários fatores que podem contribuir com a obesidade – principalmente os que estão relacionados à estrutura e à função cerebrais.

Fonte: Saúde – iG @ http://saude.ig.com.br/2016-12-21/danos-obesidade.html

Por BBC – Moheb Costandi*

*Moheb Costandi é autor do livro “Neuroplasticity”(” Neuroplasticidade” em tradução literal, ainda não lançado no Brasil).

Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

Decifrando pessoas

Curioso perceber o quanto o corpo reflete nossos pensamentos e sentimentos, ou seja, nossa forma de expressão e linguagem inclui a comunicação não-verbal. Lembra do cinema mudo de Charles Chaplin? E quantas vezes um colega lhe contou determinados acontecimentos um tanto desconfortantes e você reagiu fazendo aquela cara de repulsa, de nojo? Ainda, se eu lhe perguntar qual seria a expressão corporal de uma pessoa alegre você facilmente me diria, assim como a expressão de uma pessoa em profunda tristeza. Logo, de forma prática e empírica, podemos perceber a relação entre o pensar, o sentir e as expressões corporais, quer sejam elas expressões facilmente perceptíveis ou micro-expressões faciais. Decifrar pessoas e a si mesmo implica perceber e compreender estes aspectos mais sutis da comunicação não-verbal. “Leandro e Jaqueline (conheça), como assim?” Vem conosco e a seguir entenderá melhor meu caro e atento leitor.

Linguagem e comunicação

Apesar da linguagem verbal ser importante e a mais valorizada pelos indivíduos, a linguagem não verbal é naturalmente usada desde a mais tenra infância, de modo intuitivo, envolvendo gestos, posturas, sons distintos da fala, como o choro de um bebê por exemplo e posteriormente, cores, vestuário e outros símbolos. Sendo então a linguagem e a comunicação componentes do comportamento humano, esses só fazem sentido em função de termos a capacidade de atribuir um significado social, afetivo, cultural e evolutivo.

“Como o ser humano dialoga, e todo comportamento é comunicação, TODA interação, qualquer que seja, supõe por definição um modo de comunicação” (Bateson, 1979)

Estas formas de comunicação, verbal e não verbal, não se apresentam em estados puros e sim, de forma combinada, interdependente e simultânea, seja consciente/voluntária, seja inconsciente/involuntária.

Sob esta perspectiva, podemos perceber o quanto o corpo, a fisiologia, nos dão indícios sobre os nossos pensamentos e sentimentos, bem como são melhores revelados a partir do momento que estamos mais aptos a ler essas mesmas linguagens. E a aptidão, inclusive, envolve conceitos e práticas das ciências do comportamento, entre elas destacamos a Metodologia Disc (que metodologia é essa?).

Perfis comportamentais

Comportamento pode ser entendido como atividade, ação, desempenho, resposta e reação. De outra ótica, comportamento é qualquer coisa que uma pessoa diz ou faz. Há os comportamentos manifestos e visíveis, tais como estudar, exercitar, vender, e os comportamentos privados; internos e encobertos, e é neste se insere a comunicação intra pessoal – aqueles diálogos “dentro da própria cabeça”.

Para a metodologia DISC (o que é?), muito utilizado em processos de recrutamento e seleção, processos de coaching, mentoria, consultoria, entre outros ambientes, existem 4 grandes grupos de perfis comportamentais que se combinam entre si em percentuais diferentes. São eles: I) Perfil Dominância; II) Perfil Influência; III) Perfil Estabilidade e IV) Perfil Conformidade. Abaixo algumas características de cada para poder identificar, ler, alguns de seus comportamentos e dessa forma se relacionar de forma mais assertiva.

I) Perfil Dominância: mais seguro de si e voltado para desafios, tende a ser mais ousado, ativo, rápido, lógico e questionador, logo, sua ênfase está em superar obstáculos e atingir resultados. Valoriza resultados atingidos.

Sua comunicação não verbal expressa segurança, através de posturas mais firmes, como num aperto de mão ou ainda com gestos indicativos de decisão. Pode ainda complementar a comunicação verbal, com tom de voz firme e decidido, transmitindo sua segurança e autoconfiança.

II) Perfil Influência: voltado para pessoas, que tende a ser mais tolerante, receptivo e agradável. Também é seguro de si, principalmente em contextos sociais. Sua ênfase está em influenciar e agregar pessoas. Valoriza o convívio social e as relações. Busca resultados por meio da persuasão.

Em geral, é o tipo que abraça, recebe, acolhe, toca os que estão a sua volta, se mostrando caloroso e através de gestos amplos é receptivo e amigável. Seu tom de voz transmite vibração e alegria, sendo vistos normalmente como pessoas motivadas e carismáticas.

III) Perfil Estabilidade: um perfil relacional, no entanto tende a ser mais cauteloso, calmo, atencioso e moderado. Sua atenção está voltada à cooperação e o “fazer juntos”, valorizando assim, o outro. Busca concretizar seus objetivos por meio da dedicação, persistência e continuidade.

– Facilmente reconhecidos por sua postura tranquila, serena e por vezes até com certa apatia, se mostram gentis e agradáveis, embora resguardem sua privacidade e sejam mais seletivos aos que se aproximam de seu espaço pessoal. Sua fala costuma ser calma e pausada, ponderando sua expressão e dando tempo ao seu interlocutor.

IV)  Perfil Conformidade:  por ser mais voltado para processos, utilizando para tanto a lógica, a concentração e seu poder questionador, tende a ser cauteloso e ao lidar com as pessoas e pode passar uma impressão de frieza e de insensibilidade. Busca resultados através do controle e da exatidão, nutrindo palavras como: organização e qualidade. Ou seja, a palavra de ordem é: fazer certo.

– Por sua tendência a ser mais reservado, pode evitar o contato físico, principalmente com pessoas estranhas, sendo cortes, embora distante. Seus gestos podem ser mais contidos e objetivos sem tanta expressividade corporal. Sua expressão verbal comumente direta, sem meias palavras, pode ser sentida como fria e muitas vezes seu senso de humor, pode ser interpretado como ironia ou sarcasmo.

A linguagem do corpo reflete o perfil comportamental e cada gesto ou movimento pode ser uma valiosa fonte de informações sobre a emoção que ela está sentindo em dado momento, entretanto, para que sejamos efetivos em nossas intepretações, qualificando as interações familiares, sociais e profissionais, torna-se necessária a compreensão de alguns conceitos e tendências, sem rótulos, pois cada ser é único e com suas peculiaridades, tal compreensão tem um valor inestimável. Já parou para pensar o quando seus relacionamentos e interações seriam

Quer conhecer o seu perfil comportamental? [ acesse ]

Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

A experiência dolorosa

A dor é definida como uma “sensação desagradável e uma experiência emocional relacionadas a um dano tecidual presente ou potencial, ou descrito nesses termos”. A dor, experiência subjetiva, é sobretudo um evento neuropsicológico pluridimensional.

A dor é um fenômeno neurológico pluridimensional.

A dor é definida como uma “sensação desagradável e uma experiência emocional relacionadas a um dano tecidual presente ou potencial, ou descrito nesses termos”. A dor, experiência subjetiva, é sobretudo um evento neuropsicológico pluridimensional. Poderíamos falar em 4 componentes do processo doloroso:

  1. Componente sensorial-discriminativo: corresponde aos mecanismos neurofisiológicos da nocicepção, assegurando a detecção do estímulo e a análise das características qualitativas e temporoespaciais;
  2. Componente afetivo: expressa a conotação desagradável, incômoda, ligada à percepção da dor;
  3. Componente cognitivo: reflete um conjunto de processos suscetíveis de modular as outras dimensões, como os fenômenos de atenção, distração, sugestionabilidade, expectativa, referência a experiências do passado, vivenciadas ou observadas;
  4. Componente comportamental: corresponde ao conjunto das manifestações observáveis, sejam elas fisiológicas (parâmetros somatovegetativos), verbais (como queixas e gemidos) ou motoras (imobilidade, agitação, atitudes antiálgicas, dentre outras).
  Fonte: Cambier, J., Masson, M., Dehen, H.. Neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

A infância é a fase mais feliz da vida. Criança não tem problemas. Será?

Ansiedade e depressão na infância e o impacto sobre o aprendizado- um texto para educadores, por Elisabete Castelon Konkiewitz

Sinais sutis e indiretos podem indicar grande sofrimento. Fique sempre atento aos desenhos, encenações e variados comportamentos e formas de expressão. A criança muitas vezes não verbaliza os seus problemas, mas sempre os revela.

Depressão 

A depressão é doença frequente também em crianças. Estatísticas americanas apontam para uma frequência de 0,9% em pré-escolares, 1,9% em escolares e 4,7% em adolescentes.

Existe forte predisposição familiar, havendo um padrão de herança provavelmente do tipo poligênico, multifatorial.

As manifestações podem ser tão diversas, que é preciso muita sensibilidade na observação da criança. Esta pode mostrar-se triste, chorona, desinteressada, ou agressiva, arredia, irritada, intolerante. Pode também causar a impressão de deficiência intelectual, pois a depressão pode causar dificuldade de concentração, memorização, lentificação das reações e atraso no desenvolvimento neuro psicomotor.

Outra possibilidade é a de a depressão se mostrar apenas através de queixas físicas: dores de cabeça, de barriga, insônia, perda de apetite, etc.

Na adolescência pode haver abuso de álcool ou outras drogas, devido a uma tentativa da criança de se automedicar, buscando uma saída, mesmo que temporária, desde estado insuportável de desesperança e angústia.

 

Para o diagnóstico a criança deve apresentar, pelo menos, cinco dos seguintes sintomas, por um período de, pelo menos, duas semanas:

  1. Humor deprimido na maior parte do dia. Na criança o humor pode ser irritável
  2. Desinteresse, falta de prazer
  3. Perda ou ganho de apetite/peso
  4. Insônia ou hipersonia
  5. Agitação ou retardo psicomotor
  6. Fadiga ou perda de energia
  7. Sentimento de inutilidade, ou culpa, autodepreciação
  8. Diminuição da concentração
  9. Pensamentos de morte
  10. Humor deprimido na maior parte do dia. Na criança o humor pode ser irritável

 

O tratamento deve ser instituído por um profissional, que então optará por um acompanhamento psicoterápico, com um trabalho também com a família. Casos mais acentuados tornam o uso de medicação necessário.

Violação das mulheres sabinas: concepção de guerra de Picasso centrada no sofrimento das vítimas, em particular das mulheres e crianças. Ele simplifica as pinturas para se concentrar na brutalidade da morte pela espada. Os soldados, suas armas e seus cavalos são ampliados e são dados proeminência como uma representação simbólica do poder dos exércitos do estado sobre indivíduos. Os passos dos soldados no peito de uma criança e a angústia da mãe são mostrados através da deformidade de suas poses desamparadas.

Transtornos de ansiedade

Transtorno de ansiedade de separação: consiste no transtorno de ansiedade mais comum na infância, presente em cerca de 3 a 4% das crianças em idade escolar. Ocorrem angústia e ansiedade extremas quando a criança imagina, ou se vê em uma situação na qual possa haver a sua separação da pessoa que a cuida (geralmente a mãe, ou quem faça o papel de mãe), ou de pessoas muito queridas. Há preocupações excessivas de que um evento possa ocorrer e levar à separação. A criança fica imaginando situações, nas quais a mãe possa morrer, ir embora, fugir, ser roubada, etc.  Uma consequência pode ser a relutância em ir à escola. Interessante é que este medo pode se manifestar através de queixas somáticas, como dor de cabeça, dor de barriga, pesadelos, entre outros.

 

Transtorno de Ansiedade Generalizada: a criança mostra uma preocupação excessiva em relação ao futuro, ao desempenho, à competência, à aprovação e opinião de outros. São crianças tensas, incapazes de relaxar e, frequentemente têm queixas somáticas.

 

Mesmo fora de fins de pesquisa – para os quais , de fato, foi desenvolvida -, a escala abaixo apresenta questões que podem guiar o profissional na suspeita de ansiedade na criança e na indicação de  um aprofundamento diagnóstico

 

ESCALA TRAÇO-ANSIEDADE INFANTIL (mais que 41 pontos indica ansiedade)

Nome:________________________Sexo:______________Idade:_____Data:________

Vocês encontrarão aqui indicações, descrevendo os comportamentos infantis ou seus problemas. Leiam atentamente as indicações e escolham o grau de sofrimento da criança em relação ao problema apresentado. Indique:

0: ausente; 1: raramente; 2: frequentemente; 3: sempre.

  1. Tem tendência a se mostrar inquieto ou a ficar preocupado a propósito de qualquer coisa (exames, competições,doenças de pessoas próximas, brigas entre os pais…).
  2. Tem tendência a preocupar-se, evitar ou recusar situações novas.
  3. Tem tendência a ter dores de barriga.
  4. Tem tendência a preocupar-se ou evitar pessoas que não lhe são familiares.
  5. Tem tendência a perguntar muito a respeito de fatos cotidianos.
  6. Tem tendência a preocupar-se com a volta às aulas, as idas ao quadro negro, os exames.
  7. Queixa-se de dores de cabeça.
  8. Queixa-se de vários tipos de dores.
  9. Tende a ser irritável, nervoso, reclamando de tudo.
  10. Tem a tendência de perguntar muito no que se refere a temas insólitos ou surpreendentes.
  11. Queixa-se, espontaneamente, de esquecimento ou lacunas de memória.
  12. Preocupa-se com o que os outros pensam a seu respeito (colegas, professores, instrutores etc.).
  13. Recusa-se a ficar sozinho ou tem medo da solidão.
  14. Abandona rapidamente as tarefas iniciadas.
  15. Chora facilmente
  16. Procura situações de segurança (por contato físico, pela presença e pessoa familiar, por encorajamento).
  17. Tem medo de escuro.
  18. É sensível às críticas.
  19. Apresenta recusas sistemáticas e apresenta “caprichos” (para levantar-se pela manhã, para se vestir, para lavar-se, para fazer as lições da escola, etc.).
  20. Duvida de seu valor e de seu sucesso (escolar, esportivo etc.).
  21. Justifica os maus resultados escolares por esquecimento ou falhas de memória.
  22. É instável, agitado, superexcitado.
  23. Tem tendência a apresentar problemas digestivos (náuseas, vômitos, diarreias).
  24. Tem dificuldades para se alimentar (apetite caprichoso, recusas alimentares).
  25. Preocupa-se em ter mau desempenho ou fazer mau aos outros exames, competições, relacionamento com os colegas ou professores).
  26. Tende a se distrair ou apresenta dificuldades em se concentrar.
  27. Rói unhas.
  28. Queixa-se de opressão no peito, ou dificuldades em respirar (independentemente de esforço físico).
  29. Tem dificuldades de sono (recusa-se a deitar, tem rituais de adormecimento, exige companhia).
  30. Dificuldades em engolir (queixa-se de uma bola na garganta).
  31. Sobressalta-se com ruídos.
  32. Apresenta pesadelos frequentes.
  33. Queixa-se de que o coração bate muito forte (independentemente de esforço físico).
  34. Tem tendência a apresentar movimentos nervosos (tremores, tiques).

FONTE: Francisco B. Assumpção Jr. Cristiane Renate Resch Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal – Vol 1 0 0 Nº 0 1 ; Jan/Fev/Mar 2 0 0 6

Fobia Social: a criança apresenta uma timidez excessiva, uma grande inibição, em diferentes situações sociais: falar ou comer em público. Ela teme ser tida como estúpida ou ridícula. Também aqui podem ocorrer sintomas físicos extremamente desagradáveis, como, tremor, dor de barriga, náusea, vômitos, falta de ar, aperto na garganta, calor ascendente, palpitação, etc.

Transtorno de pânico: caracteriza-se por ataques imprevisíveis e inesperados de grande medo, sufocação, sensação de perigo morte, palpitação, dentre outros sintomas, com duração média de 15 minutos a meia hora.

 

Fobias Específicas: neste caso a sensação de medo e ansiedade é desencadeada pelo contato com um fator específico, como exposição à altura, lugares fechados,  animais, etc.

 

Fobia Social: Uma criança com fobia social sente um excesso de ansiedade quando está numa situação em que se vê exposta à observação de outras pessoas. Exemplos são  falar, ou ler em voz alta em sala de aula, comer na presença de outras crianças, ir a festas, escrever no quadro negro, usar banheiros públicos, falar com professores ou orientadores e mesmo brincar com outras crianças. Nessas situações relatam sentir calafrios, palpitações e enjôos, sentir o rosto ficar “vermelho”, suar frio, etc. Seu sofrimento é tão intenso a ponto de impedir a realização de tais atividades, pois existe o medo de que os outros percebam sua ansiedade, o que tornaria a situação ainda mais humilhante ou embaraçosa para si.

Pelas próprias características deste transtorno, os pequenos não se queixam do problema e preferem se esconder e se isolar do convívio social. Assim, a criança não tem coragem de tirar dúvidas com a professora, ler em voz alta, ou mesmo conversar e  brincar com os seus colegas.

Sinais sutis e indiretos podem indicar grande sofrimento. Fique sempre atento aos desenhos, encenações e variados comportamentos e formas de expressão. A criança muitas vezes não verbaliza os seus problemas, mas sempre os revela.

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Estudo Francês diz que o sutiã atrapalha mais do que ajuda

Um estudo francês aponta para o facto de o sutiã não trazer qualquer benefício às mulheres, antes pelo contrário. As participantes na investigação que não usavam sutiã por vontade própria registraram uma elevação nos mamilos de sete milímetros.

De acordo com um estudo conduzido por Jean-Denis Roullion, investigador de ciência desportiva do Centro Hospitalar Universitário de Besancon, em França, sutiãs não oferecem nenhum benefício em termos de apoio à mama.Os resultados da pesquisa mostram na verdade o oposto: havia uma elevação de sete milímetros nos mamilos das mulheres que não usavam sutiãs. Segundo o cientista, os sutiãs podem reduzir a circulação e o tom da mama ao longo do tempo.“Os nossos primeiros dados confirmam a hipótese de que o sutiã é uma falsa necessidade“, disse Rouillon ao portal France Info.“Medicamente, fisiologicamente, anatomicamente, o peito não beneficia de ser privado de gravidade, em vez disso, enfraquece”, explica.O estudo teve uma duração de 15 anos e contou com a participação de 330 voluntárias com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos. A equipa não só mediu o peito de cada uma como registrou ainda todas as alterações ao longo desse período.

As mulheres que não usavam sutiã tinham uma vantagem de sete milímetros. Além disso, os seus seios também eram mais firmes e as marcas de estrias desapareceram. Também não houve sinais de que os sutiãs ajudassem a atenuar as dor nas costas.

Os investigadores acreditam que usar sutiãs impediu o crescimento do tecido mamário, o que levou à deterioração dos músculos que suportam os seios.

No entanto, isso não significa que agora todas as mulheres do mundo deveriam simplesmente deitar os seus sutiãs fora. Roullion afirma que uma mãe de 45 anos, por exemplo, pode não ver nenhum benefício em parar de usar agora, até porque o estudo não envolveu mulheres mais velhas do que 35 anos.

As mulheres que apresentaram melhoria na elevação do mamilo foram as mulheres que escolheram, por vontade própria, não usar sutiã, e não porque foram forçadas a fazer isso pelo estudo.

Outro médico, que não fazia parte da investigação, afirma que a remoção do sutiã também pode aumentar a produção de colagénio e a elasticidade.

Os cientistas consideram que esta é uma pesquisa muito interessante mas alertam para o facto de estes resultados serem preliminares e a amostra ser pequena. Por isso, são necessárias mais pesquisas para tirar mais conclusões sobre o tema.

ZAP / HypeScience

Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

Deixar-se levar por preconceitos dá prazer

Muçulmanos são terroristas, os partido de esquerda provocam engarrafamentos nos países que governam e feministas são muito exageradas na verdade. Muitas dessas afirmações nos soam mais ou menos atraentes dependendo de nossa ideologia. E é provável que aceitemos ou rejeitemos cada uma sem prestar muita atenção aos fatos. Nosso cérebro é limitado e tem que nos ajudar a sobreviver em um entorno inalcançável, e a vida é curta demais para sairmos comprovando fatos a cada instante. Os preconceitos e as ideias pré-concebidas nos ajudam a administrar a realidade criando uma simulação com a qual se deve avançar. Há indivíduos com mais espírito crítico, mas ninguém está imune a essas tendências.

“Estamos todos aprisionados em nossos cérebros, que é muito limitado e inclinado a erros, analisando um mundo infinito e tentando entendê-lo”, explica Andrew Newberg, pesquisador da Universidade da Pensilvânia e autor do livro Why We Believe What We Believe (Por que acreditamos no que acreditamos). “Em última instância, nunca temos certeza absoluta se nossa interpretação do mundo é precisa. Com base na informação que encontramos, desenvolvemos crenças sobre o mundo baseadas nas funções de nosso cérebro. Nosso cérebro é uma máquina de criar crenças”, conclui.

Alguns pesquisadores sugerem que o funcionamento dessa máquina e sua maneira de gerar crenças se parecem com a de outros órgãos que nos ajudam a sobreviver. Sabe-se, por exemplo, que o sistema que cria os sabores no córtex cerebral, integrando sinais procedentes do olfato, da visão e das papilas gustativas, nos deu uma maior flexibilidade na hora de escolher alimentos concretos que nos fazem bem. Cientistas como Sam Harris, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), utilizou aparelhos de ressonância magnética funcional para analisar as reações de vários voluntários diante de diferentes afirmações que poderiam considerar como verdadeiras, falsas ou incertas. Em um artigo publicado em Annals of Neurology, junto com outros pesquisadores, ele conclui que, apesar de na hora de determinar a veracidade ou falsidade de um argumento são acionadas regiões envolvidas em processos cognitivos elevados, a decisão final depende de um sistema de processamento mais hedonista e primitivo situado no córtex pré-frontal e na ínsula anterior.

“As redes sociais são majoritariamente disseminadoras de emoções e a sociedade mediática é cada vez mais uma farsa”

Como no caso de um sabor, nosso cérebro cria uma experiência emocional a partir das afirmações. O que nos parece correto gera uma resposta positiva automática. O que soa falso gera repugnância. Isso terá efeitos no futuro: acreditamos em algo porque aquilo nos faz sentir bem. “Quando as pessoas desenvolvem uma crença particular, inclusive alguma que se contradiz aos fatos, o cérebro continua sustentando essa crença”, afirma Newberg. “Os neurônios que se ativam juntos se conectam. Quanto mais cremos em algo, mais forte se torna a crença, até mesmo diante de uma enorme quantidade de dados que a contradigam. Não tem nada a ver com a inteligência”, diz.

Álvaro Rodríguez-Carballeira, professor de Psicologia Social na Universidade de Barcelona, na Espanha, não está otimista quanto à possibilidade de que no debate público o racional domine o emocional. “Do ponto de vista da persuasão, sempre teve mais impacto. Convencer com argumentos e com rigor é muito mais complicado do que fazê-lo com emoções, capazes de comover e de gerar esperanças”, explica. Nesse sentido, ele não considera que a situação tenha mudado. Tampouco lhe agrada o termo pós-verdade, para referir-se à desvalorização dos fatos na discussão política. “O fenômeno é clássico, mas agora as redes sociais o multiplicaram. O “Yes, we can” [slogan da campanha de Barack Obama em 2008] é puro desejo, pura emoção, como é o “Make America great again” [slogan da campanha de Donald Trump]. Nas redes sociais, tudo o que se torna viral tem a ver com o que produz um impacto emocional – e não com o fato de haver por trás um argumento brilhante e coerente que desmonte o dos outros. As redes sociais são majoritariamente disseminadoras de emoções, e a sociedade mediática é cada vez mais uma farsa”, afirma.

Junto com a predominância de aspectos emocionais face aos racionais, Rodríguez-Carballeira sugere que nossa dificuldade para aceitar argumentos que não se ajustem a nossa ideologia tem a ver com “um princípio geral do comportamento humano, que é conservador”. “A realidade, desde o momento em que você a percebe, é uma realidade construída. E você se une à construção da realidade feita por aqueles próximos a você”, indica. “Isso está relacionado à ideia de que ‘ganhem os meus para que o que é nosso perdure, porque considero que assim me cairá melhor’. Por isso, aceitamos com mais credulidade o que vai de acordo com nossa linha de pensamento. Engolimos muito mais por aquilo que reafirma o que é nosso”, conclui. Mudar de ideia, no entanto, é como deixar uma droga, porque deixar-nos levar por nossos preconceitos nos dá prazer.

por, DANIEL MEDIAVILLA

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Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

COMPULSÃO POR COMPRAS – ONIOMANIA

Quando a compulsão por comprar se apresenta de forma severa, ela se torna uma doença psicológica chamada Oniomania ou Oneomania.

Oniomania (são sinônimos: onemania, oniomania, onomania): impulso exacerbado, doentio, de comprar coisas sem delas necessitar.
A oniomania que é a compulsão por da compra e endividamento atinge pessoas de qualquer classe social.
É distúrbio que foi descrito pela primeira vez como síndrome psiquiátrica no início do século passado.
O transtorno, caracterizado pelo descontrole dos impulsos, atinge cerca de 3% da população. Sendo que 80% das pessoas que tem o transtorno, são mulheres.
Os portadores da Oniomania são os consumidores compulsivos que frequentemente não conseguem resistir à tentação de comprar e que não chegam a pagar suas contas essenciais por gastarem tudo com coisas supérfluas.
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DIFERENÇA DE UM COMPRADOR NORMAL PARA O COMPRADOR COMPULSIVO.
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O comprador normal compra por necessidade ou pela utilidade do produto ou objeto.
O comprador compulsivo consome pelo prazer de consumir e não pela real necessidade do objeto, ou sua utilidade, ele compra mais produtos relacionados à aparência como roupas da moda, sapatos, jóias e relógios.
Existe por parte do comprador compulsivo um descontrole, não há limites.
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A GRATIFICAÇÃO
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A gratificação e a satisfação obtidas através da compra não os permitem avaliar a possibilidade de futuros prejuízos.
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COMPORTAMENTOS MAIS COMUNS NO COMPRADOR COMPULSIVO.
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• Esconder as compras da família ou do parceiro;
• Mentir sobre a quantidade verdadeira de dinheiro gasto em compras; gastar em resposta a sentimentos Negativos como depressão ou tédio;
• Sentir euforia ou ansiedade durante a realização das compras;
• Culpa, vergonha ou auto-depreciação como resultado das compras;
• Se dedicar muito tempo fazendo “malabarismos” com as contas ou com as dívidas para acomodar os gastos;
• Além de uma atração incontrolável por cartões de créditos e cheques especiais.
Uma pessoa só é considerada um consumidor compulsivo se é incapaz de controlar o desejo de comprar e quando os gastos frequentes e excessivos interferem de modo importante em vários aspectos de sua vida.
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COMO SE PROCESSA A COMPULSÃO
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Antes:
Antes de cometer o ato do qual não tem controle, é comum que o consumidor compulsivo apresente ansiedade e/ou excitação.
Durante:
Já durante a execução do ato, experimenta sensações de prazer e gratificação.
E quando, por algum motivo, são impedidos de comprar, os pacientes costumam relatar sensações como angústia, frustração e irritabilidade.
Depois:
A maioria apresenta culpa, vergonha ou algum tipo de remorso ao término do ato.
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O QUE O ATO DE COMPRAR COMPULSIVAMENTE PODE REVELAR
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As compras compulsivas podem levar a sérios problemas psicológicos, ocupacionais, financeiros e familiares que incluem a depressão, enormes dívidas e graves problemas nas relações amorosas.
Vários estudos revelaram que a idade e a situação econômica são os principais fatores de risco para o desenvolvimento desse transtorno.
Os investigadores descobriram um percentual mais elevado em jovens que ganham menos em relação aos indivíduos mais velhos e em melhor situação econômica.
Compras compulsivas podem revelar com muita frequência possível do transtorno bipolar de humor, de exaltação do humor, quando existem sentimentos intensos de alegria e otimismo, associados à falta de capacidade para julgar com clareza as consequências dos atos cometidos.
E normalmente revela pessoas com Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), principalmente em pacientes com compulsões de colecionismo.
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A COMPULSÃO POR COMPRAS X DEPENDÊNCIAS QUÍMICAS
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Podemos traçar um paralelo entre as compulsões por compras e as dependências químicas.
Em ambas, há perda de controle e o paciente se expõe a situações danosas para si e também para os outros.
Assim como em alguns casos os dependentes químicos roubam para custear seus vícios, o compulsivo também pode se utilizar de meios ilegais para continuar comprando.
Embora a compulsão por compras possa estar relacionada a outros transtornos, alguns fatores presentes no dia a dia são facilitadores da compra descontrolada. Produtos à venda pela internet, canais de venda na televisão ou grandes promoções de queima de estoque são um grande perigo.
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AS CAUSAS 
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Quanto à origem do transtorno, acredita-se que haja algum déficit do neurotransmissor serotonina, que reconhecidamente proporciona menor ocorrência de impulsividade.
O vazio e as ausências na personalidade do indivíduo são os verdadeiros núcleos da compulsão. Em outras palavras, os compulsivos por compras tentam preencher uma vazio interno com coisas materiais.
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BUSCA DE AJUDA E TRATAMENTO
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Infelizmente, a maioria das pessoas que sofrem do transtorno só costuma procurar ajuda quando as dívidas estão grandes e os gastos exagerados já acarretam problemas familiares, nos relacionamentos, em situações legais, ou até quando dão origem a episódios depressivos de intensidade importante.
Em alguns casos, os portadores do transtorno só chegam ao consultório trazidos por familiares, amigos ou pelo cônjuge.
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TIPOS DE TRATAMENTO
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Medicação:
O tratamento pode envolver medicamentos como antidepressivos ou agentes estabilizadores do humor, e psicoterapia cognitivo-comportamental.
Existem remédios que não alopatas que ajudam em muito, a saber: homeopatia, florais, óleos e essenciais que ajudam em muito no tratamento, sem causar dependência química.
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Grupos de autoajuda:
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Dependendo do caso, duas outras medidas também devem ser levadas em consideração: frequentar grupos de autoajuda, como os devedores anônimos (DA) e nomear algum conselheiro financeiro, que possa orientar o paciente sobre suas movimentações financeiras.
Quando esse último procedimento ocorre, o paciente continua com a responsabilidade de pagar suas contas, porém, não tem acesso a cartões de crédito e a cheques.
É dado a ele, semanalmente, uma quantia previamente combinada à qual deve se adequar.
Além disso, as contas são acompanhadas por meio do fornecimento de recibos ao conselheiro financeiro.
Esta é uma das formas de tentar combater a possibilidade de episódios de compulsão por compras.
Conforme o indivíduo obtém progressos, ele retoma paulatinamente o pleno controle sobre suas finanças.
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Psicoterapia:
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A psicoterapia ajuda em muito, pois leva a pessoa a dar uma nova interpretação aos seus atos, suas necessidades e a descobrir novas maneiras de viver.
É bom que se diga que o tratamento só com medicação raramente tem efeito, portanto é importantíssimo que a pessoa além da medicação faça também psicoterapia.

Por FRANCISCO FERNANDES, Psicanalista Clínico, Acupunturista, Professor, Filósofo, Teólogo e Consultor de Empresa.

Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

NUMEROLOGIA PARA 2017 – PREVISÕES PARA O ANO

Você sabe o que os números preveem para o ano de 2017? Confira abaixo!
Se você ainda não sabe qual é o seu número pessoal segundo a data de nascimento, descubra já AQUI.

NUMEROLOGIA 2017 – ANO DE ENERGIA 1

O ano de 2017 é um ano de energia 1, o início de um ciclo que começa agora e só termina em 2025. É um ano 1 pois resulta da soma de seus algarismos: 2017 = 2+0+1+7 = 10 = 1+0=1. O antigo ciclo já passou, 2016 era um ano novo, do fim de um ciclo que começou em 2008, portanto neste 2017 os velhos problemas devem se resolver, desaparecer ou se apresentar com uma nova e positiva perspectiva. É um ano de movimento, de escolhas, de reflexões e gratidão da vida para os planos de um futuro melhor.

TRABALHOS E PROJETOS

Este ano irá favorecer as descobertas e aplicação de métodos inovadores. Tudo aquilo que é novo, inédito, original tem chances de ser bem sucedido, o mundo está pedindo por isso nesse novo ciclo. A atmosfera de início de ciclo incentiva a criatividade, os projetos ousados e te dará ideias de meios e ferramentas para alcançá-los. É ano de começar a construir, de plantio, para colher frutos nos próximos anos que virão. O ano de 2017 deverá favorecer especialmente aqueles que têm cargos de responsabilidade, como empreendedores, professores, autoridades, pesquisadores e inventores.

LADO HUMANO E PESSOAL

Depois de um ano de encerramento de ciclo conturbado e cheio de discórdias, a energia do 1 irá valorizar o lado humano das pessoas. A proteção de si mesmo, da sua privacidade e da sua paz vão estar em alta, para isso é preciso analisar bem as pessoas ao redor e se conhecer melhor. A generosidade está em alta e deverá ser valorizada, desperte a sua sensibilidade em ajudar e ela será bem vista e bem recompensada.

NO AMOR

O início de ciclo traz a alegria do começo dos romances, das aventuras juntos, do frio na barriga pelo próximo passo. Portanto, é um ano propício para se apaixonar, casar, morar junto, pensar em filhos, em uma vida a dois. Mas é preciso saber que o ano 2017 também tem a energia do inovador, do original e do diferente, portanto o casal deve manter a sua liberdade individual, sendo cada um responsável por si mesmo e autônomo. Com liberdade e amor a tendência será construir relacionamentos fortes e duradouros, verdadeiros companheiros.

A INFLUÊNCIA DA NUMEROLOGIA NA MINHA VIDA PARTICULAR EM 2017

As previsões acima são gerais, é a imposição da energia do número 1 sobre todas as pessoas. Quer saber a previsão da numerologia para o seu dia em específico? É muito simples. Você deve primeiro descobrir qual é o número que representa a sua personalidade pela data de nascimento. Para isso, deve somar todos os algarismos do dia que você nasceu.

Por exemplo, se você nasceu em 31 de março de 1989, deve somar:

Cálculo de dia e mês: 31+3 = 34 = 3+4 = 7

Cálculo do ano: 1989 = 1+9+8+9 = 27 = 2+7= 9

Cálculo final: 7 (dia e mês) + 9 (ano) = 16 = 1+6 = 7

Para a numerologia, você tem a personalidade número 7.

Lembre-se sempre de reduzir o número até um algarismo entre 1 e 9, exceto quando o número final for 11 ou 22, que são números mestres e não devem ser reduzidos.

Pronto, agora que você já sabe qual é o seu número de personalidade pode conferir abaixo quais são as previsões da numerologia 2017 em amor, trabalho, saúde e dinheiro especialmente para você!

As previsões para o número 1
As previsões para o número 2
As previsões para o número 3
As previsões para o número 4
As previsões para o número 5
As previsões para o número 6
As previsões para o número 7
As previsões para o número 8
As previsões para o número 9
As previsões para o número 11
As previsões para o número 22
Quer entender melhor o que significa ser representado por um número? Confira aqui o significado do número resultante da data de nascimento e tenha maior compreensão da numerologia e do que ela é capaz.

Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

A dopamina do tempo

O cérebro não processa o tempo como um relógio o faz

ILUSTRAÇÃO DE GIL COSTA / FUNDAÇÃO CHAMPALIMAUD

Às vezes o tempo parece infinito, outras vezes que não passa. Uma equipa de neurocientistas investigadores do Fundação Champalimaud passou quatro anos a estudar a forma como processamos o tempo, e descobriu os neurónios que processam a nossa percepção sobre a passagem do tempo

O que é o tempo? Qual a percepção que cada um nós tem sobre a passagem das horas? Porque é que há momentos que parecem infinitos e outros que nunca mais passam?

Qualquer interrogação relacionada com o tempo é de tal maneira subjetiva que só mesmo um cientista poderá explicar. Foi exatamente isso que uma das equipas de neurocientistas do Centro Champalimaud procurou saber, quando partiu para um trabalho sobre a forma como o nosso cérebro constrói a percepção da passagem do tempo para, finalmente, conseguir identificar os circuitos neuronais que modulam essa medida.

ESTREIA NA REVISTA “SCIENCE”

Esta descoberta – até agora só tinha havido experiências no cérebro de ratinhos – é de tal modo importante para a comunidade científica que, pela primeira vez, um trabalho realizado nos laboratórios da Fundação Champalimaud, foi publicado na revista “Science”.

Durante quatro anos, a equipa liderada por Joe Paton, investigador principal do Learning Lab – um laboratório do centro que se dedica a estudar a questões relacionadas com a aprendizagem [onde se incluem investigadores Sofia Soares e Bassam Atallah], tentou perceber como é que os neurônios dopaminérgicos, responsáveis por libertar dopamina, poderiam ser determinantes no processo do processamento do tempo no nosso cérebro. “Estes neurônios são centrais para vários aspectos do comportamento existem muito estudos sobre a atividade da dopamina, que muitas vezes está envolvida na nossa sensação de recompensa e de bem estar ” explica Joe Paton.

“O nosso objetivo quando montámos o trabalho foi precisamente perceber o envolvimento dos dopaminérgicos na relação com o tempo”, revela o cientista.

Seguindo a pista destes neurônios através de várias experiências de observação e manipulação, aumentado ou diminuindo a libertação de dopaminas no cérebro de ratinhos, os cientistas conseguiam prever as decisões ou hesitações dos animais, indicando que o efeito da passagem do tempo estava fortemente relacionada com a atividade elétrica desta células. “Esta descoberta começa por ser importante para questões que estejam ligadas a comportamentos impulsivos ou relacionados com o déficit de atenção, por exemplo”, diz Paton.

A questões que agora se põe é esta: “Será o resultado desta experiência suficiente para percebemos se funcionam do mesmo modo no comportamento humano? Será que a manipulação desses neurônios pode alterar a nossa experiência subjetiva do tempo?” Os autores gostam de acreditam que sim, apesar de salvaguarda que “quando estudamos animais a única coisa que podemos medir é o seu comportamento e interpretar o que vemos como sendo uma experiência subjetiva.”

Em última análise, e como explica o neurocientista, o tempo tem uma dimensão tão básica e simultaneamente tão complexa na nossa experiência de vida, e é tão importante para tanta coisa, que qualquer passo que se dê no sentido de perceber como é que se processam no nosso cérebro os mecanismos relacionados com esta questão, é mais um salto que se dá em direção ao Conhecimento.

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Perda de memória e envelhecimento: os danos que a obesidade causa ao cérebro

Nutrição nos primeiros estágios da vida – a base para a saúde e o bem-estar ao longo dos anos

A nutrição nos primeiros estágios de vida representa uma oportunidade única de causar um impacto positivo no futuro da saúde de cada bebê. A nutrição é a base para o desenvolvimento saudável, crescimento, aprendizagem e desempenho durante os primeiros anos de vida.

Por isso, além de nos focarmos no bebê após o nascimento, o atual entendimento da nutrição nos primeiros estágios de vida também abrange o período pré-natal. Assim, para nos beneficiarmos plenamente da nutrição sob medida durante os “primeiros 1000 dias”, devemos começar desde o início da gravidez.

Nutrição durante a Gravidez – Comer por dois?

A resposta a esta velha questão é tanto “não” quanto “sim”. Por um lado, as mulheres grávidas devem evitar a ingestão excessiva de calorias, que resultam em ganho de peso, para prevenir complicações e melhorar as condições da gravidez. Por outro lado, elas devem certificar-se de que estão atendendo ao aumento da demanda por nutrientes essenciais, principalmente aquelas mulheres que já estão comprometidas nutricionalmente.

Há um consenso global entre a comunidade médica de que a ingestão em níveis suficientes de ácido docosahexaenóico (DHA), originado do ômega 3, é de extrema importância durante a gravidez. As sociedades de pediatria e nutrição, em todo o mundo, estão gradualmente introduzindo os níveis de ingestão adequados. Esse é o primeiro passo para a nutrição eficaz e saudável de um bebê.

Leite materno – O “superalimento” universal para os bebês

O leite materno é o alimento ideal para os bebês. É por isso que a Organização Mundial de Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses e, após esse prazo, amamentação pelo máximo de tempo possível. O leite materno atende às necessidades dos bebês, fornecendo nutrientes adequados às diferentes fase de desenvolvimento. Uma mãe que amamenta gera cerca de 800 ml de leite/dia, em média. Isto leva a um aumento das necessidades de energia, e de macro e micronutrientes.

Um aumento das necessidades de energia e proteínas é mais fácil de ser suprido com a ingestão diária de alimentos, enquanto os nutrientes essenciais, tais como vitamina D, ácido fólico, ferro, zinco, iodo, cálcio e ácido graxo, e ômega-3 DHA podem exigir um esforço adicional. Formuladores que customizam suplementos para as mulheres que amamentam têm uma responsabilidade importante de atender às necessidades vitais da mãe e da criança. Esta responsabilidade é estendida ao escolher os fornecedores de ingredientes, dando preferência àqueles que garantem uma qualidade consistente.

Fórmulas Infantis – A melhor escolha caso não seja possível amamentar

As fórmulas infantis são a escolha certa quando a mãe não pode ou opta por não amamentar o seu bebê. Estas fórmulas possuem uma composição semelhante a do leite materno, podendo ser utilizada para a alimentação exclusiva ou em combinação com leite materno. Para refletir as variações no leite humano durante o período de lactação, existem dois tipos: fórmulas iniciais (desde o nascimento até 6 meses) e fórmulas de transição (a partir de 6 – 12 meses de idade). As principais diferenças entre as fórmulas iniciais e de transição estão relacionadas ao tipo e quantidades de proteínas e carboidratos.

Um fator importante sobre a nutrição infantil é a segurança. É fundamental evitar a contaminação da fórmula durante o processamento e manuseio. Avanços em embalagens e aplicação, como os formatos prontos para consumo e porções individuais, são passos importantes para tornar os produtos mais seguros. Por isso, deve-se garantir que os fornecedores de ingredientes para as fórmulas sejam os mais recomendados e com níveis de qualidade excelentes. Essa escolha tem um impacto muito grande quando falamos de uma nutrição segura e eficaz.

Leite de crescimento (Growing-up milk) – Elaborado para preencher a lacuna nutricional

Em uma fase mais avançada da primeira infância, o leite de crescimento é uma importante fonte de nutrientes para as crianças pequenas. Novamente, há dois tipos de produtos: leite para crianças entre 12 e 36 meses e o leite pré-escolar (para crianças de 3 anos ou mais).

Nos países desenvolvidos, a necessidade do leite de crescimento é algumas vezes debatida. Crianças menores que 1 ano de idade seriam capazes de consumir alimentos normais e várias recomendações nutricionais são estabelecidas para planos alimentares específicos por idade. No entanto, é difícil cobrir as necessidades nutricionais das crianças através de uma dieta equilibrada, composta exclusivamente de alimentos naturais e não fortificados, o que reflete os desafios ao introduzir os alimentos da família.

O leite de vaca, por outro lado, não é a melhor opção para compensar a deficiência de micronutrientes, pois possui níveis muito elevados de proteína. O alto consumo de proteínas durante a infância deve ser evitado, uma vez que pode levar a um risco aumentado de sobrepeso e obesidade na infância e na vida adulta.

Recentemente, um painel de especialistas concluiu que o leite de crescimento é uma fonte importante de nutrientes, não só para as crianças em risco de desnutrição protéico-energética. Ele também compensa deficiências nutricionais que podem ocorrer na fase de transição da nutrição infantil para a nutrição familiar ou como consequência do estilo de vida agitado ou escolhas alimentares inadequadas na família.

Quais nutrientes demandam atenção especial durante a Nutrição nos Primeiros Estágios de Vida?

DHA – Food for thought (alimento para o raciocínio)

O ácido docosahexaenóico (DHA), originado do ômega 3, é um componente integral da membrana celular e, como tal, está envolvido na funcionalidade de células normais, especialmente na retina e no cérebro. Há provas convincentes de estudos em humanos de que o DHA aumenta significativamente o desenvolvimento da acuidade visual.

A primeira infância é a fase fundamental do desenvolvimento do cérebro: um salto de crescimento especial ocorre a partir do último trimestre da gravidez até os 2 anos de idade. Com a idade de 5 anos, a massa cerebral terá aumentado cerca de 3,5 vezes em relação ao nascimento e em torno de 90% da arquitetura cerebral já está estabelecida. Sendo baixa a formação natural de DHA, o fornecimento nutricional adequado é essencial para assegurar condições ótimas para o desenvolvimento estrutural do cérebro, crescimento dos neurônios e diferenciação.

Além desses benefícios comprovados no desenvolvimento estrutural do cérebro, o DHA parece ter um impacto direto sobre as funções cognitivas. Estudos recentes trazem evidências de que a suplementação com DHA em crianças melhora significativamente o desempenho cognitivo na aprendizagem, memória e velocidade de processamento da informação em crianças. Estes são fatores importantes em uma ampla gama de competências como raciocínio e resolução de problemas.

Considerando que a ingestão de DHA de um bebê ou de uma criança é geralmente baixa, a suplementação adequada de DHA (através do leite de crescimento) pode contribuir significativamente no alcance das metas de desenvolvimento da criança. Escolher um fornecedor com expertise na produção de um DHA com baixo sabor residual, ajuda a garantir formulações mais saborosas.

Vitamina D – Argumentos fortes para ossos fortes

Artigos publicados nos últimos anos discutem as implicações da insuficiência de vitamina D em uma infinidade de plataformas de saúde. A vitamina D nos primeiros estágios de vida é mais relevante para a prevenção de raquitismo e para garantir funções imunes normais e, portanto, apoiar o crescimento e desenvolvimento normal.

Apesar da consciência generalizada, a situação do suprimento real em mulheres grávidas, bebês e crianças é alarmante e já foi identificado que a alta prevalência de insuficiência de vitamina D em mulheres grávidas e crianças está em todas as partes do mundo. Assim, a prevalência de raquitismo está aumentando. Um grupo mundial de especialistas publicou recentemente as Recomendações Consensuais sobre a Prevenção e Gestão do Raquitismo. Os especialistas defendem a suplementação de vitamina D para todas as mulheres grávidas (600 U.I/dia) e bebês (400 U.I/dia), independente do modo de alimentação.

Para onde vamos?

Muitos estudos lançam luz sobre conexões potenciais entre a saúde de adultos e o estado nutricional durante os primeiros 1000 dias de vida. Por exemplo, sabemos hoje que a saúde e o estado nutricional das mães durante o período pré-natal, e mesmo na fase preconcepção, está ligado ao risco de obesidade e desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Alimentar a mãe e o bebê é – e continuará sendo – o principal tema da Nutrição nos Primeiros Estágios de Vida. Novas perspectivas animadoras na área da epigenética e programação metabólica irão abrir novas oportunidades para as estratégias nutricionais dos formuladores. Com as evidências científicas já estabelecidas, fica claro que o apoio nutricional, para a mãe e para o bebê, é fundamental para a saúde e o bem-estar ao longo da vida das crianças.

por, Marianne Heer, gerente de Marketing Científico de Nutrição Humana, BASF

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